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Frase de Leila Onofre

Palco... Onde nascemos como elenco Corremos de um lado ao outro Dançamos e falamos alto Choramos ou rimos às vezes Pretendemos e atuamos Convencemos ou perdemos Acreditamos e prometemos Damos e recebemos Onde amamos Criamos laços e deslaços Construímos nossos sonhos Aprendemos e ensinamos Caímos e levantamos Invejamos e inspiramos Crescemos e aperfeiçoamos Vivenciamos e experimentamos e Onde morremos como expectadores da vida...

Leila Onofre

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de Leila Onofre

O gato que parou na da lua... Sentado no telhado olha a lua e mia baixinho. Olhos brilhantes escuros como quem vai pular.
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O gato que parou na da lua... Sentado no telhado olha a lua e mia baixinho. Olhos brilhantes escuros como quem vai pular. Quantas vezes pula, quantas vezes cai no espaço da lua... Assim acredita, por ser louco de amor pela lua. Parado fica contemplando sua luz e pergunta-se: -“Como posso chegar até minha bela Cíntia”? Solitário e sem resposta se contenta por adorá-la de longe... Astuto e ágil planeja cortejá-la, pois sim, quer mesmo beijá-la. Gato tolo! Apaixonado e vidrado na sua musa que sem dó o desdenha. Iludido pelo seu brilho mia - “Sem você sou cego, sem graça e sem planeta”! Porém cego, sempre, e perdido de amor! Ele mia e implora seu amor. Sua lua se esconde entre nevoeiros e ele mia de solidão" lunar". Ela volta como leve fumaça e mais linda, ainda, cintila à noite cheia. O gato patusco vibra e mia longe a espantá-la com seu uivo gatuno. Irritada ela refulge-se por trás das altas árvores com timidez faiscante. Cansado e desanimado encolhe-se e vai dormir. Esperando que sua amada volte na madrugada seguinte...

Buscando Deus Refletindo minha intemperança sobre a existência de Deus, confrontei-me com minha insensatez e antecipei descrença.
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Buscando Deus Refletindo minha intemperança sobre a existência de Deus, confrontei-me com minha insensatez e antecipei descrença. No entanto num lampejo de sabedoria perguntei: -“Senhor, por favor, não brigue comigo é que caí e quebrei meu coração, dá pro senhor me dar outro; se és que existes ?” A resposta foi imediata: “Sim, eu existo e te conheço pelo seu nome e se queres um novo coração tens que trabalhar por ele.” E num outro lampejo de sabedoria, iniciei meu trabalho em buscar um novo coração. Deixei de viver o passado e parei de contemplar o futuro e encontrei plenitude. Aprendi a viver o dia de hoje como se fosse o melhor dia da minha vida. Aprendi que cada hora, cada momento, cada alegria, cada tristeza e cada segundo devem ser vividos um de cada vez e isso é crescimento. Deixei de forçar situações e desejos que não me pertenciam e abandonei os grandes planos e comecei a simplificar meus interesses e encontrei harmonia. Aprendi que tudo acontece na hora exata e nem todos estão prontos no mesmo momento e isso é respeito Deixei de me importar com a opinião alheia e passei a valorizar meus instintos, minha educação e experiências vividas e passei a refletir sobre minhas atitudes e a aprender com meus erros e a separar a opinião alheia da critica nociva daquela valida à relevância sem me ofender ou punir-me e isso trouxe-me equilíbrio e renovou minha autoestima. E hoje, creio que todos os instantes deste dia como se fossem milagres realizados só para mim, pois com toda certeza sou um dos milagres de Deus aqui na terra e acredito que seja, assim, para todas a criaturas viventes nesse planeta. Buscando Deu é apenas a confirmação da minha existência e não seria natural se não o buscasse e na verdade, nunca necessitei de um novo coração, apenas voltei a amar a vida!

Muna, Xeia... Brilha prata luzida Enquanto o sol dorme
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Muna, Xeia... Brilha prata luzida Enquanto o sol dorme Traga no silencio da noite Sua beleza de mulher insinuante Traga sonhos Sem quizilas Sem medos Entra, surpreenda-me Traga orações e poesias As horas passam O sol ainda dorme... E seu fulgor invade Aliviando meu amor Que espera hiante Noite azul Balancê, achego Volte sempre “xeia” De amor, Muna!

Acorda!!! Reverente e forte no seu berço de luz Nasceu rica, nasceu pobre e se fez mulher
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Acorda!!! Reverente e forte no seu berço de luz Nasceu rica, nasceu pobre e se fez mulher Princesa do quarto rosa e cortinas de cetim Cinderela sem quarto nem cortinas de cetim Sentimentos singelos sufocados sem anel dourado Entregou-se com fôlego e ventre cadencioso solto No jardim das grinaldas se fez senhora e respeitada Nas altas horas da noite pecou no orvalho impudico Reverente e forte no seu berço de luz Escolada e falante, falante e despojada Estremece sem voz no julgo do dia a dia Soberana quando no seu papel permitido Virtudes são grandes, nem todas apreciadas Ave Maria cheia de graças ou mulher largada Grita com alento no mundo, afora dos que lideram Cobiçada por suas curvas não por suas palavras Reverente mulher no seu berço de luz Adormece!