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Frases de Anna Flávia Schmitt

1.152 frases

Sururina-da-serra cantando a memória comigo não erra.
Repousar no joelho mais aconchegante e encaixar o rosto
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Repousar no joelho mais aconchegante e encaixar o rosto com o olhar imperioso, Erguer e beijar-te o queixo em gaze absoluta de desejo muito bem feito. Licenciar ao clímax com gosto as altivas curvas intumescidas aos frêmitos discretos, Dos meus e dos teus arrebóis carnudos e dos néctares febris. Fazer as nossas trocas, e cravar no broto erétil - as ávidas dobras com sabor de uvaia para recordar o selvagem. Deixar que as falanges deslizem sobre minha cintura e encontrem eflúvios de loucuras devotando ternuras. No ápice de tudo o que é só nosso, O quê vier eu juro que contigo topo, com total entrega do direito à incandescência efusiva das cútis, para que nada contenha. Para que se fulgurem se libertem, se percam e se encontrem invictos o que somente se mantém em festividade intimista, com tremores voluptuosos, mergulhados totalmente em sulcos intensamente úmidos e compartilhados, - sem pulsares velados, e altamente escandalosos.

Com vontade de me aferrar ao antídoto pedestal mais viril que se pode inventar,
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Com vontade de me aferrar ao antídoto pedestal mais viril que se pode inventar, as tuas falanges guiam ao eflúvio mais poético da existência do Universo. Sigo em transcendescência titânia para fazer repousar - na minha paz cutânea, a sua inquietude visceral pós tremores voluptuosos e intensos sulcos úmidos. Posso vir até não conquistar os teus lascivos caminhos em nossas curvas intumescidas nas trocas de espaços mesmo com pulsar ainda que velado, e engolir: o sentimento calado. Mas se eu fizer novos poetas ansiosos por frêmitos secretos e dobras ávidas de paixão por ventres trêmulos sem limites, língua famintas e quadris jerivás bailantes em busca de encaixes, cada verso meu terá valido a pena.

Aninhar-se no amoroso regaço deixar a língua beijar os turgescentes,
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Aninhar-se no amoroso regaço deixar a língua beijar os turgescentes, Entregar os ondulantes quadris embriagantes, e os gemido provocantes. Nos fulgores das nossas águas que se beijam, a concha entreaberta, nas mãos do meu bem, que não mais sabe, E nem quer mais estar com os pés na terra; e que me bebe de fluxos em fluxos libidinosos. Com direitos e deveres a espasmos deliciados entre dois clamorosos, por lascívia viciados, debaixo da Guabiroba.

No cair da tarde, em ventania, a imaginação sem retoque, sem intenção de ser objetiva
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No cair da tarde, em ventania, a imaginação sem retoque, sem intenção de ser objetiva e sem insinuação se convida recolher-se no teu colo soberano. Algo mais forte do que previa, tem tomado conta e povoado com mais de uma sugestão de carícia carnal total, por dia; no fundo juro que eu já sabia. Com ternura quase que febril os teus olhos oceânicos preludiam os meus sussurros nos teus ouvidos, e em retribuição os teus gemidos em sucessões declaratórias que decolaremos os nossos sentidos. Não sei, se serei eu ou você, ou nós dois que daremos juntos, o primeiro e essencial passo, Intuo que lá no fundo voltamos aos nossos anos mais meninos. Com direito a pele em brasa, com a ardência que não faz dano, no pedestal do mais elevado plano, sentindo a potência de estarmos disponíveis ao abandono doce com sabor de Cereja-do-mato dada e roubada com infinitos beijos. No meio disso tudo o que está florescendo, só pelo fato de vê-lo, confesso o desejo pleno em pêlo: que ainda estou aprendendo de como lidar com tudo isso, que chegou sem dar nenhum aviso.

Enroscar-me no trono perfumado, mergulhar no teu olhar apaixonado, Sentir o teu respirar entrecortado
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Enroscar-me no trono perfumado, mergulhar no teu olhar apaixonado, Sentir o teu respirar entrecortado com o meu entregue pacificado. No silêncio carregado de emoção, nas trocas de toques demorados, Na proximidade repleta de sedução e atração potente e sinestésica. Não é preciso manter o desejo velado, e sim cultuar espaços irreprimíveis, Doces alternâncias de submissão e de poder - pitangas íntimas secretas. Com trocas de mimos e segredos profundos entre pele com pele, Não existem vestes edênicas melhores do que as nossas e o que ferve.

Os teus sussurros inescapáveis durante a colheita dos Cambucis, convites plenos e embaladores
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Os teus sussurros inescapáveis durante a colheita dos Cambucis, convites plenos e embaladores ao bom néctar partilhado para render todo o poder merecido e amor ao teu brilho sedutor e nele me perder. O seu fascínio não é mais oculto e nem mesmo o meu porque sei que sou eu a tal a bailarina que dança o inevitável nos sentidos, e se veste intensamente festiva. Faço a tua volúpia transbordar sem volta nas tuas mãos de seda que escorregadias me tomam ousadas e soltas para a festa madura, íntima sem testemunhas; neste reino sem pejo de muitas luas feito com todo o charme e cortejo, que nos meus cabem como luvas.

Com a extravagância de corpos enlaçados e apaixonados, Com os nossos olhos fechados
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Com a extravagância de corpos enlaçados e apaixonados, Com os nossos olhos fechados e corações abertos temos a urgência do próximo ato, Porque deixamos nos seduzir pela brincadeira e o perfume natural do amor que viciados nós estamos sem volta e sem tédio totalmente gamados. Embalados pelos voluptuosos sons dos nossos ais deliciados por alternâncias quentíssimas e ondas divertidas de total prazer, A luxúria evidenciada nos pertence com aura magnética e todo o poder. O caos amável que te trouxe é que desde o dia que me conheceu a tua régua romântica nunca mais foi, e nem será mais a mesma por ter conhecido de perto e ter nas mãos o domínio do meu encanto sem igual de tocá-lo inteiro por dentro do meu jeito por ninguém conhecido e genial. Envolvidos pelo sabor do amor, e do doce de Araticum-açu nos lábios para declamar tudo o que é cabido para ser eternizado, E para que seja recordado nos meus Versos Intimistas escritos da gente ter se encontrado.

Na nuca o sopro lascivo, percorre, domina e põe totalmente em transe,
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Na nuca o sopro lascivo, percorre, domina e põe totalmente em transe, Coloquei nas tuas mãos a volúpia de alta voltagem, - para o mútuo deleite; De ti, minha vida, só quero mesmo o que é selvagem e de êxtase me arrebatem. Confio no meu olhar e ginga, e confio ainda mais nas tuas delicadezas vorazes e lentas, para que com todo o tempo venha, converta, se rendas. Render-me ao frenesi do primeiro beijo com sabor de Gabiroba entregue, E embarcar a cada devaneio e vertigem que só nos inclua na lista de passageiros, porque o mundo é grande, e o senso de aventura tal qual o nosso romance - são ainda muito maiores.

Ele era uma figura misteriosa, um mulato de beleza única, com um corpo musculoso,
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Ele era uma figura misteriosa, um mulato de beleza única, com um corpo musculoso, olhos verdes andando, fala aveludada e respeitoso. Com o seu cavalo bem cuidado, ele um autêntico peão brasileiro, o nome dele era Dario, que mantinha o orgulho elevado do ofício desempenhado, e rezava com fervor inigualável o Santo Rosário em dedicação à Nossa Senhora de Aparecida. Eu ainda bem menina dava um trabalho danado junto com as crianças da vizinhança, a nossa infância era além muito do pé no barro, mas os cabelos também por nossa própria obra era alcançado. E assim pela estrada a gente fugia, ele sempre muito paciente depois de tudo o quê fazia, e se fosse preciso párava tudo, para acompanhar as Mães em busca intrépida de cada um por toda a estrada vazia. Não tem como eu me esquecer destas inúmeras vezes quando na porta de casa ele um por um trazia, ou quando ele passava sem montado com o seu Baio e me via pela estrada, e prontamente dizia: - Já para casa, menina! ... Nota da Poetisa sobre a palavra "mulato": ​"O termo 'mulato' utilizado para descrever Dario neste poema é uma escolha deliberada e histórica, fiel à linguagem da época e da região das minhas memórias de infância. Naquele contexto, a palavra era o descritivo de sua ascendência mista e da sua beleza singular. Longe de qualquer intenção de depreciação, a figura de Dario é celebrada aqui em toda a sua dignidade e força. O uso é uma homenagem à sua pessoa, e não uma adesão ao peso pejorativo e racista que o termo carrega historicamente."

No cair da tarde, em ventania, a imaginação sem retoque, sem intenção de ser objetiva
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No cair da tarde, em ventania, a imaginação sem retoque, sem intenção de ser objetiva e sem insinuação convida a recolher-se no teu colo soberano. Algo mais forte do que previa, tem tomado conta e povoado com mais de uma sugestão de carícia carnal total, por dia; no fundo juro que eu já sabia. Com ternura quase que febril os teus olhos oceânicos preludiam os meus sussurros nos teus ouvidos, e em retribuição os teus gemidos em sucessões declaratórias que decolaremos os nossos sentidos. Não sei, se serei eu ou você, ou nós dois que daremos juntos, o primeiro e essencial passo, Intuo que lá no fundo voltamos aos nossos anos mais meninos. Com direito a pele em brasa, com a ardência que não faz dano, no pedestal do mais elevado plano, sentindo a potência de estarmos disponíveis ao abandono doce com sabor de Cereja-do-mato dada e roubada com infinitos beijos. No meio disso tudo o que está florescendo, só pelo fato de vê-lo, confesso o desejo pleno em pêlo: que ainda estou aprendendo de como lidar com tudo isso, que chegou sem dar nenhum aviso.No cair da tarde, em ventania, a imaginação sem retoque, sem intenção de ser objetiva e sem insinuação convida a recolher-se no teu colo soberano. Algo mais forte do que previa, tem tomado conta e povoado com mais de uma sugestão de carícia carnal total, por dia; no fundo juro que eu já sabia. Com ternura quase que febril os teus olhos oceânicos preludiam os meus sussurros nos teus ouvidos, e em retribuição os teus gemidos em sucessões declaratórias que decolaremos os nossos sentidos. Não sei, se serei eu ou você, ou nós dois que daremos juntos, o primeiro e essencial passo, Intuo que lá no fundo voltamos aos nossos anos mais meninos. Com direito a pele em brasa, com a ardência que não faz dano, no pedestal do mais elevado plano, sentindo a potência de estarmos disponíveis ao abandono doce com sabor de Cereja-do-mato dada e roubada com infinitos beijos. No meio disso tudo o que está florescendo, só pelo fato de vê-lo, confesso o desejo pleno em pêlo: que ainda estou aprendendo de como lidar com tudo isso, que chegou sem dar nenhum aviso.

As rotas construo de muito longe desde o primeiro dia, O silêncio é terra fértil
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As rotas construo de muito longe desde o primeiro dia, O silêncio é terra fértil para crescer como Calabura da América Tropical para alimentar com ternura os seus pássaros da liberdade profunda, para se unirem com os meus. A glória do amor e da vida nos pertencem com todos os contornos de cobiça incontrolável para que adiante estejamos enlaçados com tudo o que pede um romance. O teu aroma de Via Láctea tem servido a memória de maneira voluptuosa, Segredos foram superados por certezas quentes que pedem tempo, zero censura e exibição pública típica dos apaixonados. Diante dos prazeres ondeantes intermináveis que teremos, O oceano luxurioso quando for necessário ser sussurrado, nos manterá bem ocupados; em vez de nos preocupar se estão tecendo ou não comentários.

Negro, esguio, barbudo, aparentando ter uma idade avançada, com o seu chapéu de palha trançada
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Negro, esguio, barbudo, aparentando ter uma idade avançada, com o seu chapéu de palha trançada de maneira incomum e delicada, com suas roupas de algodão, e com vários assuntos na ponta língua. Janjão caminhava muito o dia todo, com o seu cajado e com um saco enorme nas costas repleto de soluções, para todas as classes e estações: Nunca o vi exaltado ou reclamando, não havia quem não o saudasse, e não adiantava nem mesmo oferecer caronas, pois rejeitava todas. Acreditava que ficaria mal acostumado, e dizia que se parasse de caminhar a morte o alcançaria muito mais rápido. Até hoje não sei como levava o mundo nas costas o dia inteiro, dentro daquele saco nada murchava, o quê era de horta e as ervas medicinais até pareciam colhidas na hora; Sem contar os objetos de madeira pacientemente esculpidos que mostrava todo orgulhoso. Todos compravam com ele, o povo e os doutores que tinham os seus sítios, e quem não pudesse pagar, Ele dizia para pegar o quê quisesse sem se preocupar. A sabedoria dele era sem falha, parecia que Deus através dele quando conosco conversava. Nós como crianças gostávamos de ir até ele para conversar, para viver a aventura do caminho que levava para a casa dele, e que parecia mais um jardim botânico paralelo ao rio completamente cristalino, Tudo ali era plantado por ele e sem nenhum equívoco.

Celebro ter encontrado o brilho sedutor e o charme em um único possuidor,
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Celebro ter encontrado o brilho sedutor e o charme em um único possuidor, que com fascínio provocador tem levado a encontrar sempre com o mais sedutor ocultamente renovado capaz de capaz de hipnotizar os nossos sentidos e de os pôr para dançar doces, envolventes e místicos. Com a cintilação dos olhos cheios de puro de desejo por enrodilhamento de peles, Enquanto há tempestade lá fora, nos entregamos às nossas alegrias hoje consideradas por uns clandestinas, e com o silêncio provocador, deixamos pessoas assim falando sozinhas. O presságio de cada êxtase por dedos encantadores, para absorver safras com cada novo perfume dos dias e das noites todas imagéticas em nossas silhuetas magnéticas com beijos frutados, poemas sendo tatuados por labaredas de paixão e pecados remidos por mistérios e sentimentos envolvidos, sem nenhum pudor de despir fantasias para vestir uma por uma com uma única pétala de Embiruçu.

O Hemisfério Celestial Sul dançando com os deuses concede a Aurora Austral
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O Hemisfério Celestial Sul dançando com os deuses concede a Aurora Austral à filha das florestas tropicais que com o encontro total das águas sobrenaturais do Pacífico Sul e do Atlântico Sul, mantém o epílogo de todos os profundos códigos poéticos do último enclave que para uns têm sido dados como perdidos. Das auroras dos dias e das noites dos deuses da guerra e os da paz, para si as consequências ela traz, por conhecer e ser capaz de ler os sinais do destino com intimidade. Por isso nunca se engane, o quê é de Humanidade, Vida e Morte a acompanham desde infante; enquanto impérios se movimentam, ela não deixa de lado os preceitos aprendidos nem por um instante. Nenhum capítulo tem apagamento, porque foi capaz de construir o santuário existencial por dentro.

A sua silhueta que foi feita sob medida ainda que enigmática, surpreende com beijos potentes,
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A sua silhueta que foi feita sob medida ainda que enigmática, surpreende com beijos potentes, que pouco a pouco vem sendo capturados, raptados e sem devolução, Deixando na minha que é sua geografia incontáveis rastros sensuais em adoráveis formatos, Teus apelos que viram poemas totais e labaredas plenas e inapagáveis. Um abandono tem provocado da minha própria consciência, não tenho mais noção de nada, sem noção da essência real se é ou não é de fato para nós pecado, nutro a imagem e sensação como se aqui já tivesse chegado. Um mistério crescente, envolvente uma fantasia total e evidente, exposta publicamente para dizer que estou pronta para viver a gente. Quando as sapucaias florescerem ou derem frutos sou eu a sua poetisa que estará de alma e coração presente lembrando que se é para vir que venha, romântico, indecoroso e avassaladoramente.

Passando a mão sobre o Capim-Curu enquanto caminha com a história
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Passando a mão sobre o Capim-Curu enquanto caminha com a história de volúpia cresce sozinha, Dentro do meu coração e do pensamento se entrelaçam as intenções de seda e fortes emoções feitas da fibra de Sisal. Do pé colho amoras maduras e na mente elaboro o paraíso particular com rota e sem nenhum pejo, Acendo o fogo interno do candeeiro para que nada apague o amor eterno. Apontar em silêncio para as curvas vertiginosas para você se aventurar sempre uma nova viagem em mim encontrar, De ti colher os suspiros mais delirantes frutados, enrodilhar os nossos desejos apaixonados. Com beijos alucinados vestir a tua pele de mimos, Trazer o mais do opulento êxtase para enfeitar a suamesa e plantar em ti o seu olhar sedutor, para que nos primeiros toques eletrizantes de lábios provocantes capture o sentido do amor.

Luminescência atraente sobre curvas hipnóticas, Suspiro simplesmente
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Luminescência atraente sobre curvas hipnóticas, Suspiro simplesmente ao querer o flamejante e o beijo de romance. Tua pele tem luz própria e convida ao opulento, O teu olhar irrepreensível seduz-me irrefreável, O teu toque magnético encontra bem fácil o ponto de contato e põe tudo incontrolável. Teu lábios convidativos nos colocam festivos, do jeito que só você sabe, Como se colhe em tempo sutilezas e as melhores Cerejas do Rio Grande.

Espalhamento dos sentidos na inauguração íntima do emaranhamento de peles,
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Espalhamento dos sentidos na inauguração íntima do emaranhamento de peles, Troca de olhares de furacão para levar embora tudo o quê não se faz em público, e montam nas nossas mentes construções clandestinas capazes de tirar a nossa concentração durante o dia. A pausa sedutora orquestra música amorosa que preludia o êxtase iniciado pelo dedos curiosos para nos mesclarmos com o aroma da madrugada inaugurada com céu aberto. O vento sacode a Primavera que adorna a nossa janela para dar boas-vindas ao amor que todos os dias se reitera, com os dois pés na amada terra.

A tua existência sobre a minha sem resistência
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A tua existência sobre a minha sem resistência faz residência no florescimento dos Garapuvus de Florianópolis como residência, Por isso não há nada no mundo que plante a ideia de desistência, O meu coração tem raízes na terra e no teu peito com plena consistência, E da mesma maneira a utopia elegida, o romance e a consciência.