Frase de Raphael Bragagnolle
Ah, o Amargor Ah, o amargor… Saudade da doçura de um sorriso sincero, da felicidade que um dia foi pura. Te quero — tanto — que já não importa a idade, nem o tempo que leve pra reencontrar essa verdade. Qual idade eu preciso alcançar pra sentir tudo novamente? Eu já senti o amor… e hoje carrego o amargo presente. Matei cedo demais o que era vida em mim, um amor tão inteiro que não merecia ter fim. Sou juiz e sou réu, culpado, confesso — condenado, crimes contra quem mais amo, um coração que deixei marcado. E pago, dia após dia, com o gosto amargo da culpa, com o peso do autoengano que a alma nunca oculta. Ah, o amargor nos meus lábios toda vez que lembro de você, de cada gesto, cada expressão… e de tudo que deixei morrer. Falei de sorriso — mas não me escondo: não sou vítima dessa dor, fui eu quem apagou o primeiro brilho dos olhos do meu grande amor. Ingênuo… não soube amar. Hoje você segue, com outro alguém, e eu só espero, em silêncio, que nunca sinta o que eu sinto também. Que não prove esse amargor, essa saudade que não tem fim, do seu “bom dia” perdido no tempo… e de tudo que restou em mim. Assinado: Seu grande amor. Raphael Bragagnolle
No pensador.ai desde