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Frase de Marcio Funghi de Salles Barbosa

QUEM SABE, QUEM SABE É DEUS! (Paródia) Paródia brasileira de Quizás, quizás, quizás De O Ferres (prá valer!) Tom Cm (pelo menos isto!) Ritmo Bolero Sempre que te pergunto: “O quando comes e onde?” Tu sempre me respondes: “Quem sabe, quem sabe é Deus!” E assim passando fome E eu bem revoltado E tu abobalhado: “Quem sabe, quem sabe é Deus!” Estás perdendo o voto, Esperando, votando, Por mais que tu o queiras Estão se lixando, até quando? Não passe assim os dias, Estou te informando Pra ir se rebelando, Agrade a ti e a Deus! Não vote nos filisteus! _________________________ pinfo@drmarcioconsigo.com

Marcio Funghi de Salles Barbosa

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Pensador.com

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Outras frases de Marcio Funghi de Salles Barbosa

A CBF DIZ: "CALA A BOCA DUNGA"; EU NÃO CALARIA. Aclamado na chegada, Ele disse que ficava.
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A CBF DIZ: "CALA A BOCA DUNGA"; EU NÃO CALARIA. Aclamado na chegada, Ele disse que ficava. Não pensou que a cachorrada, A espada lhe fincava. Precisavam de um bode Pra derrota espiar, Assim o bobo se _ode, E seguem a indicar, Gente com bom patrocínio, Para as burras entupir. Pois, burro sem raciocínio, Com dinheiro vai fingir, Ser o dono deste mundo, Com sete palmos pro fundo. ________________________ Pastéis, não diferenciam O que apenas só viam, Não sendo racionais, Sem julgar, gestos errados, Pois creem ser maiorais. Ao se tornarem malvados. Corrompem tudo e todos, Que querem ter muito mais. Costumam criar uns modos, Que os fazem tais e quais, Às bestas despudoradas, Pouco importando quem torce. Esquecem que nas 'peladas', O fome ronca em morse. __________________________ Daí vem o futebol, Minorando o sofrer, De quem olha o arrebol, Pensando em renascer. Talvez perdendo a Copa, Consiga no voto vencer, A política que dopa, Com mentiras todo o ser, Criando em farsa time, Ao qual se deve torcer. Não mais deitando no vime, Mas lutando e vencer. Do nosso berço beleza, CRIEMOS NOSSA GRANDEZA! _________________________ pinfo@drmarcioconsigo.com

JOGO È JOGO! Quando estudante de Medicina, costumávamos jogar pôquer nos intervalos de estudos aos sábados. As apostas eram feitas em centavos e um grande perdedor chegava a perder numa tarde, cerca de cinco cruzeiros. Certa feita, depois de uma jornada de ‘sorte’ eu já ganhara…
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JOGO È JOGO! Quando estudante de Medicina, costumávamos jogar pôquer nos intervalos de estudos aos sábados. As apostas eram feitas em centavos e um grande perdedor chegava a perder numa tarde, cerca de cinco cruzeiros. Certa feita, depois de uma jornada de ‘sorte’ eu já ganhara algumas partidas e acumulava a ‘riqueza’ de vinte cruzeiros, quando saio com jogada pronta de um street-flush até rei ( 9, 10, valete, dama e rei - de paus). Disfarcei, fingi ter dúvidas se trocava uma carta e uma alegria imensa, muito bem contida, se apossou de mim. Ao iniciar as apostas, lancei vinte centavos na mesa, dois jogadores pagaram e o terceiro dobrou minha aposta, fazendo fugir os dois ‘blefadores’. Fomos dobrando as apostas, até que eu paguei uma aposta de dez cruzeiros, que me sobravam. Ao abrir o jogo, meu oponente viu meu street e completou: “Ganhei!”, exibindo um Royal-street-flush de ouros (até ás). Desde este dia passei a ter mais firmeza numa crença que já professava: “Não existe sorte em jogo, existe habilidade ou coincidências”. Hoje, 02/07/2010, fomos desclassificados da Copa. Ainda bem que a nossa copa não foi inundada por uma enchente! Mas, senão vejamos: Tomamos um gol por mera casualidade: homens escolhidos, defendendo a área, no lugar errado e um mergulho bem intencionado produz um erro, que não queríamos que acontecesse, pois a partida fica empatada. Desesperados, com raiva, ‘ultrajados’ pela Holanda, o nosso time se descontrola e numa série de atitudes impróprias, perde a habilidade e voltamos para casa. Já ouvi uma série de justificativas e acusações, que de nada valem, pois perdemos a chance de vitória nesta Copa. Creio que o erro nos destrona por algum tempo, mas começamos a amadurecer a seguir: - Dunga protegeu a seleção de exposições que a prejudicassem, fazendo com que o ‘já ganhou’ atrapalhasse a concentração; - As escalações das equipes, sempre favorecem a alguns patrocinadores e patrocinoraptores, - A imprensa tem idéias díspares, favorecendo aos que as acertam e calando aos que as erram; - As ‘bumbunzelas’ não foram bem o que eu esperava: sem um pingo de ‘sex-apeal’, só emitiam sons horríveis, que devem ter perturbado vários jogadores de muitas seleções; - As Jabulanis pulavam mais que periquitos no cio, muitas vezes atingindo o terceiro andar do gol, ou as laterais de escanteio, ao contrário de serem encaminhadas para o gol, levando os torcedores ao ‘clímax’, como estavam acostumados a proporcionar os periquitos, digo, os jogadores. Fica aqui uma pergunta? Quem se beneficiou com a contratação desta ‘pelota’? Garanto que não fui eu nem a população da África, nossos ancestrais; - Nossa seleção e a da Holanda deram um show em civilidade, demonstrando pejo ao racismo; - Talvez o Dunga consiga ter como prêmio a melhora de seu pai doente; - Talvez na próxima Copa, no Brasil, tenhamos um técnico com o apelido de Dengoso, que não irrite a imprensa, mesmo se não levarmos o título. Aliás, o apelido do nosso técnico é impróprio pois o Dunga era mudo. Acho que poderíamos dispensar algum Zangado, para evitar prejuízos à Seleção Canarinho, que intentava tomar ‘laranjada’ e acabou chorando, como todo ser humano de caráter é capaz de fazer, ao perceber suas falhas; - Por último, mas muito importante, é preciso ressaltar que a única seleção candidata ao hexa-campeonato e capaz de sambar com desenvoltura é a nossa. Viva o Brasil! Viva a Seleção! Vamos escolher com consciência nossos próximos dirigentes, pois a ‘LISTA SUJA’, parece que está sendo burlada! E viva Zambi! _________________________ pinfo@drmarcioconsigo.com

JABULANIS? PRO FUTEBOL AMERICANO! Julio Cesar ataca bola da Copa: ‘Parece com as compradas em mercado’’.
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JABULANIS? PRO FUTEBOL AMERICANO! Julio Cesar ataca bola da Copa: ‘Parece com as compradas em mercado’’. Mal sabe ele, que de fato topa, Com um grande acordo negociado: A FIFA envolveu todos ‘mafifosos’, Onde correu solta uma dinheirama, Para se vingarem destes ‘ardorosos’, “Que querem seu time com bastante fama”! Por isto usaram só as JABULANIs Que chutadas acertam os torcedores, Fazendo galos nas cucas dos romanis Que com VUVUZELAS querem escores. Moral: Se até na distração há safo, Só nos resta torcer, como desabafo! _________________________ pinfo@drmarcioconsigo.com

VAMOS FAZER MAIS SARAUS? Tenho falado muito sobre um costume sadio e divertido que aprendi com meus avós Mineiros, que é FAZER SARAU. O Sarau é uma reunião de amigos, em lares, clubes ou lugares públicos, como coretos, bares, postos de conveniência, onde as reuniões são marcada…
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VAMOS FAZER MAIS SARAUS? Tenho falado muito sobre um costume sadio e divertido que aprendi com meus avós Mineiros, que é FAZER SARAU. O Sarau é uma reunião de amigos, em lares, clubes ou lugares públicos, como coretos, bares, postos de conveniência, onde as reuniões são marcadas com antecedência e na maioria das vezes com regularidade de uma semana a um mês e seus participantes podem se inscrever previamente, oferecendo a sua participação, seja em instrumentação musical, bandas, poesias, artigos, debates e qualquer assunto de interesse do grupo. Em São Paulo, tenho feito diversos saraus, onde as discussões são planejadas com um assunto fixo, com um palestrante, com um poeta ou um músico, ou todos juntos e a plateia debatendo os assuntos ao final. Como se percebe, cada sarau segue a diretriz que o grupo pretende dar. "Para que isto?", já me perguntaram e eu queria um minuto da atenção de vocês para justificar o porque da insistência. Não é novidade que o sistema de vida atual nos faz trancafiados em casa, com medo de marginais, com preocupações de gastos extras, tal o custo de vida, escolas desestimulando os diálogos, mestres mal formados, mal remunerados, recitando as 'cartilhas' de programas escolares (des)educadores, maçantes, criando crianças surdas e incapazes de discordar ou questionar aquilo que creem um absurdo. Assim estamos ficando anti-sociais, temerosos da exposição do quão pouco estamos sabendo e deixando, como faziam nossos pais e avós de trocar experiências após o jantar, com os vizinhos, enquanto a criançada sadia brincava de esconder e de pega-pega. O Sarau não é, a priori, um momento exibicionista, mas se soubermos escolher os componentes e até frearmos com educação algum 'sabe-tudo', ele servirá de recreação, como adoçante desta jornada difícil que vivemos e até, porque não dizer um canal para troca de informações e cultura. Em Belo Horizonte existe um bairro que se transformou na maior concentração de bares por metro quadrado do mundo. Falo do bairro de Santa Efigênia. E lá as variedades oferecidas pelos proprietários, variam desde iguarias saborosas até saraus lítero-musicais. É uma delícia ver a concorrência esmerar-se para se superar. Isto posto, crio uma questão: Por que não fazer reuniões de saraus com nossos amigos, vizinhos ou outros convidados? Medo de não conseguir um bom resultado? Medo de ter um gasto para manter as pessoas reunidas? Não conseguir adesões? Não encontrar temas importantes? E quem disse que estes são motivos para nem tentar? Os medrosos! As reuniões podem ser feitas em casas de amigos e compartilhadas os aperitivos e refrescos por todos, práticas e com custo baixo. Os temas podem ser qualquer um que interesse ao grupo. Mesmo que as primeiras reuniões possam ser pouco brilhantes, o 'hábito faz o monge'. Em pouco tempo todos estarão buscando superar-se. Os assuntos podem começar com leituras e discussões de notícias, depois assuntos pertinentes ao grupo e as experiências crescerão e farão momentos alegres. As poesias, as músicas entoadas por um participante ou por todo o grupo, a execução musical de um ou mais participantes, o concurso de piadas, de desenhos, de composições poéticas ou literárias, enfim qualquer assunto pode ser animador. Tendo vivenciado a realização de muitos saraus, a convite de amigos, empresários, bares, ex-cinemas reformados, departamentos culturais, secretarias de prefeituras, percebo apenas algo que deve ser evitado: transformar um frequentador em dirigente do sarau. Frequentemente isto serve para esvazia-lo em pouco tempo. É preciso que impeçamos formar em nós uma auto-crítica severa, onde passemos a ser 'burrinhos de presépio', sem uma participação efetiva, agradável, onde para compensar o esquivamento, após o sarau começa-se a por defeito nas roupas, atitudes, maquiagem, no 'exibicionismo de alguém'. Costumo dizer que se for a um sarau apenas para ficar alheio, é preferível bigbrodear na tv minúscula mesmo. Já participei de saraus, onde o tema daquele dia era sobre os problemas da comunidade, como os seus eleitos os abandonaram e em muitas destas situações eles criaram coragem para buscar métodos de protestos, e até de escolha de novos candidatos. O nosso silêncio, o nosso medo de errar está ensejando catástrofes nas áreas políticas e somos tratados como serventuários obedientes desta canalha que cresce por causa da nossa omissão, pelo fato de esquecermos o que vem a ser um cidadão. Muitas perguntas não querem calar em minha cabeça e tem me levado a propalar um pensamento que creio intrigarão a muitos:Como conseguir criar filhos que vençam na vida, se deixam acorrentarem-se com ideias de passividade, de raciocínios cômodos, com: "De que adianta tentar mudar?". Creio e sugiro a estes deprimidos, covardes, que busquem nas listas telefônicas o endereço de uma funerária, para começarem a cuidar de seu futuro. Gente, o mundo está mudando! Estamos sendo esmagados pela agressão que nos devolve a natureza. Nem sabe-se mais educar os filhos, criados num 'faz de contas', onde para verem os pais com um mínimo de aborrecimento, gastam a mais não poder. Ensinemos a eles que estamos mudando, que somos gente e que podemos pensar, criar, modificar, exigir um comportamento criativo, com crescimento, sem indolência. Criar é dar o exemplo! Para começar, que tal um sarau? _________________________ pinfo@drmarcioconsigo.com