Frase de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado
Soneto de um solitário Permanece como réu, imoto a respiração sem equação em silêncio o ego e emoção como em oração fiel devoto O lamento que acolhido na mão chora suor do quesito remoto a lágrima se imerge num arroto dos soluços surdos do coração Como centro de tudo, a solidão que desorienta e se faz ignoto o olhar, largado na escuridão Seja breve e renovado broto que renasça após a oblação o abraço que se fez semoto (traga convívio pro ermitão) Luciano Spagnol
Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado
No pensador.ai desde