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Frase de Gislene Martins

Quem me dera poder desfrutar dos desejos Que perturbam minha mente, me acorrenta Em forma de anseios, e castigam minha alma Quem me dera poder apagar o convencionalismo A razão implícita, a abrupta corrosão do ser humano Em forma de cordeiros que semeiam lucidez Deturpada de enlaces grotescos e falta de sagacidade Quem me dera a destruição na tentativa de pleitear Os contratos, as desilusões, as falsas razões

Gislene Martins

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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E eu que não sabia Que não vivia Apenas refletia o pensar
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E eu que não sabia Que não vivia Apenas refletia o pensar O sentir, o emanar É coibido, proibido Por mim, por todos, por nós