Frase de JOANA DE OVIEDO
Passarinho, passarinho! Quando a flor de agosto murchar em setembro E apenas o lírio vermelho-fosco, permanecer Na fugaz noite de seu delírio... Quando uma nota se fechar no piano louco E nossa música não mais se ouvir. Quando a chuva dos olhos secar E ficar apenas a retina, de tanto chorar. Olharei para setembro com sonhos de desgosto porque tudo dali partiu. Hei de chamar um passarinho E dizer o quanto o amei, e que todas as minhas flores Para ele eu deixei. __Passarinho! Passarinho!
No pensador.ai desde