Frase de Maria da Penha Boina
Guerra Quem é você, quem? Quem lhe deu o meu endereço para me escrever? Quem é você, quem? Como sabe da minha vida? Quem foi que lhe contou? Quem é você, não lhe conheço Nem sei porque do desfecho Como escrita da VERDADE. Que verdade? Como entrei em sua vida Se dela nunca fiz parte. Não necessito que faça a minha defesa Não sabe quem sou... O que sabe de mim vem do protagonista das mazelas Que lhe transformou em coadjuvante do chacal. Quem é você, quem? Quem lhe disse que eu queria saber da sua vida? Ah! Já estou tendo premonição. Você achou que iria se dar bem Acreditou num Zé ninguém. Mas, todo Zé tem uma história Que é dessa série temporal que se tira Decisões de vida. Você abdicou da informação. Nas informações assimétricas Perde-se sempre a negociação. E eu aqui com todas elas Nem sequer se deu por elas Perdendo o controle da situação. Ah! Meu bem... Você não sabia, que todo Zé insatisfeito Com o coração desfeito Tem como único desejo Arrebentar o coração de qualquer peito... Deveria ter falado com o outro lado Para conhecer qual a razão. Quem é você? Não lhe conheço Mas, mesmo assim, vou desfazer o desfecho. Meu bem... Zé e eu estamos numa infindável guerra fria. Zé depauperado começou a sua estratégia E tudo que entra no contexto dessa guerra É o arsenal bélico para matar o sofrimento do coração. É vingança destemida Para atingir o inimigo que não está a ver. Meu bem, quem é você? Nem o Zé sabe ao certo, E você entrou num enredo que não conhecia, E não é pela ignorância que a Lei isenta. Quem é você, quem? Zé e eu sabemos quem somos No amor e no ódio viajamos Estudamos as melhores estratégias Pisoteamos qualquer jardim Não importa quem é o dono. E todos caem na mesma cilada Com o Zé me protestando. Quem é você? Apenas uma peça do jogo Que o Zé utilizou Para tentar ganhar uma batalha E o Zé se afundou. No momento demos uma trégua Mas é guerra infinda, Usamos armamentos pesados Saiam da frente civis e inocentes Que a batalha continua. Cultuamos a moral, costumes Crenças e valores diferenciados Que jamais serão análogos. Quem é você, quem? Quem se alistou para ir à guerra Sem antes saber os objetivos A que iria conjuminar. Quem é você? Apenas um soldado fraco Aliado ao Zé que o colocou na frente de batalha Não suportou E desertou, passando para o outro lado. Meu bem... Na guerra somos dissimulados Não gostamos de quem deserta Só tiramos informações do adversário. Suma, eliminamos sempre um péssimo soldado.
No pensador.ai desde