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Frase de Anna Flávia Schmitt

Negro, esguio, barbudo, aparentando ter uma idade avançada, com o seu chapéu de palha trançada de maneira incomum e delicada, com suas roupas de algodão, e com vários assuntos na ponta língua. Janjão caminhava muito o dia todo, com o seu cajado e com um saco enorme nas costas repleto de soluções, para todas as classes e estações: Nunca o vi exaltado ou reclamando, não havia quem não o saudasse, e não adiantava nem mesmo oferecer caronas, pois rejeitava todas. Acreditava que ficaria mal acostumado, e dizia que se parasse de caminhar a morte o alcançaria muito mais rápido. Até hoje não sei como levava o mundo nas costas o dia inteiro, dentro daquele saco nada murchava, o quê era de horta e as ervas medicinais até pareciam colhidas na hora; Sem contar os objetos de madeira pacientemente esculpidos que mostrava todo orgulhoso. Todos compravam com ele, o povo e os doutores que tinham os seus sítios, e quem não pudesse pagar, Ele dizia para pegar o quê quisesse sem se preocupar. A sabedoria dele era sem falha, parecia que Deus através dele quando conosco conversava. Nós como crianças gostávamos de ir até ele para conversar, para viver a aventura do caminho que levava para a casa dele, e que parecia mais um jardim botânico paralelo ao rio completamente cristalino, Tudo ali era plantado por ele e sem nenhum equívoco.

Anna Flávia Schmitt

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Nas formações da Ilha do Arvoredo a beleza sem retoques, sem nenhum receio, revela-se coralínea em ti catarina serena, no teu íntimo sossega e no teu ser se revela. ... Como sereia colocar você em transe alucinante, Hipnotizar e me seguir pelos Corais da Ilha da Galé e fazer você voltar a ter no amor a mais vigorosa fé.