Frase de Tatiana Sobreira
EM BUSCA DO EU PROFUNDO I "Um dia, minha mente decidiu descer os recônditos das cavernas dos pensamentos. Nestes vales escuros e sombrios, encontrei o Feitor de todos. Disse assustada: - O que fiz com tanta curiosidade? Quem sou eu? O Feitor respondeu: - Tu és Tu. E Eu sou Eu. Atônita falei: - Não pode ser. Desci tanto assim e tenho esta resposta? Feitor: - Pergunte então 'as margens que encontrares. E vi crianças sentadas ao redor de uma mesa nas laterais de nosso caminho. E no escuro de uma das cavernas, uma mesa a margear rios. Perguntei: - Ei, você lá! O que és Tu? Uma menina responde: - Eu sou Eu. E Tu és Tu. Mais adiante ao voarmos, vi outra mesa repleta de crianças e um menino de sorriso largo. O mesmo que estava pousado em fotos e quadros. E o mesmo menino conversando com outro Feitor. Eu disse: - Este tem um sorriso pousado no quadro. E ele quem é? És Tu? O menino, que comandava os outros meninos, em obediência ao Feitor dele, disse: - Sou a imitação de mim, mas Eu sou Eu, e Tu? Quem és? - Mergulhei tanto para aprisionar no meu Eu mais profundo, e foi aqui, que cheguei- respondi reflexiva e com um profundo silencio interno- Eu sou Eu. E Tu és Tu." T.S. --- --- ------- II "Não vendo informação. Vendo conceito. Vida com estilo, direito torto. Um menos que não faz do suficiente o insuficiente ineficiente. A informação sem rodeios, sem e com meios. Não vendo idéias, eu vendo inovações do pensamento sem forma. Não vendo a comunicação, pulverizo formação. Sou milionária das palavras e o valor é a nulidade do ato castro. No tradicional sou a informação em movimento e o progresso aparente. Sou contundente. Sou o olhar diferente sobre o que construí e destruí. Documentários pequenos com duração de 5 minutos por episódios foi o que decidi me doar, mas eles encurtaram o meu pensar. A vida é mais que um simples documento- é um testamento póstumo. Histórias contadas por mim e por nós passaram em minhas mãos e os tomei: vendi vidas. Vendo histórias com um jeito de viver interiormente. Tens vinténs, niqueis, tiques ou chiliques? Um olhar mais dentro e exposto é bem mais bonito que faz gosto. O pra fora sempre chega sem demora. O pra dentro sempre cobra o que sustento. Um olhar de fala reclama e ordena o que mata. E não aceita devolução. A sustentação a prova de crises existenciais do ser humano não tem contra-indicação. Aqui você paga o que terá vida amanhã. A história contada não morre, ela tem preço, cobra, e não dorme." T.S.
No pensador.ai desde