Frase de Andrê Gazineu
Céu límpido em julho O que lavra a terra remove o entulho conforme descrevo, tudo o que vejo o lugar mais formidável do mundo hortado em solo profundo que tinha um misto perfeito de argila, calcário e areia para o plantio de flores, em setembro, verdadeiro paraíso de cores flores desabrochavam em uma abundância incomparável na beira das estradas, nas pedras lavradas, em parques e jardins, em balcões, em rincões, em vasos, em lis varandas ordinárias, em jardineiras matreiras nas janelas, pelas águas ligeiras Céu límpido em julho O que lavra a terra remove o orgulho sob a sombra das árvores a permanente umidade no ar parecia pintar O que derivava dos córregos só sabe trilhar em todas as manhãs, tons mais frescos Vemos os galhos de uma árvore, e seus arabescos como escreveu um visitante deslumbrando com a vastidão da vida em um momento incontrolável de crise vivida.
No pensador.ai desde