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Frase de Helmanok Magnus

⁠Fugazes O passeio das avenidas perdidas desfilam pequenos larápios assassinos de sonhos alheios, meia vida se perde nas avenidas. À noite, encostam seus sonhos nas ruínas da cidade e, outra meia vida, eles passam sobre os colchões do mundo. Hospedeiros de todos os colchões do calabouço, de cheiro de morto e uns minutos de banho de sol massageando a sua vida mórbida.

Helmanok Magnus

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Pensador.com

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Outras frases de Helmanok Magnus

⁠Minha Garota Minha casa ainda não se mudou para a sua, nossa vidinha ainda é aqui no meu espaço, porém, meu coração, de tão apressado que é, já se mudou para sua casa, assim, não consigo ficar um minuto sem pensar em ti. Estou escrevendo o seu nome em todo lugar, mas o que eu q…
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⁠Minha Garota Minha casa ainda não se mudou para a sua, nossa vidinha ainda é aqui no meu espaço, porém, meu coração, de tão apressado que é, já se mudou para sua casa, assim, não consigo ficar um minuto sem pensar em ti. Estou escrevendo o seu nome em todo lugar, mas o que eu quero mesmo é escrever nossa história em nossos corpos!

⁠Nem sempre é momento de travar! Você pode estar no momento exato Para pisar no acelerador
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⁠Nem sempre é momento de travar! Você pode estar no momento exato Para pisar no acelerador E avançar para o outro ponto, Mas se você fica travando a todo instante, Você fica obcecado pelas paragens que as travagens te proporcionam. Abre a mente para reconhecer As diversas fases do jogo de xadrez Que a vida é e nos proporciona. E se for mesmo a hora de dar um cheque-mate Não hesite, faça-o com agilidade e destreza!

⁠Metamorfose Não há fronteiras para o medo! Menino jogado ao vento
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⁠Metamorfose Não há fronteiras para o medo! Menino jogado ao vento Sonhava sonhos sozinho no Inverno. Sobre um abrigo medonho Manter-se na vertical no mundo Era como se manter vivo. Na madrugada, o frio Invade os pés descobertos. Das minhas feridas fui curandeiro; Provado no calor do fogo Forjado sobre o ferro Sofri como um soldado, corpo feito escombros, abandonado. O lamento de ter sido lento perdido tempo, ganhei exemplos. Cicatrizes marcadas no meu templo, Memórias de um tempo violento. Rezo à minha rezadeira no escuro Longe de todo o mundo. Aprendi a ser um guerreiro Por isso, não me desespero. Ainda não perdi o meu talento Eu escrevo verso-a-verso A história do menino medonho Que perdeu alguns talentos, Ofereceu-me a caneta e um papel A4 E disse: sou o que tu vês e não conheces.

Pa-la-vras ⁠A alegria das palavras É como desmanchar o preto
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Pa-la-vras ⁠A alegria das palavras É como desmanchar o preto Sobre o papel branco Para contar uma história Com um final feliz é alegre. A alegria das palavras Se perde num conto mudo No rasgar de um sorriso triste Se as palavras têm vida? Sim! Elas vivem em nosso ser Caem na frequência e na magia De sua imaginação para fixar e guardar Lembranças de um tempo vivido. As palavras têm o poder de invocar O passado, descrever o presente e prever o futuro Em grandes ou pequenos textos escritos O importante é fazer sentido Pois de que adianta um monte de palavras Gravadas no papel sem norte nem sul?