Frase de Helmanok Magnus
Metamorfose Não há fronteiras para o medo! Menino jogado ao vento Sonhava sonhos sozinho no Inverno. Sobre um abrigo medonho Manter-se na vertical no mundo Era como se manter vivo. Na madrugada, o frio Invade os pés descobertos. Das minhas feridas fui curandeiro; Provado no calor do fogo Forjado sobre o ferro Sofri como um soldado, corpo feito escombros, abandonado. O lamento de ter sido lento perdido tempo, ganhei exemplos. Cicatrizes marcadas no meu templo, Memórias de um tempo violento. Rezo à minha rezadeira no escuro Longe de todo o mundo. Aprendi a ser um guerreiro Por isso, não me desespero. Ainda não perdi o meu talento Eu escrevo verso-a-verso A história do menino medonho Que perdeu alguns talentos, Ofereceu-me a caneta e um papel A4 E disse: sou o que tu vês e não conheces.
No pensador.ai desde