Frase de Ricardo Maria Louro
À hora do Silêncio - À hora do Silêncio, num vago entardecer, permaneço estático e indiferente, tudo é vago e monótono, o vento passa frio, tocando-me no rosto, a rua está deserta, tudo está cansado de existir! Não me metam em formas apertadas porque eu não caibo nas formas deste Mundo ... Eu sou à conta, à justa, das palavras que penso, digo e escrevo! Só caibo na forma dos meus sonhos que é não ter sonhos nenhuns ... Que me Amarrem ao poste dos condenados!
No pensador.ai desde