Se tu queres uma alma gêmea vá ao cinema assistir Walt Disney do contrário encare a realidade, saia da casca tenha coragem, olhe pra frente e veja alguém que vá te revelar, te expor na intimidade e descubra que não importa os dias bons ou ruins e sim o que fez nestes dias.
Frases de Alexandre Scaldaferri
143 frases
Se tua vida não está boa, mude de vida e pare de reclamar. Se algumas pessoas insistem em querer lhe derrubar, fique de pé só para irritá-las. Se não tem o que quer, saia em busca dos teus objetivos.
A psicologia do “amor” e da “auto-ajuda” nega o não que é a própria essência da existência de quem o nega.
Para existir o sim tem que existir o não e ao transformar tudo em "coisas bonitinhas" perde-se a essência da vida
Não penses nada de mim por meio do julgamento alheio, não me veja pelos olhos de outrem, não avalies minha tez sem me tocar, não diga meu sabor sem degustar. Tu me pareces mais autêntica. Construa tuas próprias experiências.
A viagem A viagem transpassa Passa pelo palpável
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A viagem A viagem transpassa Passa pelo palpável Apalpa o intocável Toca o tangível Tange o imponderável A viagem é física É mental Sentimental A viagem é movimento Se move estanque Voa na imaginação Contorce e alivia no coração A viagem experimenta sentidos Toques externos Percursos internos É tudo a um só tempo Percebido ou não Viagem profunda Aprofunda Esbarra no raso É movimento mesmo parado A viagem haje em
A inversão de valores chegou ao amor. Pouco importa quem te ama e muito importa qualquer um. Se perde o importante e fica com o que não vale. Escolha estranha pra humanidade olhando do meu disco voador. Esquecem de manter o que já conquistaram e se não mantem perdem para uma jard…
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A inversão de valores chegou ao amor. Pouco importa quem te ama e muito importa qualquer um. Se perde o importante e fica com o que não vale. Escolha estranha pra humanidade olhando do meu disco voador. Esquecem de manter o que já conquistaram e se não mantem perdem para uma jardineira melhor. Pois o jardim floresce cuidado e morre ao contrário. Povo estranho estes humanos. Carentes em tempo integral.
O amor sozinho queima como o fogo ateado ao mato seco. Acompanhado aquece e aconchega na fogueira a dois na noite vendo a lua e as estrelas. Amar sozinho não me serve. Nasci para trilhas que se cruzam para perder o fôlego no respirar do beijo na boca dela. Da energia que se mistu…
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O amor sozinho queima como o fogo ateado ao mato seco. Acompanhado aquece e aconchega na fogueira a dois na noite vendo a lua e as estrelas. Amar sozinho não me serve. Nasci para trilhas que se cruzam para perder o fôlego no respirar do beijo na boca dela. Da energia que se mistura dos nossos corpos. Quanto mais, mais me dou. Quanto menos, menos estou e me vou. Ir estando no mesmo lugar. Ir, pois é preciso se retirar, mas estar comigo mesmo em todo lugar. Os lugares são os mesmos, pois a rotina esta no dia a dia, mas lugares novos para visitar também me levo para passear. Talvez novas companhias, mas uma sempre esta que sou eu a me acompanhar. Quem quiser vir comigo enquanto amor pode ficar, do contrário escolho sozinho continuar.
Amo a Chuva! Chuva é um fenômeno meteorológico que resulta da precipitação das gotas líquidas ou sólidas da água das nuvens. Durante o fenômeno, gotas pequenas crescem por difusão de vapor de água. Ao cair, a profusão de gotas refresca os ambientes, alimenta lagos e rios, mata a…
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Amo a Chuva! Chuva é um fenômeno meteorológico que resulta da precipitação das gotas líquidas ou sólidas da água das nuvens. Durante o fenômeno, gotas pequenas crescem por difusão de vapor de água. Ao cair, a profusão de gotas refresca os ambientes, alimenta lagos e rios, mata a sede, escorre pela terra, lambe os corpos e convida ao entrelaçamento de braços e pernas e libera sons mágicos.
Quero de Volta Quero de volta minhas noites de chuva, minhas estrelas, meu céu nublado e o vento cortado. Minha lua em todos os estágios. Nova, crescente, quarto crescente, cheia, minguante e quarto minguante.
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Quero de Volta Quero de volta minhas noites de chuva, minhas estrelas, meu céu nublado e o vento cortado. Minha lua em todos os estágios. Nova, crescente, quarto crescente, cheia, minguante e quarto minguante. Deitar na grama, na areia ou na terra para viajar no espaço e ver as figuras que se formam com o movimento das nuvens. Balançar na rede e embalar a rede. O papo solto, os assuntos proibidos, os assuntos leves e também os pesados. As verdades de qualquer estirpe. As músicas de qualquer espécie. As espécies que falam da gente e que falam nada. Que fazem sentido e que sentido não tem. Quero de volta o acordar mais tarde com o peso do teu corpo e o carinho de um beijo. O roçar de dedos, de mãos, de pernas, de narizes, línguas e corpos, do roçar das mentes. Os prazeres, arrepios e gozos. As pernas que pesam umas sobre as outras, as pernas que descansam umas nas outras. As pernas que seguem as mesmas trilhas, que caem e se levantam, que se cortam e se cuidam. Os pés que acariciam outros pés. Os olhos e olhares diretos, furtivos e de lado. O cuidado do corpo, da alma, das feridas, dos achares e dos pensares. As brincadeiras sem graça com grandes risadas, risadas que não acabam e risadas da seriedade. Quero de volta a honesta palavra e a atitude honesta. O reto, sem subterfúgios, as escolhas diretas, a prioridade, o correto jeito das coisas. A transparência das roupas, da alma e da mente. As corridas, os treinos, a endorfina, o prazer da diversão a cada passo, a cada papo, a cada abraço, a cada pingo, pingo de suor, suor que encharca, encharca o corpo e a alma. Quero de volta meus sonhos, meus pesadelos, minhas ilusões, minhas desilusões, fantasias, viagens e imaginações. Quero de volta as surpresas feitas, as surpresas recebidas. Quero de volta a alegria pura, a felicidade gratuita, o encontro por acaso e também o descarado. Quero de volta o namoro na chuva.
O tempo para quem se importa Aquele dia começou, após uma noite mal dormida, com umamúsica no fundo, bem lá no fundo da cabeça, imperceptível, mas insistente. Arotina de sempre: levanta, lava o rosto, escova os dentes, dá uma olhada noespelho, faz a barba... Neste momento vem à…
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O tempo para quem se importa Aquele dia começou, após uma noite mal dormida, com umamúsica no fundo, bem lá no fundo da cabeça, imperceptível, mas insistente. Arotina de sempre: levanta, lava o rosto, escova os dentes, dá uma olhada noespelho, faz a barba... Neste momento vem à mente as tarefas do dia e tudocomeça a acelerar, a mente foca no que tem de ser feito, o corpo segue asdeterminações e tudo entra no automático. Naquele dia tudo podia ter sido diferente,mas a vida contemporânea exige e cobra o tempo. O tempo é o que se teve, se tem e terá. É o que deixa a vidafeliz ou triste, prazerosa ou penosa. Aquele dia começou e o tempo de lá paracá já se foi. Neste relacionamento intenso entre a vida e o tempo é precisocuidado para com o segundo de tal forma que o primeiro seja beneficiado. Seassim não for, a vida pesa e o tempo se rebela. Não adianta esconder, mentir,ajeitar, dissimular, fingir, não olhar..., pois o tempo é transparente esensitivo. Esta presente querendo ou não, gostando ou não. Ele não tem escolha. Anteontem pensou-se no amanhã e a promessa foi feita: nestetempo escasso, a música lá do fundo sairá e vai tomar corpo e será tocada eescutada na integra com direito a reflexão e até repetição, mas o amanhã já foioutro dia e se tornou o ontem e a canção reprimida continuou lá no fundo,escondida atrás das fachadas erguidas para manter algo de valor duvidoso. E o tempo hoje se apresenta e novamente a promessa é feita erefeita. Quem sabe amanhã tudo muda e a música poderá tocar num tempo normal,menos acelerado, menos dinâmico e assim a fala poderá ser dita e escutada, ocarinho poderá ser dado e recebido, tudo com profundidade e tempo para serapreciado e trocado.
E assim passaram-se os dias, contemplando a lua que exercia uma estranha atração nela. De dia sonhava e de noite acordava. Encontra-la mesmo que naquela maldição era tudo o que lhe restava. Lutar para quebrar o feitiço era a única opção, mas a luta permanecia no estranho ato de s…
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E assim passaram-se os dias, contemplando a lua que exercia uma estranha atração nela. De dia sonhava e de noite acordava. Encontra-la mesmo que naquela maldição era tudo o que lhe restava. Lutar para quebrar o feitiço era a única opção, mas a luta permanecia no estranho ato de sonhar de dia e acordar a noite e de longe ficar a contemplar a beleza e sentir a energia apesar da distância. Dia após dia, noite após noite, sonhos de faces randômicas que despertavam sentimentos nunca dantes percebidos e no cair da noite uma única face permanecia frente aos teus olhos, atraídos como se pudessem sair pelo espaço em sua direção e encontra-la. De repente o som estridente da campainha trespassa o quarto entra rasgando por seus ouvidos. Um salto, coração acelerado, susto. O dia amanheceu. Acorda e vai tomar o café. Tudo que se passou ficou guardado no fundo do inconsciente para novamente tomar novas formas com a visita de Morfeu. Os dias e noites assim se repetem até que naquela manhã durante o café algo parece ter-se quebrado no mais intimo daquele ser. Demorou mais do que o normal sentado com o olhar vagando pela janela. Não sentia sono, não sentia o cheiro forte do café coado na hora, não sentia nada. E dentro daquele vazio apenas tua mente fervia e quanto mais fervia mais o coração disparava. O pânico se instalou, um nó na garganta, um soco na boca do estomago, o mundo girava e girava e girava cada vez mais rápido. Ela reúne toda a força que lhe resta. Tenta levantar-se, faz mais força e imóvel continua. Insiste, resiste, persiste. Pensa que esta morta, mas recusa-se a acreditar. Esta paralisada. Faz mais força e mais força e percebe um rasgo, uma fenda. Fixa-se naquele fio de vida e faz força. Sente que moveu-se. Talvez um milímetro, insiste e se vê de pé. Move-se. Passa pela porta. Move-se mais rápido e mais rápido e mais rápido e sente o ar queimar seus pulmões e o coração mais e mais acelerado. Tudo parecia caminhar para um colapso. Mas sentia vida, estava viva. Outro ao teu lado apareceu e tão rápido acompanhou e quando viram corriam. Corriam e não paravam mais. Romperam até que a noite caiu e a lua veio ter com eles. Naquele instante renasceram com o sopro de vida vindo da lua. O sopro empurrou-os para mais longe e fez deles mais rápidos e a maldição se quebrou e eles... Acordaram finalmente de um sonho a dois e foram tomar o café...
E por amor tomou-se tudo o que acontecia. E tudo o que acontecia era mera educação. E a educação levou a uma confusão.
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E por amor tomou-se tudo o que acontecia. E tudo o que acontecia era mera educação. E a educação levou a uma confusão. E a confusão despertou o interesse. E o interesse aprofundou o conhecer. E ao conhecer se apaixonou. E ao se apaixonar amou. E ao amar tudo valeu recomeçar.
Água na boca E os lábios sedentos Atraídos por outros lábios
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Água na boca E os lábios sedentos Atraídos por outros lábios Ficaram a uma distância segura Aumentando a vontade Escorrendo a sede Úmidos de desejo No sopro quente trocado Hálito que embriaga Que descontrola E conduz ao toque E desenfreado mata Mata a sede
Às vezes é preciso queimar as pontes para que os loucos não te alcacem, mas cuidado para não queimar aquelas que te ligam a quem realmente gosta de ti.
Estar certo ou errado A certeza é fruto de muitas coisas. Uma observação, um entendimento, um sentimento, uma leitura, uma confidência, uma experiência e tudo o mais que se possa usar. Às vezes uma coisa outras vezes outra coisa. Umas vezes é cair em si outras é perder de si.
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Estar certo ou errado A certeza é fruto de muitas coisas. Uma observação, um entendimento, um sentimento, uma leitura, uma confidência, uma experiência e tudo o mais que se possa usar. Às vezes uma coisa outras vezes outra coisa. Umas vezes é cair em si outras é perder de si. Estar certo e descobrir que esta errado pode ser bom ou ruim. O bom é acertar quando quer, pois às vezes não quer estar certo, pois assim o desfecho seria mais feliz. O bom é estar certo torcendo para estar errado, pois o desfecho contrário é melhor e mais feliz que estar certo. Certezas infelizes e erros felizes ou o contrário. O bom seria que certos ou errados, com certezas ou incertezas os desfechos sempre fossem felizes. Assim acertar seria bom e errar também. Mas às vezes a surpresa não vem ou vem pelas avessas. Às vezes é bom noutras nem tanto.
Já sabes quem sou eu? Não penses nada de mim por meio do julgamento alheio, não me veja pelos olhos de outrem, não avalies minha tez sem me tocar, não diga meu sabor sem degustar. Tu me pareces mais autêntica. Construa tuas próprias experiências.
O que seria um tom acima ou um tom abaixo? A experiência não serve para definir quando estamos fora do tom. O tom é complexo. Pode ser profundo, pode ser raso, pode ser médio. O tom é dado por quem emite a opinião, a inflexão, mas seu sentido depende e é obrigatoriamente definid…
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O que seria um tom acima ou um tom abaixo? A experiência não serve para definir quando estamos fora do tom. O tom é complexo. Pode ser profundo, pode ser raso, pode ser médio. O tom é dado por quem emite a opinião, a inflexão, mas seu sentido depende e é obrigatoriamente definido por quem recebe as vibrações percorridas em ondas pelo ar até seus (des) treinados ouvidos. As ondas percorrem o canal do ouvido, são transformadas em vibrações, estimulam os receptores e sofrem transdução para impulsos nervosos seguindo até o sistema nervoso. Neste ponto os sinais enérgicos, sensações, percorrem o corpo, geram calafrios, frio no estomago, agudez na espinha, euforia, alegria, coração acelerado ou nem tanto. Feito este caminho, o tom, já foi dado, explicado, sentido, devolvido como apontado na física que diz que a toda ação tem-se uma reação de direção contrária e mesma intensidade. E ainda temos os tons interpretados deliberadamente para fazer confundir ou desvirtuar o que da origem saiu, mas que não foi de agrado receber. Misturas de personalidades, culturas, valores, conhecimentos, religiões, conceitos e pré-conceitos. ÀS vezes verdade e às vezes nem tanto. Preto no branco difícil de definir com tantos tons de cinza no meio do caminho. O que seria um tom acima ou um tom abaixo? Tudo é relativo. Depende da vontade, da má ou da boa vontade. Depende do que se sente ou do vazio do coração. Depende de tudo que depende, que não se explica ou se explica demais. Enfim, dê o tom e deixe que ele se transforme, dobre, curve. O tom é seu, o que fazem com ele é problema deles.
Do valor que se dá E lá estava ela, no alto, no topo da frondosa e imponente árvore. Seu ninho parecia o mais belo visto daquela distância na ponta do penhasco que se erguia acima da floresta. Naquele ninho teria encontrado o que procurava. Não era um ninho qualquer, mas sim um…
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Do valor que se dá E lá estava ela, no alto, no topo da frondosa e imponente árvore. Seu ninho parecia o mais belo visto daquela distância na ponta do penhasco que se erguia acima da floresta. Naquele ninho teria encontrado o que procurava. Não era um ninho qualquer, mas sim um amontoado de gravetos torcidos e entrelaçados com pitadas de paixão, amor, prazer, esforço e dedicação. No começo aquele lindo ninho supria as necessidades plenamente. Mesmo que estas fossem aumentando, e se tornando descabidas, até que em um momento, um segundo, um instante, tornou-se pouco relevante. Desde então o ninho foi deixando de suprir as necessidades, em um primeiro momento puramente por se sentir pouco valorizado e solitário. Ela mal percebeu o que acontecia, pois passava o tempo a voar. Parecia ter se cansado ou se desinteressado daquilo que conquistou arduamente. Lá fora tudo parecia mais lindo, mais intenso, mais gostoso, melhor. E a cada voo, mais parecia perceber que a felicidade estava lá, lá do outro lado, em outro lugar naquela floresta, linda, quente, úmida e cheia de possibilidades de novas descobertas. O ninho ali permaneceu e se entregou. Já não tinha mais o valor que outrora tivera. Desistiu de qualquer esforço uma vez que logo percebeu do que se tratava. Uma ilusão comum, gerada por aves comuns que se faziam parecer diferentes, especiais, mas apenas estavam travestidas de penas compradas que lhes encobriam as verdadeiras. Compradas nas pedras, nos galhos altos, nos galhos baixos, nos cantos e recantos da floresta. Ela voando avistou outros ninhos, cada um mais belo e interessante que o outro. Uma libélula amiga do ninho, pousada em prosa com ele, passou um tempo a observar o que ele observava e se manifestou. “Olha meu amigo, o que vejo é o simples vazio. Um mimo ao ser ganhado e conquistado deixa de ter valor para dar lugar a outro mimo mesmo que este seja o mesmo mimo.” O ninho suspirou e sorriu. Estava pronto para receber nova visita, novas penas que não se soltassem com facilidade. Ela pousou em um destes ninhos e foi feliz, logo depois noutro e feliz foi novamente e noutro e noutro e noutro. O problema é que entre um e outro momento de felicidade dava-se o seu contrário. A infelicidade. Ora, dizia ela, sempre culpa destes ninhos. Num destes momentos de insatisfação avistou o ninho no alto, no topo da imponente árvore e sentiu-se como sempre. Que ninho belo e interessante. Pensou logo que poderia dar umas rodopiadas por lá para ver como estava. Mas ele estava diferente. Mas era o mesmo, igual. Ficou intrigada. Ela, num dia alisando as penas nas pedras para embeleza-las encontrou outra. Outra que contava garbosa como era seu ninho. Ela então se deu conta de que aquela conversa trazia saudades. Saudades do mesmo ninho, mas que agora aninhava outra. Restou-lhe voar e encontrar outros ninhos, um aqui outro acola. Ou talvez o contrário pudesse se dar e esta história seria outra.
Hoje perdi um texto Estava ali quieto a pensar. Ele veio, apareceu do nada como é de seu costume fazer. Contou-me sua história. Que tinha ido lá e lá aconteceu aquilo e que se sentiu assim e quando ela apareceu tudo mudou, porque ela fez isto, olhou assim, apontou aquilo. Ele na…
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Hoje perdi um texto Estava ali quieto a pensar. Ele veio, apareceu do nada como é de seu costume fazer. Contou-me sua história. Que tinha ido lá e lá aconteceu aquilo e que se sentiu assim e quando ela apareceu tudo mudou, porque ela fez isto, olhou assim, apontou aquilo. Ele naturalmente respondeu que aquilo não era assim e sim de outra maneira e que o que via se apresentava como de outra vez e por isso tinha feito assim. Ela ao contrário retrucou que tudo era pouco para tanto. E de repente como não era de costume, nada escreveu. E em uma distração que nem sabe dizer qual, o texto foi-se e deixou o gosto e a saudade do que poderia ter sido, mas não foi. Um branco papel sem o seus devidos traços de grafite a percorrer suas linhas. Pensou que talvez fosse assim um amor não vivido. Um texto perdido, uma página não escrita, um algo qualquer que se perdeu e não recupera mais. E assim sentindo, como para cobrir uma parte do que se perdeu, deitou os dedos sofre teclas e ao acaricia-las, um pequeno conto surgiu. O texto original se perdeu, mas o amor ficou e por ficar, criou novo encontro. Desta vez nada foi perdido e ficará marcado como que uma tatuagem na pele. É assim um texto expelido, é assim um texto perdido.
Espírito Livre Interessante Correr é pura poesia. .... eu ando cobiçando outros lugares, alguns quentes outros frios
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Espírito Livre Interessante Correr é pura poesia. .... eu ando cobiçando outros lugares, alguns quentes outros frios Tudo sempre uma viagem Às vezes quente outras fria O clima afeta a temperatua Nós afetamos o clima Correr no Rio não vai ser fácil Em Amsterdã um sonho Lá, acolá ou cá uma taça de vinho refresca ou aquece O espírito livre segue menos 10, mais 8 , 15, 25 ou 40°c
E todos olhavam. .. E os dois loucos saltaram... E os dois loucos viraram...
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E todos olhavam. .. E os dois loucos saltaram... E os dois loucos viraram... E os dois loucos fizeram a maior loucura... Que loucura fizeram os dois loucos?... Os dois loucos se amaram...
E o osso precisa ser largado antes que de tanto roer tenha gosto de fel e o chato fique mais chato do que chato já é...Confluências vagas e inteligência emocial trilham caminhos de mãos dadas. Capacidades adaptativas onde o menos é mais.
Vem a Chuva Vem a chuva, vem a água do rio, água do mar, todas águas, mas todas diferentes. Cada uma chega e vai, mas cada uma faz seu caminho e segue seu rumo. A água escuta sua essência e vai rumo ao que seu “coração” manda. Escuta pedras, negocia com rochas, dialoga com a ter…
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Vem a Chuva Vem a chuva, vem a água do rio, água do mar, todas águas, mas todas diferentes. Cada uma chega e vai, mas cada uma faz seu caminho e segue seu rumo. A água escuta sua essência e vai rumo ao que seu “coração” manda. Escuta pedras, negocia com rochas, dialoga com a terra, enfrenta barreiras, olha estupefata as regras criadas para fantasiar sua sensação de segurança e propor que matematicamente se encontra a felicidade. As pedras, rochas, terras, barreiras amigas e amigos insistem que se empoce e se guarde, não se arrisque, aguarde, mas ela sabiamente, presa por um sistema lógico, simplesmente evapora seguindo seu “coração”. Evapora e retorna pela chuva que vem e alimenta o rio, a nascente, o mar e segue seu caminho, seu “coração”, pois a água é feita de felicidade pura e só é pura por perceber que sua existência feliz vem de dentro do seu “coração”. E assim escuta, negocia, dialoga, enfrenta seguindo seu rumo, relacionando com tudo, gerando felicidade pura onde passa e vai deixando pequenos pedaços que ao evaporarem se juntam e voltam para partir novamente. Mas o que tem haver o coração com a água perguntou a mente incrédula no que lia e a água respondia que era ele que permitiria à mente entender aquelas palavras embaralhadas como pingos que escorrem para lados e lugares diferentes. E isto se dava por que o coração possuía a água mais importante da vida, aquela “água” vermelha que circula e segue seu rumo, negocia com veias, dialoga com artérias, enfrenta órgãos e sabe que a única regra é levar a vida, a felicidade e retornar ao coração para se juntar e partir novamente.