Frase de André Luiz Zanata
O pólen Me pousa Me beija Me come Me ousa Me suga Digere Voando Me fere Me deixa Docinho Gurgita Me expele
No pensador.ai desde
O pólen Me pousa Me beija Me come Me ousa Me suga Digere Voando Me fere Me deixa Docinho Gurgita Me expele
No pensador.ai desde
O amor está para o ódio como a água está para o gelo.
A guerra é sempre pelo poder, não existe guerra senão por interesse de ter poder sobre algo.
A luz que acende um pensamento, não é a mesma que apaga a escuridão.
Eu vou me deixar Sobrando no caos Rasgando as lembranças
Eu vou me deixar Sobrando no caos Rasgando as lembranças De noites de sóis Prazer em viver Desatando os nós Daqueles que vivem Procurando por nós Sou o todo vazio Buscando lençóis As vezes em risos As vezes sem voz Quem pode me leva Quem deve me entrega Aquilo que as vezes Nem eu mesmo sei No fundo me sinto O assunto preciso Que fecha um ciclo Mas abre um inciso Que traz um troféu Por vezes sem mel Estrela que brilha Sem paz no luar Sou a forma que mede O entorno a plainar Um dia me aprendo E vibro em frequência do mar Florada querida Abelha no ar