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Frases de Anna Flávia Schmitt

1.152 frases

Quando Mamoninha do mato florescer para alimentar as nossas abelhas nativas,
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Quando Mamoninha do mato florescer para alimentar as nossas abelhas nativas, Estarei cuidando ainda melhor dos sonhos e das expectativas, Porque confesso que do meu modo acanhado te tenho amor, Com o meu recato para nós preservo e guardo o meu melhor. Porque quando chegar a hora de alimentar os pássaros do impulsos e das emoções, Sei que estaremos preparados para viver o que esperamos, e assumiremos dedicados; Porque um pelo outro temos o que não pode ser explicado, e no íntimo vive mergulhado.

O espaço sagrado da alma é definido por um código de honra de um povo do flanco que
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O espaço sagrado da alma é definido por um código de honra de um povo do flanco que absolutamente ninguém tomba, porque preza o cuidado real sempre à espera da primavera. O éter da terra dos cavaleiros nascidos vitoriosos e libertados, e que impérios derrotaram, reconheço os traços herdados, e mantenho todos preservados. A terra, as águas, o céu e o tempo os tenho todos como aliados, dos pensamentos e impulsos tenho orgulho de manter indomados. Tudo em fios dos séculos bordados refinados com a arte dos aguardos, com os olhos para as alturas voltados.

Dar espaço para tudo melhorar entre nós, onde eu e você tenhamos
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Dar espaço para tudo melhorar entre nós, onde eu e você tenhamos sempre a nossa voz. O mundo está em guerra, nós não precisamos dela, e nem que ela venha ser puxada para a nossa terra. Só quero que saiba que floresce a Paineira Rosa, os guarás sobrevoam, e tudo sempre passa. Fazer daqui um lugar melhor é voto particular, que cabe cada um levar sem deixar se perturbar.

A minha liberdade como mulher não deve oferecer risco para mim,
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A minha liberdade como mulher não deve oferecer risco para mim, para outra mulher, a quem quer que seja, e tampouco oferecer risco ao meu país, A minha liberdade como mulher não deve ser encarada nunca como ameaça ou ofensa; E da mesma maneira que a sua deve existir reconhecendo o seu lugar, e o dever inalienável de usar a cabeça para pensar.

Pode parecer ambiguidade manter vivo o que adversa como forma de resistência
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Pode parecer ambiguidade manter vivo o que adversa como forma de resistência sem abrir a porta para a guerra, Desta maneira é que se prova a própria sabedoria e resiliência, porque conviver desafia, e também pede a nossa paciência. Busca não se deixar pelo conflito deste mês de março que está cruzando para enfeiar o caminho; A realidade pode ser moldada, merecemos o melhor destino, mantenha o olhar atento para não ser por nada distraído. Busque folhas de Caroba branca para fazer o teu carinhoso banho, Não desvie do teu bonito plano, não permita que nada desequilibre, porque tu estás firme caminhando, e não merece ser desmobilizado. O convívio desafia diariamente, mas muito pior é ter que lidar com quem quer a distância alimentar o conflito e a desesperança, para que a tempestade tu venhas arcar.

Quando a Lua de Sangue cruzasse o Sarv já era a promessa da última
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Quando a Lua de Sangue cruzasse o Sarv já era a promessa da última guerra da Humanidade, O final desta guerra nem eu nem ninguém sabe, Matar um povo desarmado é coisa de gente covarde. Não posso fingir que nada está acontecendo --- Daqui a pouco será espalhada, e levará muito tempo: Não diga que não foi avisada. Quero que entenda que toda guerra é anunciada, Ela chega quebrando tudo dentro como prelúdio da aberrante entrada, Não quero jamais que abra refúgio para a ideia de guerra fazer a tua essência capturada.

Não quero o igual fim do Palácio Golestan, e nem igual isolamento
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Não quero o igual fim do Palácio Golestan, e nem igual isolamento vivido pelo Hansaray, Uma redoma particular criei para preservar, o teu amor honrar, e muito te orgulhar. Não somos fantasia como Linha Durand que não deveria nem mesmo ter começado; Um pertence ao outro, e o teu faro sabe que o meu mundo não tem nada de limitado. Não perco tempo com aquilo que põe o coração desviado, Nas minhas mãos tenho o cuidado e o arco e a flecha, por conhecer o que é de valor elevado.

As chuvas de março ainda não vieram para lavar e o coração renovar,
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As chuvas de março ainda não vieram para lavar e o coração renovar, Guerras sempre deixam lições para aprender, E se eleger adversar, o faça sem abrir frestas para o inimigo externo no território nunca entrar. A paz nunca é perfeita, e por menor que seja, Cabe a gente preservar como a Quaresmeira que resiste o que passa ao redor para a floração neste tempo não faltar, Espero contar contigo para o melhor preservar. Nós merecemos manter o que é nosso intocado, o amor no coração e o olhar esperançado, Para ninguém jamais colocar aprisionado o que nos move adiante fazendo cada passo resiliente e imparável.

Sem nenhum exagero por hora, gostaria de não ter visto, o pior capítulo que vi na vida,
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Sem nenhum exagero por hora, gostaria de não ter visto, o pior capítulo que vi na vida, Qualquer minúscula mercadoria do Tehran Grand Bazar tem infinitamente mais valia, do que qualquer umazinha que se preste a serventia, em nome dos pecados capitais para ceifar vidas como ninguém importasse nenhum pouco mais. Uma minúscula mercadoria mesmo sob ruínas e destroços dos corredores que foram pelas bombas explodidos, tem o seu valor mantido, porque nela estão contidos os valores que jamais se tombam nem às armas, diferentemente de umas e outras que se renderam à morte, e ao absurdo vulgar nas praças. Falo das deslumbradas, que servis capturadas tiraram os véus, fotografaram a nudez, o caráter e a insensatez, e sem nenhum pudor dançaram para se expor diante dos olhos de todos nós os próprios corpos empunhando a bandeira nacional; Tudo em nome de uma liberdade que custasse o que custasse o preço da vida do seu povo, a história e a memória para servir ao escuso jogo. In Memoriam às meninas de Minab.

Conheço o meu Brasil Brasileiro, na palma da mão e por inteiro, Do Maranhão ao Rio Grande do Sul
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Conheço o meu Brasil Brasileiro, na palma da mão e por inteiro, Do Maranhão ao Rio Grande do Sul o meu oceano é o Atlântico Sul. Seja na terra, na água ou no ar, o coração por ele bate intocado, Nutro o romântico e apaixonado, e não há que seja capaz de desviar. Se amar é questão de acertar, nem mesmo a tempestade será capaz do amor na vida dispersar. Sempre que quando todos se vão, a permanência integra ao chão não me permite jamais a evasão.

Parte minha é estrangeira, e a outra parte é indígena nascida de Norte ao Sul
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Parte minha é estrangeira, e a outra parte é indígena nascida de Norte ao Sul abraçada amorosamente pelo Oceano Atlântico, Aqui têm todas as razões de ser o destino romântico. O Hemisfério Celestial Sul guarda a Amazônia Azul do meu Brasil Brasileiro, que é terra do Pau-Brasil, ninho do Sabiá-laranjeira e terra de absoluta beleza. Entre sóis, luares e chuvas, não há outra terra que caiba com todos os sonhos que nutro todos os dias com amor, ternura e folias. Desta vida nada excluo, nesta terra que me ensinou honrosamente seguir de pé com tristezas e alegrias.

Uma parte de mim descansa por saber que leva em si a tradição
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Uma parte de mim descansa por saber que leva em si a tradição entre belas montanhas, sem perder esperanças. Nasceu capaz de sair muito antes da Primavera, se for preciso fazer guerra contra qualquer guerra, e contra qualquer quimera. Jamais por escolha e nem por ter nascido forjado para a guerra, e sim por amor à terra, nenhum pouco efêmera. Com o brilho cortante da estrela mais brilhante do rigoroso Inverno e nascido tão belo, que ouso chamar de meu o seu Universo.

O Atlântico Norte que corteja e beija o Pará e o Amapá, Traz a aspiração que te festeja
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O Atlântico Norte que corteja e beija o Pará e o Amapá, Traz a aspiração que te festeja com o balanço das ondas do mar e a alma inunda --- Assim como Sumaúma que tal qual sentinela na paisagem testemunha, O amor que floresceu e todo gentil despontou. Entre fronteiras floresço com o Angelim-Vermelho, para mostrar que pertenço do meu mais amoroso jeito, Que pode não ser perfeito, mas diz que tu és meu, e te mereço pleno e inteiro. No Amapá plenamente rendo ao místico Mangue-Vermelho o poemário em profundidade, E o látex do Amapá-doce deixo que a palavra domine com dulçor e amabilidade, porque não conheço o limite quando se trata de você que é céu.

Quando todos se forem sou a flor que rompe a dureza asfáltica,
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Quando todos se forem sou a flor que rompe a dureza asfáltica, A minha guerra sempre será contra a guerra, sou enraizada na terra. Não importa quanto tempo venha durar, Com fogo cruzado nasci com intimidade silenciar não faz parte; Está para nascer quem haverá de me deter. Como sopro de liberdade feito para enlouquecer os senhores da guerra, Carrego sem ceder, e sem os esquecer...; Com pequenas coisas não tenho tempo a perder. Por ser semente além do tempo invernal, estarei sendo plantada para vencer o grande Mal.

Como se fosse a primeira vez, ouço a canção do Norte do Morro dos Ventos Uivantes,
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Como se fosse a primeira vez, ouço a canção do Norte do Morro dos Ventos Uivantes, Percebo que amar realmente exige muito mais do que sorte. Galopando doces fantasias pelos pastos afegãos rumo as pradarias alpinas. Para que possa alcançar as luas crescentes no olhar mais belo de todo o Universo, Algo me diz que escolhi o caminho mais correto.

Colher amorosas ramas da Jurema branca no afã de preparar um descanso
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Colher amorosas ramas da Jurema branca no afã de preparar um descanso para a sua mente cansada, Com certeza está no meu romântico e doce plano --- e dele não vou desistir nem mesmo por engano. Facilmente no futuro próximo entenderás que para me alcançar, nunca será pela força, e sim pela mansidão; para que te retribua com o meu coração, e sermos a habitação. Não há outra maneira de alcançar e ser alcançado que não seja pela cortesia que dá e se retribui para fazer ainda melhor o dia-a-dia, e nos pôr em sintonia. Quanto mais cortesia, mais sintonia e sinergia acordadas forem --- Tempos ruins passarão por nós sem mesmo ser percebidos, e serão abertos todos os nossos caminhos.

Passaram por nós o nosso Carnaval, a Quarta-feira de Cinzas
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Passaram por nós o nosso Carnaval, a Quarta-feira de Cinzas e as lindas nostalgias, Não esqueci de manter vivas as alegrias, e tudo o que faz o coração se derreter. Os sambas deste ano continuo ouvindo, Quero acreditar que o teu amor está escrito no destino para deixar a chama intensa, envolver e de amor bamba. Porque se não for por amor que ao menos vire um bom samba, Para não deixar perder a beleza deste tempo que é ver pelo caminho o Jacarandá de espinho florindo e o teu sorriso para mim se abrindo.