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Frase de Douglas Trindade

⁠SILÊNCIO Que longo silêncio nos consome Que até o pingo suave da chuva Retumba seco E ecoa na alma Que até a freada de um carro distante Se torna presente e freia minha fala tímida tremula E rasa Que longo silêncio Que derruba calado Nosso olhar desviado Para o canto da sala E no canto que cruzam Paira o longo silêncio Paira o pingo da chuva E outro carro que freia E a mão que não toca E o calor que não vem Pois a fala apertada Sem querer quase fala Que no canto da sala O olhar que não cruza Já cruzou outro alguém

Douglas Trindade

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Há barreiras por besteiras. Caprichos de quem evitou pensar além, daquilo que lhe convém.