Pular para o conteúdo

Frase de Lucas Munhoz

Soneto do amigo (Verso alexandrino) Tinindo o nosso coração como o bom amigo, Dize-me o doce carinho ao meu coração Reza-me o vosso ser vivido à oração; O fulgor glorioso sem vida ao teu abrigo. Queres ser o meu grande amigo sem loucura, Adoro a ti como o bom vate dos amores Gosto de ti perfeitamente aos teus ardores, Escrevo-te os bons poemas à tua leitura. Amigo! Hás de abraçar-me o vosso viver, A vós,inda hão de volver os lindos poemas Sabei,como és meu doce amigo ao teu ser. Amigo! Hás de volver-me o belo poema, O vosso amor senti-me os teus abraços Os seus poemas hão de tornar-me aos amigos.

Lucas Munhoz

No pensador.ai desde

Fonte e informações de autoria

Pensador.com

Abrir fonte original (abre em nova aba)

Outras frases de Lucas Munhoz

O amor da pátria Pátria é amor que ama sem se perder; é tão querida que adora, sem morte
Continuar lendo

O amor da pátria Pátria é amor que ama sem se perder; é tão querida que adora, sem morte é um sentimento contente e forte; é vida que desama sem poder. É um país amado pelo bem-querer; é um povo eterno entre a parte; é sentir-se o país pendente; é um cuidar que sente em se ver. É querer estar vivo por vontade; é servir a quem luta, o lutador; é ter com que nos ama, lealdade. Mas como lutar pode seu favor nos carinhos humanos bondade, se tão querido a mim é o grande Amor?

Soneto do amigo Gosto de ti eternamente, meu poeta! A ti, que és tão adorado ao meu amor
Continuar lendo

Soneto do amigo Gosto de ti eternamente, meu poeta! A ti, que és tão adorado ao meu amor A ti, que és meu grande amigo do labor. Brilha-te o vosso soneto à boa ponta. Em que o brilhaste tantos carinhos a ti, Camões brilhou o teu coração à poesia, Há o ensejo vivo como o belo dia!... Adoro-te o bom coração em que vivi... Adoro-te a boa amizade sem brilho, Em que ouvi a tua vida tantos fulgores, O belo soneto, que és um grande ninho. Adoro-te como o teu melhor amigo, És um único sonetista, se deres bem Adoro-te a boa saudade sem abrigo.

Minha amiga amada Mel (Soneto do amor) Amo-te como um amigo real... não cantes! És a mulher formosa aos teus sonhos do amor,
Continuar lendo

Minha amiga amada Mel (Soneto do amor) Amo-te como um amigo real... não cantes! És a mulher formosa aos teus sonhos do amor, Amo-te como amigo aos teus prantos da flor A casta noite, e há as belas amizades. Amo-te um lindo coração à amizade, O carinho fiel, és tão serena e bela Amo-te como amigo bem-amado a amá-la; E todo dia vais sentir-me a bela beleza. Quero senti-lo a alva formosa sem brilho, És bela amiga com doce sedução e flor Amo-te, és tão querida ao meu doce carinho. A aura perdida, e fui triste e sozinho... Amo-te como minha bela amiga, Amor! Sinto-te o belo coração em lindo ninho.

A baile da amiga Que ao doce sentimento sem vida possante, Hão de devorar-me os teus beijos eternos
Continuar lendo

A baile da amiga Que ao doce sentimento sem vida possante, Hão de devorar-me os teus beijos eternos Tu,que amas o meu doce licor aos carinhos Que as belas amigas vos amam perfeitamente. Que o alvor primoroso aos teus corações, Hás de abraçar-me a doce amizade... amiga! O licor abrasador aos teus amores em plaga. Quero beber-te o doce silfo aos corações. O doce afago vos ama aos teus encantos, Hás de volver-me os doces sentimentos Que ao ar silente os teus lindos amores Senti-me os teus corações mais primores. Abraça-me o vosso afago aos teus carinhos, Torna-me a doce amiga sem doudo sentimento Querida,como és um doce lume ao meu pranto A baile fúlgida à doce amizade sem cantos.