Frase de Poeta Dolandmay
CANÇÃO DA ESPERA Nas formas dos meus sentidos D’onde vêm a minha essência, Baila os teus cabelos compridos Sem forma e nem aparência. No infinito onde te guardo, A rogar por teu amor eterno Carrego as costas o meu fardo A não descumprir o amar sincero. Como os ventos você me passa Sem me enxergar aqui na terra, E como se eu fosse uma farsa Bem lá ao sul você se encerra. Nesses ventos em contra mão Estão os meus olhos a cegar, E dentre o meu corpo o coração Só te guarda à hora de chegar. E como a esperança é sem fim, Eu vou ti esperar por todo o tempo... Que você se esbarre sobre mim Dentre os séculos em movimento.
No pensador.ai desde