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Frase de Lucas Munhoz

Amor e paixão Amar! mas um coração que tenha amor... E que beije o fogo ardente, querida! Que penetre o meu fogo - luz plácida! Amor, e que beije a minha doce flor... Sejam só sempre arrepios e beijos, Que seja só a paixão encantada... Dados no delírio - e não só vida Mas amor... dos amores que têm fogo. Sim, doce e quente! flor perfeita Nem virá machucá-lo nos delírios, Como o primor da sedução e rota. Amor que viva e brilhe! luz vivida Nem virá dissipá-lo nos desejos; Sejam só lindos amores... se têm vida.

Lucas Munhoz

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Pensador.com

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O amor da pátria Pátria é amor que ama sem se perder; é tão querida que adora, sem morte
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O amor da pátria Pátria é amor que ama sem se perder; é tão querida que adora, sem morte é um sentimento contente e forte; é vida que desama sem poder. É um país amado pelo bem-querer; é um povo eterno entre a parte; é sentir-se o país pendente; é um cuidar que sente em se ver. É querer estar vivo por vontade; é servir a quem luta, o lutador; é ter com que nos ama, lealdade. Mas como lutar pode seu favor nos carinhos humanos bondade, se tão querido a mim é o grande Amor?

Soneto do amigo Gosto de ti eternamente, meu poeta! A ti, que és tão adorado ao meu amor
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Soneto do amigo Gosto de ti eternamente, meu poeta! A ti, que és tão adorado ao meu amor A ti, que és meu grande amigo do labor. Brilha-te o vosso soneto à boa ponta. Em que o brilhaste tantos carinhos a ti, Camões brilhou o teu coração à poesia, Há o ensejo vivo como o belo dia!... Adoro-te o bom coração em que vivi... Adoro-te a boa amizade sem brilho, Em que ouvi a tua vida tantos fulgores, O belo soneto, que és um grande ninho. Adoro-te como o teu melhor amigo, És um único sonetista, se deres bem Adoro-te a boa saudade sem abrigo.

Soneto do amigo (Verso alexandrino) Tinindo o nosso coração como o bom amigo, Dize-me o doce carinho ao meu coração
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Soneto do amigo (Verso alexandrino) Tinindo o nosso coração como o bom amigo, Dize-me o doce carinho ao meu coração Reza-me o vosso ser vivido à oração; O fulgor glorioso sem vida ao teu abrigo. Queres ser o meu grande amigo sem loucura, Adoro a ti como o bom vate dos amores Gosto de ti perfeitamente aos teus ardores, Escrevo-te os bons poemas à tua leitura. Amigo! Hás de abraçar-me o vosso viver, A vós,inda hão de volver os lindos poemas Sabei,como és meu doce amigo ao teu ser. Amigo! Hás de volver-me o belo poema, O vosso amor senti-me os teus abraços Os seus poemas hão de tornar-me aos amigos.

Minha amiga amada Mel (Soneto do amor) Amo-te como um amigo real... não cantes! És a mulher formosa aos teus sonhos do amor,
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Minha amiga amada Mel (Soneto do amor) Amo-te como um amigo real... não cantes! És a mulher formosa aos teus sonhos do amor, Amo-te como amigo aos teus prantos da flor A casta noite, e há as belas amizades. Amo-te um lindo coração à amizade, O carinho fiel, és tão serena e bela Amo-te como amigo bem-amado a amá-la; E todo dia vais sentir-me a bela beleza. Quero senti-lo a alva formosa sem brilho, És bela amiga com doce sedução e flor Amo-te, és tão querida ao meu doce carinho. A aura perdida, e fui triste e sozinho... Amo-te como minha bela amiga, Amor! Sinto-te o belo coração em lindo ninho.