Frase de Poeta Dolandmay
POESIA ELEITA Donde vem esta beleza tão rara? Que é o oiro da alvorada que deita, Na noite é o clarão da lua que para, Na face de olhos à boca perfeita! É do mar o azul que o céu depara, Da voz o deleite d’uma poesia eleita, Uma canção que da alma dispara Na manhã clara, que a vida rejeita! É a ambição, os desejos e loucuras Ao ansiar das fontes as águas puras Nas melodias dos cantos que têm! Donde tu vens tens amor infinito? Pois tu mais me pareces um mito Dos olhos sofredores d’um alguém!
No pensador.ai desde