Frase de Poeta mineiro do cerrado - LUCIANO SPAGNOL
Canção Não te cies do fado, nem do meu olhar que o vento nos puxa pela alma sedenta que as estrelas no céu se põem a poetar... E nosso desejo se faz eternidade juventa. Apressa-te, amor, que o tempo é de amar que amanhã não importa, te quero agora! Não demora tão longe, não me deixe estar sozinho, num nácar de silêncio, janela a fora o pensamento, se fores sonho, quero sonhar! Seja já! Mesmo que a estória fale de outrora o coração traça rotas que nunca pude tatear. Apressa-te, amor, dispa está solidão, és abrigo pegue na mão, me abrace, e assim vamos estar. Se não te disse, com os meus versos te digo: Como foi bom poder te encontrar!… e ficar! © Luciano Spagnol poeta do cerrado 05/04/2019 São Paulo (um mês)
Poeta mineiro do cerrado - LUCIANO SPAGNOL
No pensador.ai desde