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Frase de Maria da Penha Boina

Um novo amor Ah!... poeta, que vive um novo amor Existiu amor no passado? não interessa Só se vive poeta, assim... Com o novo amor. E começa tudo do zero Com esmero Sem certeza de nada Somente olhos e juízo para o novo amor. Ah!... poeta, e agora? Sem a saudade, sem as memórias Como ficarão as folhas... brancas? Não poeta, serão as novas histórias. A voz ao telefone é a mais doce As mensagens as mais suaves Tudo é curiosidade, novidade, aventura Para os poemas de amor. Ah!... poeta, estás delirante Tudo mais aprazível, verdejante Vai durar por um tempo E surgirão somente, poemas de amor. Delicia-se poeta desses momentos E quando tudo acabar Volte ao seu jeito indomável De escrever o dissabor.

Maria da Penha Boina

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Pensador.com

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Nirvana Sou meio abestada às artes manuais Engenho melhor as máquinas
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Nirvana Sou meio abestada às artes manuais Engenho melhor as máquinas Introspectiva fico diante delas, fico imbecil e o silêncio enche o meu mundo, meio estúpido Vivo sossegada, descompromissada Diante de mim, uma parede acinzentada um varal com peças de roupas penduradas alguns sons que veem de fora, inidentificáveis Desenredo o meu silêncio em palavras turvas, mudas, inexatas Desprezo os clichês e as suas cópias desordenadas que quebram o fascínio poético daqueles que bem escrevem os seus nadas Assim, passo as minhas horas, encantada entre turbilhões de ideias vou afugentando as ditas realidades dessa sociedade cheia de crendices Desculpai. Mas não nasci para os afazeres banais para costurar as roupas rotas e almoçar ao meio dia e meia a minha didática de vida é outra Sei, desiludo, não sou de bom trato boa companhia Vou, conforme vai o vento lamento por causar desapontamento sou obtusa diante do compreensível.