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Frase de Deise Silva

Cigarras Em meio as árvores E as folhas que caem de seu topo Eu canto Em meio ao som dos pássaros Dos grilos , dos carros Eu canto Aquele rapaz que esta só Pensando , refletindo E adimirando o verde do parque Para ele eu canto Canto e encanto Canto e não canto Junto ao som do pingo do vinho Forma-se a melodia E enbebedo-me com a mais simples Alegria,por isso canto.

Deise Silva

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Pensador.com

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Outras frases de Deise Silva

Uma nova história Meu livro esta cheio de rabiscos Minhas páginas cheias de letras insanas
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Uma nova história Meu livro esta cheio de rabiscos Minhas páginas cheias de letras insanas Minha capa continua a mesma Mas ainda á muitas folhas em branco. Minha história teve um começo ruim Mas nunca penso de como será o fim Procuro compreender o inicio e desvendar o enredo Com satisfação em alguns parágrafos Logo vem o ponto final. O ponto final nunca significa o fim, Talvez da frase,mas não, ainda falta grande Parte a ser escrita. Nela existe tristezas,alegrias Mas levo tudo com um sorriso no rosto E assim que viro a 125 percebo que as anteriores Ao 124 precisam ainda de um toquisinho, Que porém servirão para ressaltar as coisas boas, Para que eu possa seguir nas páginas seguintes. Não importa o lápis que esta utilizando O que importa são as palavras que estão sendo Passadas através dele,pois será teu maior e melhor condutor Pois você terá as ferramentas mais valiosas,o tesouro Mais cobiçado,só que os homens ainda não se deram conta disso. Toda minha jornada esta em cada frase,cada letra,cada vírgula, Cada parágrafo,mas eu não a resumo,pois prefiro te-la completa Não quero perder nem um momento,nem um erro cometido.

Doce inocência Onde estão nossas crianças? Brincar,correr,pular,
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Doce inocência Onde estão nossas crianças? Brincar,correr,pular, Avisto poucas naquela praça. Aquele menino de 10 anos brinca com arma de brinquedo Com balas de verdadeiras. Aquela menina de 15 anos brinca Com boneca de verdade Enquanto a mãe lá dentro chora Ao corrompimento de sua inocencia A sua propia. Não entendo por que os brinquedos Estão no lixo E nas mãos marcas de uma vida Calejada. Nas calçadas pequeninos Sentam-se e assistem Seus sonhos escorrendo Junto com a água suja do boeiro Que desagua em suas esperanças. Com um olhar profundo E triste,que escondem Uma tragédia , uma solidão, Um silêncio com em uma revolta amarga. A cada esquina um colchão Duro ,frio e as vezes amanhece Umido pelas lágrimas que rolam Durante á noite por não ter Uma mão estendida ou um prato de comida. Maldito olhar vazio e desesperado Maldito descaso. Minha cabeça descansada em uma Cama macia e aconchegante Enquanto um anjo corre por ai Na noite vazia. Meus pés no chão,mas logo Calçarei o chinelo Mas e aqueles pés seguidos Com vestes rasgadas? Passando pelo parque avisto Aquele anjo sentado no chafariz Sentei-me ao seu lado E aqueles grandes olhos se voltaram Para mim e sua boca emitiu um som Tocante e rasgador : Onde esta Deus? Senti por dentro a mesma dor e sofrimento Por alguns segundos. Maldito olhar vazio e desesperado Maldito descaso.

Memórias Deito-me e fixo as estrelas Brilham como há 10 anos atrás
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Memórias Deito-me e fixo as estrelas Brilham como há 10 anos atrás Talvez não sejam as mesmas Mas lembram aqueles velhos tempos Pela mesma estrada Sentia-me como um pássaro Nos gramados vizinhos Sentia-me um besourinho O cantinho do quarto antigo Comecei a intimidade com as palavras Vivia no meu mundo Onde me bastava apenas os livros Cada pagina explorada uma aventura Com as portas trancadas Ouvia dor e sofrimento ao lado de fora Mas aqui dentro existia Paz e tranquilidade Em cada frase escrita Um sentimento contido Em cada linha Uma história descrita Sentava-me em direção a porta E imaginava que atras dela havia Um lugar luminoso Mas quando a abria Apenas a escuridão Nos tempos modernos Outros caminhos Os mesmos crescidos Vidas própias,alguns, tempo perdido. Utilizo meu pincel Em uma tela diferente A cada borrão Uma nova visão A cada tropeço uma cicatriz A marca da resistência E a mais pura aprendizagem Sinto o mesmo vento Mas vejo tudo com outros olhos Não vejo mais máscaras Não vejo mais a inocência... Apenas um baú repleto de memórias...

Tempestade Econtro-me perdida nesse bosque ouvindo o som do rio que passa ao longe
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Tempestade Econtro-me perdida nesse bosque ouvindo o som do rio que passa ao longe Corro e me refugio por entre as árvores. Em minhas mãos uma taça d´gua Não a deixarei cair Minha mente quase ditorcida Mas minha consciência sempre firme. Não intimida-me o céu escuro As trovoadas não me amedrontam Sigo por esse caminho Cheio de pedras e Flores com espinho. A gota de sangue em meu dedo Transforma-se em um mar vermelho Fundem-se as gotas da chuva. Aquela taça entre meus dedos gélidos Por um instante Assustou-me Cade a água que encontrava-se no interior Percebo em minhas vestes o cheiro doce do vinho.