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Frase de Marcio Funghi de Salles Barbosa

O TOQUE ESSENCIAL Agradeço ao autor, para mim anônimo, por ter ouvido esta piadinha genial; que seu criador continue iluminado. Vendo como a Terra andava, Jesus chorou muito e foi ter com o Pai um particular: “Pai sei que você está muito triste, com o que os homens estão fazendo no Paraíso que você lhes deu, por isto eu Lhe suplico, deixe-me voltar e dar um jeito naquela bagunça”. “Já pensei muito sobre isto, Filho, mas se você voltar lá eles não gastam uma semana e Lhe trucidam”, foi a resposta. “Mas Pai, a convivência com Sua Infinita Sabedoria me tornou mais capaz. Tenho certeza que não darei ‘bobeira’ desta vez”, foi a tréplica. “Sabia que esta seria a sua resposta”, respondeu o Pai, chorando e abraçando Seu Filho querido. A tristeza pairou no Céu por uma semana, como se alguém estivesse morto. Depois disto o Pai se recompôs e sentenciou: “Não vejo outra saída meu Filho, o jeito é a Sua volta. Mas prometa que se perceber as coisas apertarem você voa para mim?” “Prometo-Lhe Meu Querido!...” Luzes espocaram no céu, São Pedro enviou uma chuva prateada à Terra, para comemorar o retorno. Decidida a volta, faltava uma questão: “Voltar como?” Um anjo sentenciou: “Volte como jogador de Tênis; assim que ganhar o primeiro jogo o Senhor assume o microfone e fala sobre o Reino de Seu Pai. “Bobagem, lembrou outro, a moda agora é ser corredor de Fórmula Um, o Senhor ganha, levanta a taça e mostra o Céu!” Um terceiro que morreu pobrezinho, atropelado na rua aos oito anos, acreditando ter a solução, sugeriu: “Tenho uma idéia melhor. O Senhor desce, compra um carrinho de cachorro quente, vai para o Guarujá e sai vendendo cachorro quente Divino e abraça aos compradores e lhes fala do Reino do Pai”. São Pedro que estava passando da andropausa, retruca: “Quanta bobagem! Você não era médico quando da primeira descida? Pois volta como médico. Desce lá no Méier; lá tem gente morrendo às pencas. Pegue um posto de saúde e vai curando todo mundo e anunciando os novos Tempos”. “Puxa, Pedrão, apesar do ranço, você ainda é genial, quando quer! Está decidido: avisa que segunda feira chega, ao Posto de Saúde do Méier, o Dr. Jesus. Não precisa dizer de onde venho. Eles vão perceber logo!” Segunda feira surge aquela Beleza no Posto de Saúde: roupa e calçados brancos, barba e cabelos aparados, bem penteado, estetoscópio novinho no pescoço, cheirando a água de província, como dizem os portugueses libertários das Colônias portuguesas. Chamava a atenção ver Aquela figura, que logo solicitou ao enfermeiro que adentrasse o primeiro paciente. Entra um paraplégico, com as pernas todas deformadas, arrastando-se com suas bengalas e fazendo a Divindade Se assustar, levando a mão à boca e dizendo: ”Nossa!”. Se recompõe, lembrando –Se quem era e sentenciou: “solta uma muleta!” O paraplégico soltou e não caiu. “Solta a outra muleta e anda!” Um “Oooh!” geral ecoou pelo consultório: as pernas do moço se fortaleceram, ele saiu andando e foi se encontrar com o primo que o levara ao posto. Este ao vê-lo, disparou: “Nossa! O que houve lá dentro?” Com a resposta na ponta da língua retrucou: “O mesmo de sempre! Nem tocam na gente!” Esta piada não serve só para tocar aos médicos que trabalham com salários minguados, acuados como res-pública, obrigados a um tratamento de urgência a toque de caixa. Serve para nos mostrar como nós nos tornamos impessoais, como não temos um contato afetuoso com nossos conhecidos, como viramos “bicho do mato”, fugindo de nosso próprio esconderijo, que abriga a insegurança. Medo, medo, somente medo, é o que tem nos restado. Nos tornamos incapazes de estabelecer um contato afetuoso, como defesa do que podemos sofrer. Tocar as pessoas é como dizer: “Sou como você, quero que seja feliz como eu sou, que compartilhe comigo suas preocupações e alegrias, que sejamos amigos”. Tenho um amigo que adora fazer amizades estabelecer contatos. Ele me confidenciou que isto tem se tornado uma adorável obsessão. Há algum tempo se deu conta que não sabia a direção que deveria tomar em seu percurso, visitando um cliente. Para, aborda um rapaz que vinha atrás dele e apresentando-se, cumprimenta-o e lhe expõe sua dúvida. O transeunte se mostra feliz com a abordagem, indica-lhe o trajeto e arremata: “Daria para o senhor me dar um trocado para que eu tome o ônibus? Não estou cobrando pela informação, mas estou precisado!”. Meu amigo gentilmente tira dez Reais da carteira e diz para ele: “Pague o ônibus e tome um café!” Despediram-se afetuosamente e retomaram o seu rumo. Ainda não tinha dado dez passos e sentiu tocar o seu ombro. Volta-se e vê o novo amigo que lhe diz: “Desculpe, eu quero lhe devolver as dez pratas, pois o senhor não merece que eu o engane. Vivo explorando as pessoas com minha safadagem, mas ao senhor não posso!”. Meu amigo fez mais que dar-lhe um abraço. Dono de uma empresa de botões plástico convidou o falso pedinte para ir trabalhar com ele e está feliz da vida, com o braço direito que arranjou. Quando ele me contou este fato, achei que era mentira, positivismo barato e fiz questão de ir conhecer o contratado, que me confessou tudo e que agradecia a Deus por ter colocado em sua vida de meliante, uma pessoa boa como meu amigo. Parei e pensei: “Meu Deus, que povo preconceituoso estamos nos formando!” Costumo fazer cursos que falam de Relações Humanas e adoro lembrar este fato e a piada inicial. É preciso com urgência virar o leme da nave, semos mais seguros, afetuosos, tocarmos mais as pessoas, senão veremos velório onde será provável que vá apenas o(a) martirizado(a) companheiro(a), que deverá dar graças a Deus por ter levado o “estropício”. É mole, ou quer mais! _________________________ pergunte@drmarcioconsigo.com

Marcio Funghi de Salles Barbosa

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A CBF DIZ: "CALA A BOCA DUNGA"; EU NÃO CALARIA. Aclamado na chegada, Ele disse que ficava.
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A CBF DIZ: "CALA A BOCA DUNGA"; EU NÃO CALARIA. Aclamado na chegada, Ele disse que ficava. Não pensou que a cachorrada, A espada lhe fincava. Precisavam de um bode Pra derrota espiar, Assim o bobo se _ode, E seguem a indicar, Gente com bom patrocínio, Para as burras entupir. Pois, burro sem raciocínio, Com dinheiro vai fingir, Ser o dono deste mundo, Com sete palmos pro fundo. ________________________ Pastéis, não diferenciam O que apenas só viam, Não sendo racionais, Sem julgar, gestos errados, Pois creem ser maiorais. Ao se tornarem malvados. Corrompem tudo e todos, Que querem ter muito mais. Costumam criar uns modos, Que os fazem tais e quais, Às bestas despudoradas, Pouco importando quem torce. Esquecem que nas 'peladas', O fome ronca em morse. __________________________ Daí vem o futebol, Minorando o sofrer, De quem olha o arrebol, Pensando em renascer. Talvez perdendo a Copa, Consiga no voto vencer, A política que dopa, Com mentiras todo o ser, Criando em farsa time, Ao qual se deve torcer. Não mais deitando no vime, Mas lutando e vencer. Do nosso berço beleza, CRIEMOS NOSSA GRANDEZA! _________________________ pinfo@drmarcioconsigo.com

JOGO È JOGO! Quando estudante de Medicina, costumávamos jogar pôquer nos intervalos de estudos aos sábados. As apostas eram feitas em centavos e um grande perdedor chegava a perder numa tarde, cerca de cinco cruzeiros. Certa feita, depois de uma jornada de ‘sorte’ eu já ganhara…
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JOGO È JOGO! Quando estudante de Medicina, costumávamos jogar pôquer nos intervalos de estudos aos sábados. As apostas eram feitas em centavos e um grande perdedor chegava a perder numa tarde, cerca de cinco cruzeiros. Certa feita, depois de uma jornada de ‘sorte’ eu já ganhara algumas partidas e acumulava a ‘riqueza’ de vinte cruzeiros, quando saio com jogada pronta de um street-flush até rei ( 9, 10, valete, dama e rei - de paus). Disfarcei, fingi ter dúvidas se trocava uma carta e uma alegria imensa, muito bem contida, se apossou de mim. Ao iniciar as apostas, lancei vinte centavos na mesa, dois jogadores pagaram e o terceiro dobrou minha aposta, fazendo fugir os dois ‘blefadores’. Fomos dobrando as apostas, até que eu paguei uma aposta de dez cruzeiros, que me sobravam. Ao abrir o jogo, meu oponente viu meu street e completou: “Ganhei!”, exibindo um Royal-street-flush de ouros (até ás). Desde este dia passei a ter mais firmeza numa crença que já professava: “Não existe sorte em jogo, existe habilidade ou coincidências”. Hoje, 02/07/2010, fomos desclassificados da Copa. Ainda bem que a nossa copa não foi inundada por uma enchente! Mas, senão vejamos: Tomamos um gol por mera casualidade: homens escolhidos, defendendo a área, no lugar errado e um mergulho bem intencionado produz um erro, que não queríamos que acontecesse, pois a partida fica empatada. Desesperados, com raiva, ‘ultrajados’ pela Holanda, o nosso time se descontrola e numa série de atitudes impróprias, perde a habilidade e voltamos para casa. Já ouvi uma série de justificativas e acusações, que de nada valem, pois perdemos a chance de vitória nesta Copa. Creio que o erro nos destrona por algum tempo, mas começamos a amadurecer a seguir: - Dunga protegeu a seleção de exposições que a prejudicassem, fazendo com que o ‘já ganhou’ atrapalhasse a concentração; - As escalações das equipes, sempre favorecem a alguns patrocinadores e patrocinoraptores, - A imprensa tem idéias díspares, favorecendo aos que as acertam e calando aos que as erram; - As ‘bumbunzelas’ não foram bem o que eu esperava: sem um pingo de ‘sex-apeal’, só emitiam sons horríveis, que devem ter perturbado vários jogadores de muitas seleções; - As Jabulanis pulavam mais que periquitos no cio, muitas vezes atingindo o terceiro andar do gol, ou as laterais de escanteio, ao contrário de serem encaminhadas para o gol, levando os torcedores ao ‘clímax’, como estavam acostumados a proporcionar os periquitos, digo, os jogadores. Fica aqui uma pergunta? Quem se beneficiou com a contratação desta ‘pelota’? Garanto que não fui eu nem a população da África, nossos ancestrais; - Nossa seleção e a da Holanda deram um show em civilidade, demonstrando pejo ao racismo; - Talvez o Dunga consiga ter como prêmio a melhora de seu pai doente; - Talvez na próxima Copa, no Brasil, tenhamos um técnico com o apelido de Dengoso, que não irrite a imprensa, mesmo se não levarmos o título. Aliás, o apelido do nosso técnico é impróprio pois o Dunga era mudo. Acho que poderíamos dispensar algum Zangado, para evitar prejuízos à Seleção Canarinho, que intentava tomar ‘laranjada’ e acabou chorando, como todo ser humano de caráter é capaz de fazer, ao perceber suas falhas; - Por último, mas muito importante, é preciso ressaltar que a única seleção candidata ao hexa-campeonato e capaz de sambar com desenvoltura é a nossa. Viva o Brasil! Viva a Seleção! Vamos escolher com consciência nossos próximos dirigentes, pois a ‘LISTA SUJA’, parece que está sendo burlada! E viva Zambi! _________________________ pinfo@drmarcioconsigo.com

JABULANIS? PRO FUTEBOL AMERICANO! Julio Cesar ataca bola da Copa: ‘Parece com as compradas em mercado’’.
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JABULANIS? PRO FUTEBOL AMERICANO! Julio Cesar ataca bola da Copa: ‘Parece com as compradas em mercado’’. Mal sabe ele, que de fato topa, Com um grande acordo negociado: A FIFA envolveu todos ‘mafifosos’, Onde correu solta uma dinheirama, Para se vingarem destes ‘ardorosos’, “Que querem seu time com bastante fama”! Por isto usaram só as JABULANIs Que chutadas acertam os torcedores, Fazendo galos nas cucas dos romanis Que com VUVUZELAS querem escores. Moral: Se até na distração há safo, Só nos resta torcer, como desabafo! _________________________ pinfo@drmarcioconsigo.com

QUEM SABE, QUEM SABE É DEUS! (Paródia) Paródia brasileira de Quizás, quizás, quizás De O Ferres (prá valer!)
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QUEM SABE, QUEM SABE É DEUS! (Paródia) Paródia brasileira de Quizás, quizás, quizás De O Ferres (prá valer!) Tom Cm (pelo menos isto!) Ritmo Bolero Sempre que te pergunto: “O quando comes e onde?” Tu sempre me respondes: “Quem sabe, quem sabe é Deus!” E assim passando fome E eu bem revoltado E tu abobalhado: “Quem sabe, quem sabe é Deus!” Estás perdendo o voto, Esperando, votando, Por mais que tu o queiras Estão se lixando, até quando? Não passe assim os dias, Estou te informando Pra ir se rebelando, Agrade a ti e a Deus! Não vote nos filisteus! _________________________ pinfo@drmarcioconsigo.com