E que este Rosário renda-me a benção Buarque: De Sérgio, Chico e Aurélio,
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E que este Rosário renda-me a benção Buarque: De Sérgio, Chico e Aurélio, Cérebro ataque e se encharque
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E que este Rosário renda-me a benção Buarque: De Sérgio, Chico e Aurélio,
E que este Rosário renda-me a benção Buarque: De Sérgio, Chico e Aurélio, Cérebro ataque e se encharque
Doce, incoce, veloce Totalmente agridoce Tu coração se empoce
Doce, incoce, veloce Totalmente agridoce Tu coração se empoce da beleza dessa moça Precipitar-me-ei Condizente serei Confidente também Amém Oxalá, Joshua, foce eu Aquele que mereceu Eterna ternura Segui-la-ei, E farei Com que sorria
Entenda que isso foi: Desnecessauro!
Responda-me, a ti suplico O silêncio teu espanta e preocupa-me, A fala tua, mesmo fria, me acalma;
Responda-me, a ti suplico O silêncio teu espanta e preocupa-me, A fala tua, mesmo fria, me acalma; Teu semblante quando entristecido Conjura-me fadiga Teu sorriso, puro artifício, Retorna-me à paciência do esperar; Esperar este, que deixou-me de ser sóbrio Para, simplesmente, ser desejo Desejo, vontade, ideal... Sim, um falso ideal; Ideal que me causa mal Náusea e dores como que de parto De preocupação, estupefação Nem sei se isto se adequa; Mas sinto, e sinto muito por Não fazer, não poder me opor Quero ser seu elo com a alegria Mas apenas se for Para estar em pura sincronia; Simplicidade, virtude, coragem Muitas vezes se tornam banais Mas não é nada de mais; Será que é possível viver Sem poder ter Alguém com quem ser Você mesmo e ver A alegria do aceitar Sem marginalizar Com tanto que não vá Para um lugar que há A tua ausência.
Tem uma formiga nas teclas do meu teclado... passeando, entrando embaixo... Sai, sai formiguinha...,
Tem uma formiga nas teclas do meu teclado... passeando, entrando embaixo... Sai, sai formiguinha..., não quero outro trauma na vida! Formiguinha venenosa Não faça-me, a picada tua, amar assim tão facilmente a personalidade de outrem! Pare de atrapalhar enquanto componho! Saia do pentagrama Deixe minha máquina de escrever em paz... Sai, sai formiguinha..., não quero outro trauma na minha vida!
Ela orquestra Eu? Ah, eu sou pequena flauta
Ela orquestra Eu? Ah, eu sou pequena flauta Acompanho o violino de manso Ela rege Ela reage Ela sente Ela furacão Eu imito-a e tento aprender Um dia equiparada estarei a ela Mas apenas quando eu crescer O dia, dela precisa furtar Luz, brilho, a beleza sobrenatural do amar Para clarear Eu vagalume Pirilampo Pequeno a voar Ela rainha Eu princesa Eu intenção Ela execução com destreza Eu confusão Ela ordeira Eu eu Ela minha mãe
A por A por causa do A (1) Amável é Aquela que deve ser amada
A por A por causa do A (1) Amável é Aquela que deve ser amada Por ser totalmente digna de amor, Amor do rapaz viril que a acompanha, Amável Amanda amada é puro amor Os cabelos escorridos por artifícios Os olhos brilhantes, narciso O sorriso provocador de armistícios Trejeito que divinizo Sentir que abalizo Quem tanto sente, Mesmo ausente, Sente presente De forma incoerente Este sentimento inconsciente Talvez consequente Das brincadeiras do coração Resultado: Rosto corado Pedido realizado Aliança na mão, Brincadeiras do coração Mãos entrelaçadas Beijos roubados Beijos cedidos Brincadeira do dono Dono do coração Ela sorri Ele sorri Nós sorrimos Eles sorriem Eles sorrirão Vós sorris Tu então sorrirás Provocados pelas brincadeiras do coração Brincadeiras do coração De uma amável Amanda amada Que é simplesmente puro amor
Esses poemas nascentes do nada, vindos do além, mal-me-quer Só pode
Esses poemas nascentes do nada, vindos do além, mal-me-quer Só pode Não me dão tempo para pegar papel E lá se vai o poema, memória tão bela quanto fel...
Ele é confusão, Aturde, deprime e consola. Ah!, como ele me amola,
Ele é confusão, Aturde, deprime e consola. Ah!, como ele me amola, Mas sem ele a tarde perde a graça Ele é depressão, devaneio, erudição Ele é falsa delicadeza, sutileza e inapropriação Conhece-lo de todo é improvável Desconhece-lo de muito é imprevisível Dissimulado e cândido Rubro no pensar Difícil de tolerar Bom de abraçar
Aqui teve sol e chuva... Alguém aí conhece uma viúva?
Certas vezes não tomo consciência do que ouço Do que diz a letra da musica Do que falou durante a conversa
Certas vezes não tomo consciência do que ouço Do que diz a letra da musica Do que falou durante a conversa Do que o vento cochichou . Outras vezes tomo consciência de tudo e me arrependo, ouço, escuto, absorvo e me arrebento . Entro em lápso e o mundo parece-me vagar mais lentamente no tempo, e todo som é ampliado . Minha mente desacelera E os teus atos insolentes engulo, tentando esconder meus morcegos dançarinos Que insistem em fazer cócegas na minha barriga
O sangue que correu em cada veia De cada pessoa que amei, verteu Menos um, ele prevaleceu
O sangue que correu em cada veia De cada pessoa que amei, verteu Menos um, ele prevaleceu E sei que me esperaria o quanto fosse necessário Só que não..., poderia corresponder-lhe Um ser de negras asas veio até nós, Eu morta e ele ao meu lado E num ato de dedicação e auto satisfação Desmanchou-se para que a vida corresse Em minhas veias novamente Nunca me esquecerei dele Seus olhos, sua maldição, sua esperança De todos que amava, me sobrou apenas um Esse um já se faz suficiente Apesar de tudo o detesto Não sabia como proceder Minha voz não saía E em mim folego não havia Para expressar um único som Eu havia morrido em meio a pensamentos Vegetando, meu corpo já não estava em lugar algum Minha mente ocupava todo o espaço Ainda não tinha sido desconjurada, então... Conjurada estava e conjurada fiquei Desejava saber seus objetivos Oque ele esperava fazer ou conquistar Deixando minha mente ali? Ah, se eu pudesse voltar no tempo Nunca mais o verei Nunca mais verei ninguém... Conjurada, morta em vida, vegetando....
Eu me espantei, Acabou que eu me empanturrei De tanta asneira
Eu me espantei, Acabou que eu me empanturrei De tanta asneira Tanta tralha Tanta besteira Furou-me a malha de proteção Quando aqui entrei A primeira coisa que pensei, "Finalmente encontrei um grupo que vê o outro como alguém, não como coisa" Não faça-me arrepender Que tua hipocrisia fique em ti Se não enxergas a dor d'outro Saiba, Teu lugar não é aqui Minha religião é escolha minha A dor do outro, sofreguidão dele Se tua opinião condena cale Calar não é consentir Calar é respeitar e ouvir