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Frase de Nicola Vital

ESCRITA. A ODE DA VIDA: A bela arte de escrever. Recorrente à beleza da solidão, Vertente de sutil inspiração. Manifesto de amores e atores, Quiméricos personagens, Precursores da paixão. Quiçá, antagonistas da razão. Escrever, seja talvez migrar Ao infindo... Universo prosaico, Que emana Da alma do infinito crer, Que respira a ode. Que inspira o ser. Vê-se à escrita, poética ou prosaica O plasma! O nume! Assim diria o bardo Em seu brado poético. Não há alfa e nem ômega! Quando se abre os olhos, E respira-se a atmosfera, Dar-se início a vida! Ao fecha-los sem atmosfera, Nada se consuma, a vida enfim, Inicia-se. Assim, à realidade da escrita, Nem princípio, nem fim.

Nicola Vital

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos!
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MEU ALENTO: Quando eu morrer, Não me facultem alarde ou risos! Não me chorem amargos sisos! Eu não chorei nem sorri. Quando eu morrer, Se assim, o for meu querer, Os ouvidos, guardai em potes de vidro Pra que não possa te ouvir. Sobre os meus olhos, Plantai no mais alto dos outeiros De frente pro mundo inteiro Para eu ver, quem chora ou sorrir. Quando eu morrer, Só a língua deixai ao relento Pra não calar o que sinto E reportar o porvir. E só quando eu morrer, Separem do corpo o nariz Esse aos eflúvios condiz Guardem-no, nos florais,aos jardins.