Pular para o conteúdo

Frases de Ágata Rosário

37 frases

Faz tempo que não te sinto assim... Creio eu que a muito perdi, que por pouco achei... Te amo, e amo sentir-te aqui.
Continuar lendo

Faz tempo que não te sinto assim... Creio eu que a muito perdi, que por pouco achei... Te amo, e amo sentir-te aqui. Voz de trovão, presença avassaladora que me esmaga em meus conceitos, me arrebenta por dentro, me destroça e atrofia vontades vãs. Por quê? Por que deixei de sentir-me assim? Onde estava com a cabeça? Que insanidade tomou-me? Que faço eu para não perder? Como faço para conquistar mais? Pra que faço? Pra que não faço? O que falta? O que está sobrando e precisa ser aparado, lapidado? O que colocariam na minha lápide caso eu mantivesse tal curso? (Horrendo por sinal) Agora, respiro... Ufa Voltei a possuir a dádiva sentir, mas com esta volta veio também o sentimento de dor... A dor da tua ausência... Me leva pra casa? Não quero ficar aqui... Aqui sou alien, sou peregrina e aqui não quero ficar... Apaga rostos da minha realidade, eu te peço. Apaga histórias que não devem se concretizar. Apaga o que quiser apagar. Faça-me perder a memória... Porque te amo, e não suporto mais ficar aqui... Ficar sem ti...

Parte de mim me diz que sim Mas....., o que se faz quando temes teu próprio medo?
Continuar lendo

Parte de mim me diz que sim Mas....., o que se faz quando temes teu próprio medo? E temes que o medo te atrapalhe Que borre, pois bole o pensar Em parte eu sei que sim Mas o que parte de mim é não, pois, não é o que não pode ser, Muito menos o provável Alucinação de variante infindável Coração palpita indomável Emoção incontida, transgredida por teu próprio ser Picha tua ficha De rubro, de bronze Vacila

Não se vá jamais, senhor Cala meu imperdoável dizer Com nossa solidão
Continuar lendo

Não se vá jamais, senhor Cala meu imperdoável dizer Com nossa solidão Guia-me no regresso ao corpo Se ainda há coração, Creio que não, Faça-me sentir o novo Sou covo Sou cova Sou corvo Estou morta Como estrovo Ponho a prova Teu sentir torvo Que minh’alma comporta Despeço-te, me coas Despertando-me em caos Descanso em paz Descaso a mais

Já se perdeu de vista E desejou, realmente, que ninguém te encontrasse
Continuar lendo

Já se perdeu de vista E desejou, realmente, que ninguém te encontrasse Em meio aos teu cacos teus erros e teus fiascos Espalhados pela pista Asco, entejo Bulimia, solvente Ojeriza, enojo Orexia por dissolver sua própria vida em eutanásia Sessar a falácia Eu estou viva, por qual azo não sei Incomunicável é Kairós E Cronos não precisa a margem de meu dias, óh, rei Suma das minhas vidas Faça a dor parar Não desejo isto de fato! Mas é incontestável pensar Amotina-se minha mente contra mim mesma Escuta(o) meus gritos sem som E esquece-se das palavras ditas Fato, sou besta entoando novo tom Engoli o acaso de estar viva Sorvi a vicissitude de vivente Absorvi a casualidade de eu existir Desprovida de mente para me omitir

Existem coisas que não professo nem em meu pensamento Coisas indizíveis a meu próprio coração e ao vento Permanecem coisas que deviam ter ido a muito tempo
Continuar lendo

Existem coisas que não professo nem em meu pensamento Coisas indizíveis a meu próprio coração e ao vento Permanecem coisas que deviam ter ido a muito tempo E a consequência é bizarra, é árduo tormento Onde está a alegria de sábado atrás? Antes não precisava de alguém para ser Mas agora sou dependente......... Dependente psíquica Dependente da reação química que você me provoca Droga massageia meu ego, torna presunçoso meu “EU” Aprendi a duras penas que devo deixar partir Pois se fica cria fungos, bolor, odores indescritíveis Pungente Asco Pisoteado por teu casco Intransponível casca Sentimento amargoso Sabor ferroso deste licor rubro, rugoso Conjurado está!, Desconjurado estará Se coragem não me faltar...

É leve?, sempre leve Oscila?, sim oscila Mas é compacto e impenetrável
Continuar lendo

É leve?, sempre leve Oscila?, sim oscila Mas é compacto e impenetrável Com tempo torna-se inabalável Pesado?, não, apenas grande fardo Absoluto, até mesmo bruto De forma delicada se desmancha apenas nos olhos teus Teu sorriso meu dia vem clarear Prazeroso e não penoso Puro não malicioso Que te levanta e não deixa derrubar Virtudes de amar No teu silencio e companhia Vejo que estás presente que entende Que meu sofrer já não posso descrever Que em palavras não cabe Farias tu mil malabares pra me ver sorrir? Eu pergunto a ti, e então Dê-me cá tua mão Se a resposta for sim Serei fortaleza, preservarei tua beleza Em meu pensamento será imagem fixa Tão raro como o mais puro ouro Nos gestos, rixa de grandeza e gentileza

Chegará o dia em que eu não terei de achar, mas que serei achada? Pararei de decifrar, para ser decifrada?
Continuar lendo

Chegará o dia em que eu não terei de achar, mas que serei achada? Pararei de decifrar, para ser decifrada? Porque infelizmente minha transparência não passa disto, Sinceridade transborda, mas… Realidade? Naturalidade? Passar isto ainda não consigo, é bem mais fácil me manter atrás de um bom português polido.

Se meu desejo é te tocar, eu peco? Se anseio te enxergar com as mãos, Se aspiro ver teu rosto com meus lábios,
Continuar lendo

Se meu desejo é te tocar, eu peco? Se anseio te enxergar com as mãos, Se aspiro ver teu rosto com meus lábios, Se almejo discernir tuas formas num abraço apertado, eu peco? Se detesto a distância, é possessão? Se te quero na palma de minha mão, Se desacordo dentro de você e…, Se quero que a mesma coisa aconteça contigo, é prisão? Não que eu vá te amordaçar! Nunca lhe proibiria de ter outras ternuras, De sentir outros sabores De ver novas cores… Quero apenas gravar-me em ti Porque estais gravado em mim Quero te fazer perambular por meus desertos Te mostrar sonhos incertos Criar juntos nosso mérito Se desejo não te deixar partir Por que não fica aqui? Nunca fecharia a porta da gaiola, Aprisionar almas não é meu ofício, Nunca cortaria tuas asas, A impossibilidade me assombra Só te peço que fique mais um pouco Pois minhas asas não sabem voar Minha maldição: é não poder te acompanhar

Trancada, selada, me guarde em Teu coração Perdida de paixão, lúcida em teu amor Trace meu futuro e venha guiar-me
Continuar lendo

Trancada, selada, me guarde em Teu coração Perdida de paixão, lúcida em teu amor Trace meu futuro e venha guiar-me Pois, sem Ti esperança não há em mim Enfim.... Constranges-me com Teu amor Abraças-me com Teu calor Segurança encontro em Teus olhos Teus beijos são melhores que o vinho E me embriaga mais que as fortes essências

Apreciar é um dom Observar uma habilidade Descrever é talento
Continuar lendo

Apreciar é um dom Observar uma habilidade Descrever é talento . Qualquer um pode fazer eu só descrevo tentando fazer poesia, é facil como maresia ; Mas pra quê? Que hei de fazer com tanto verso Onde ponho tanta prosa , Se olhos apressados como a corsa Passarão e não verão Como a brisa não enchergarão !

Vaidades de uma tomboy Ela é moça de opinião Defende a liberdade
Continuar lendo

Vaidades de uma tomboy Ela é moça de opinião Defende a liberdade Com escritos têm afinidade Possui reflexos de bondade Não gosta de fazer estardalhaço, Mas não mecha com ela nem com seu maço; Ela pode derrubar o isqueiro em você Não há regra que prenda a liberdade dela Não há padrões nela Brinca de ser donzela Mas seus modos a contradizem Afinal, saias oprimem

Ele apalpa-lhe o ego dócil Sem notar, sem precisar Acaricia, ganhando confiança
Continuar lendo

Ele apalpa-lhe o ego dócil Sem notar, sem precisar Acaricia, ganhando confiança Inocente como criança Ela cede e permite; Sabe que muito elogio Pode definhar o esforço, Mas como esquecer? Esta obrigação está em seu dorso Já ele ria-se todo Ria-se o moço Divertia-se com a timidez dela Gostava de conversar com tal donzela Descontraída... de todo bela!