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Frase de Siomara Reis Teixeira

EPÍLOGO DI-GA! O que te instiga a viver sempre assim? Roubando [em mim] idéias precisas? O que mais desejas enfim? Que cante a ti, a impotência e o desamor? N-Ã-O! Não desejo palavrear poemas forjados em um desenfrear de ressentimentos guardados Quero cantar em versos o verdadeiro amor A melodia da mais sagrada e pura, poesia D E U S MEU DE-US! Recitei o Divino e impronunciável canto então, cubra-me com teu manto se foi heresia este intenso sentir que há tanto extasia levando tudo contigo e todo e qualquer pranto CON-FE-SSO! Acesso o infinito nesta prosa incessante E todo o resto passa a ser insignificante. Não sei se Lacan mentia quando dizia: - Que o melhor da festa é esperar por ela...(?) FAN-TA-SI-AAA! Conspiração sutil de referencias? Pois que sejam banidas então toda a ilusão e todas as interferências inferências na ação que hipnotizam a razão!

Siomara Reis Teixeira

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Pensador.com

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SERENÍSSIMA Estranhamente mansa, aquiesceu Buscou respostas nas propostas da esperança Com confiança rodopiou vastas perguntas E como quem dança rodou a roupa casta Então, renderam-se a ela belos e vários versos Universo de palavras não proferidas Conferidas a serenidade e a plenitude Lavradas na quietude da maturidade

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MARUJO Ouço teu grito ao longe! Olho! Na penumbra, te vejo! Oh! Marujo dos meus sonhos, Quem tu és na realidade? Busco em ti o amor e o sonho... Será que tu podes me dar? Penso...Não sei... Porque tu te escondes no mistério? A bruma ao teu redor aumenta... Teus gritos, outrora, audíveis, Agora...Quase inaudíveis, o são... Tu te afastas! Teu navio desaparece... Só o que resta, é o olhar... O meu olhar, Na névoa!

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SONHOS PERDIDOS O tempo que passa Em asas fugazes, Transpondo os sonhos E desejos audazes... Enfadonhos! Nos tornam incapazes... Não mais planam, As asas! A memória sobrevoa, Sobrevoa a história E a solidão se me apresenta, Machucando, A memória... O tempo passou... Ficaram os sonhos... Desejo ficou Perdido na lembrança, Que dentro de mim, restou!