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Frases de Andressa. S

29 frases

Ah o amor! Uma espécie de apego, dependência, cuidado. Um tipo comum de dois, tipo você e eu, tipo nós.
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Ah o amor! Uma espécie de apego, dependência, cuidado. Um tipo comum de dois, tipo você e eu, tipo nós. Ah, o nosso amor! Que saudade nenhuma conseguiria definir, nem as horas diminuir. Queria controlar o tempo, queria paralisá-lo a cada abraço seu. Queria muito e um pouco mais de você.

ISENTO Você me mantém interligada em todas as suas conexões de loucura. E eu me pergunto até que ponto eu sou capaz de entrar nessa loucura com você, segurar sua mão, seu cigarro também. Até que ponto você vive nessa loucura cotidiana e eu te encubro, te protejo, te faço acredi…
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ISENTO Você me mantém interligada em todas as suas conexões de loucura. E eu me pergunto até que ponto eu sou capaz de entrar nessa loucura com você, segurar sua mão, seu cigarro também. Até que ponto você vive nessa loucura cotidiana e eu te encubro, te protejo, te faço acreditar em mim. Até que ponto! Eu fujo todas as vezes. E na tentativa frustrada, eu sempre acabo em seus braços, em suas mãos, em seus lábios...Eu sempre acabo! Acabo comigo e com todas as possibilidades de resistência. Acabo com os sentimentos das pessoas, porque toda vez que me remeto a você eu acabo esquecendo que deixei de fugir para a pessoa certa, ou pelo menos a pessoa que me acerta. E você se afasta ( parecendo ler meus pensamentos), eu acho graça de mim, de você, dessa situação, Sou a PALHAÇA! As distâncias tem lá sua vantagens. Melhor eu aproveitar! Misturar bebidas assim como pessoas dá uma ressaca danada, espero que entenda! Espero que eu entenda. Que apesar de ser gostoso, prazeroso, excitante, perigoso e todos esses nomes que expressaria tudo que é danoso e letal, que apesar de tudo, a gente cansa. Cansa de ser quem finge ser, só para ganhar umas noites gostosa de prazer. Cansa de curar a ferida do outro e minar a sua. Desiste de pular da pedra mais alta, deixa de voar só para vê-lo pequeno, dependente do seu cuidado superior. Deixa de priorizar a felicidade alheia e passa a se concentrar na alegria ofertada quase goela a baixo por quem nos deseja, nos quer muito bem. Deixa de viver um amor platônico, burro e existente só em sua cabeça Deixa, sobretudo, de ser menina inocente, descabida, desmedida. Descobre o sentido de ser de alguém e a tolice de ser para alguém. Entende que a vida tem mesmo dessas coisas tolas, e quão boa elas são. Pois o crescimento em si depende de tudo isso. E cresce!

Um, dois, três... Era assim todas as noites antes de dormir. Pedia paciência, serenidade, cautela,
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Um, dois, três... Era assim todas as noites antes de dormir. Pedia paciência, serenidade, cautela, Pedia você, baixinho. Pedia várias vezes. Na infinidade de possibilidades numéricas, você apareceu. O número mais incógnito de toda matemática viva. Minha razão, equação, meu positivo multiplicado, Meu infinito ao quadrado. Meu número real.

Liguei algumas vezes durante a noite, tentando aliviar a tensão, angustia, tristeza aparente. De todas as ligações frustrantes na madrugada, essa foi a mais dramática. Eu era a necessitada dessa vez, eu havia ligado. - Oi ?
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Liguei algumas vezes durante a noite, tentando aliviar a tensão, angustia, tristeza aparente. De todas as ligações frustrantes na madrugada, essa foi a mais dramática. Eu era a necessitada dessa vez, eu havia ligado. - Oi ? Ele produziu algum som, como se estivesse sendo acordado, incomodado. - Oooiii. Disse ele - Estava dormindo? - Acho que ainda estou, disse ele. - Não estou conseguindo assistir, dormir, me concentrar em alguma coisa. Disse-lhe, tentando encontrar algum abrigo provisório para as minhas insanidades noturnas. - Escreva. Disse ele, em um tom de cansaço. Ele sabe que quando escrevo falo muito, me exponho demais. Deixo-me abrir, fico transparente, vulnerável. - É, uma boa ideia. Respondi insatisfeita. Se alguém remete uma ligação, é porque precisa conversar. Se alguém escreve é porque precisa externa essa conversa de forma mais clara, SENSÍVEL. - Te ligo amanhã. Repreendeu ele, parecendo prestativo, solícito. Brincando com os meus sonos comatosos. - Ta. Boa Noite, até amanhã. Desligamos!

Se eu soubesse de verdade designar, descrever, dimensionar o tamanho dessas incertezas que cabem aqui dentro, de verdade, eu as mataria. Dói saber que você não tem as armas certas para usar, dói ainda mais não saber que sentimento combater. A solidão é fria, ela me congela por…
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Se eu soubesse de verdade designar, descrever, dimensionar o tamanho dessas incertezas que cabem aqui dentro, de verdade, eu as mataria. Dói saber que você não tem as armas certas para usar, dói ainda mais não saber que sentimento combater. A solidão é fria, ela me congela por dentro a cada segundo, mostrando o quanto eu tenho que ser resistente. A tristeza aparece em seguida, mostrando o quanto eu sou fraca, ela ri de mim, afinal, sabe ela que eu não executo bem as atividades da dona solidão. Por fim o amor aparece, escondido a porta entre aberta, ele é medroso. Eu sei. Ele aparece com uma face piedosa, como se tivesse o dever de me libertar desse emaranhado de isolamento. Como agora e sempre, Finjo que estou bem e ele acredita, e vai embora. Permaneço confusa, solitária, triste e sem o amor.

Eu adoro quando a noite vai chegando anunciando sua presença. Gosto do som diferenciado que o celular produz quando recebe uma chamada sua e seu nome brilha na tela; Gosto do som das mensagem recebidas, hesito em visualiza-las rapidamente, só para ter o gostinho de imaginar o c…
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Eu adoro quando a noite vai chegando anunciando sua presença. Gosto do som diferenciado que o celular produz quando recebe uma chamada sua e seu nome brilha na tela; Gosto do som das mensagem recebidas, hesito em visualiza-las rapidamente, só para ter o gostinho de imaginar o conteúdo delas; Gosto do som de sua voz ao soar um Olá, Boa noite, Huum,; Eu gosto ainda mais de quando seus lábios se movimentam soletrando meu nome; Gosto de imaginar o toque, de sentir, de me entregar completamente em seus braços; Eu gosto do desafio de te conhecer um pouquinho a cada dia, de desvendar os seus mistérios; Gosto de quando rimos involuntariamente, gosto de quando te faço sorrir. Os dias ganharam uma razão, novos motivos. Eu ganhei você!

E eu adorava colecionar. Colecionava sentimentos extintos, amores rasos, indivíduos artificiais. Colecionava dores, esse era o maior álbum. Colecionava as minhas, as suas, e as que perdiam ao meio do caminho.Colecionei amores, mas, esse é trabalhoso demais. Requer tempo e atenç…
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E eu adorava colecionar. Colecionava sentimentos extintos, amores rasos, indivíduos artificiais. Colecionava dores, esse era o maior álbum. Colecionava as minhas, as suas, e as que perdiam ao meio do caminho.Colecionei amores, mas, esse é trabalhoso demais. Requer tempo e atenção individualizada, cada figurinha em seu lugar. E agora está em exposição!

SONHO PERDIDO Era uma noite como todas as outras, essas noites em que o desejo fala mais alto. E pra variar, meu desejo era dele, só dele. As tentativas eram muitas, mas o desejo prevaleceu.
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SONHO PERDIDO Era uma noite como todas as outras, essas noites em que o desejo fala mais alto. E pra variar, meu desejo era dele, só dele. As tentativas eram muitas, mas o desejo prevaleceu. "Queria levá-la comigo", disse ele. E minhas forças se dissiparam, queria vê-lo também. E ele surge na minha porta com seu automóvel que mais parece raios de luz, e me ilumina. Nos olhamos, e ele brilhou de uma maneira rara dentro de mim. E me soltou na noite, me deixando conviver com as infinitas possibilidades. Mas o que eu quero está a um passo de mim, está a centímetros de minha boca, do meu corpo. E ele não entende! A noite soa como despedida, no fundo sabemos que é justamente isso, uma despedida. E a cada passo, cada ato, eu o observo detalhadamente. Ele retorna a mesa com o cheiro agradável, que, só ele faz o cigarro ter. E a insanidade se externa. Tento me recompor.... Estou faminto! diz ele E isso chega em mim por inúmeras sinapses, choques elétricos envolvem meu corpo. Nos vamos embora e ele estaciona para matar a fome. (Ah, não era eu o alimento) Nos comemos, a nossa maneira, dentro das nossas possibilidades e impossibilidades. E eu me despeço, não como das outras vezes, ratifico que é a nossa última vez. E ele intervém com instrumentos envolventes. E numa tentativa insana ele tenta me perfumar com o seu perfume, não dessa vez. Não queria ter do que me lembrar, como nas noites anteriores. Gotículas rolam. E eu sinceramente não entendo o motivo dessa tempestade interna querer se externa. É a última vez! Até que.... Adeus, Meu Precipício! Me despeço com saudades de nossas quedas livres, de todos os risos que nos oferecemos um ao outro, das irritações. Me despeço com saudades da menina que eu era quando o menino que ele não mostrava ser, estava comigo. Saudade é não ter e mesmo assim querer saber. É ele! (E a trilogia dos tons termina aqui.)

E a vida vai tecendo alguns caminhos, emaranhado outros, completando seu ciclo. A vitalidade as vezes esquecesse de mim, dos meus impulsos, surtos. Eu também esqueço dela, só as vezes, quando a tristeza insiste em permanecer, quando a dor prevalece, sabe? Pois é, eu também talv…
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E a vida vai tecendo alguns caminhos, emaranhado outros, completando seu ciclo. A vitalidade as vezes esquecesse de mim, dos meus impulsos, surtos. Eu também esqueço dela, só as vezes, quando a tristeza insiste em permanecer, quando a dor prevalece, sabe? Pois é, eu também talvez não saiba, só sinta. Sentir é melhor que saber e ser. Sou de uma maneira e me sinto de outra. É onde entra o decesso sem fim ou pausa.

Sinto sensações inescritas, sorrisos predisponentes a delírios. Tenho pensando em você algumas vezes, sorrindo na maioria das vezes, maliciosamente. Você sabe! Tenho pensando nas vidas em que habito e na estadia de alguns em mim.
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Sinto sensações inescritas, sorrisos predisponentes a delírios. Tenho pensando em você algumas vezes, sorrindo na maioria das vezes, maliciosamente. Você sabe! Tenho pensando nas vidas em que habito e na estadia de alguns em mim. Tenho tentando me adaptar ao uso dos sapatos, apesar dos pés sofrerem com os calos e inflamações. Os pés descalços, apontando para a janela, vista de uma lua sedutora e de estrelas radiantes. Olhando os dedos saltitantes e livres reconheço o valor de ser livre, o valor da liberdade. Tenho tentando me adaptar as amarras impostas e opostas. Tenho tentando... E tentar, às vezes cansa. Requer ar, tentar, sem ar, sufocar.

Ele sorri deliberadamente malicioso, provocando arrepios e um mistério que jamais ninguém me viu viver. É tanto mistério que me vejo em contos, não os de fadas, os seus contos. Ele me faz escapar de mim mesma, dos medos, meus medos internos. ELE ME FAZ ESQUECER do que não é nec…
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Ele sorri deliberadamente malicioso, provocando arrepios e um mistério que jamais ninguém me viu viver. É tanto mistério que me vejo em contos, não os de fadas, os seus contos. Ele me faz escapar de mim mesma, dos medos, meus medos internos. ELE ME FAZ ESQUECER do que não é necessário lembrar.

VOCÊ VAI LEMBRAR DE MIM, OU EU NÃO ESQUECEREI DE VOCÊ? Dúvida internas, ele denominava assim as minhas inquietações. E passado tanto tempo de convalescência, eu já não sabia distinguir o que era dúvida ou certeza.
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VOCÊ VAI LEMBRAR DE MIM, OU EU NÃO ESQUECEREI DE VOCÊ? Dúvida internas, ele denominava assim as minhas inquietações. E passado tanto tempo de convalescência, eu já não sabia distinguir o que era dúvida ou certeza. Desejava realizar uma limpeza terminal em todos os sentimentos, pessoas, lugares, situações, necessitava de memória novas. Mas, se aventurar ao inesperado é se expor demais, é tornar-se vulnerável a ponto de ser manipulada. Não estava preparada! Ele não entende, ou tenta deixar as coisas mais difíceis. E consegue! É uma espécie de forças contrárias, a minha contra a dele, mundos paralelos, vidas opostas, situações distintas e muitos, muitos problemas envoltos. Mas ele não entende! E fica de birra. E eu sinto. Mas não consigo me arrastar, suplicá-lo. Deixo ir. Ele me deixa ir também. Nos deixamos de forma insossa. " Somos iguais, somos, temos os mesmos desejos... Corpo ardendo um pelo outro. Sei que você quer mais, eu também QUERO. Precisamos, MINHA EXTENSÃO." Deu-se o des(encontro)

IRREFLETIDA O sol já nasceu faz tempo, acorde menina! Olhe aquelas pessoas silenciosas, você consegue visualizá-las, elas não. Vivem de tal modo, que acreditam viver. Enganam-se!
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IRREFLETIDA O sol já nasceu faz tempo, acorde menina! Olhe aquelas pessoas silenciosas, você consegue visualizá-las, elas não. Vivem de tal modo, que acreditam viver. Enganam-se! Psiu, repare na moça de casaquinho cinza, sentada só naquele imenso corredor. O que será que ela acha que é? Todos os dias ela se apóia ao mesmo lugar, senta-se no canto, sozinha, quase sempre. Repare na forma como ela olha, ela parece ter medo de tudo, de todos. Parece conviver com medos internos. Vá até lá, conheça-a. Os mistérios que ela trás consigo responderia as suas inquietações. Engraçado é perceber que a moça do canto, só, misteriosa, era eu através do espelho. Estranho é não reconhecer o meu reflexo e ainda assim viver.