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Frase de Marcio Funghi de Salles Barbosa

RELAÇÕES HUMANAS , O GRANDE TABU NAS EMPRESAS Com o crescimento das empresas, temos observado que os empresários e seus executivos vão cada vez mais se distanciando dos seus subalternos e piorando o nível de comunicação da empresa. De repente, problemas de relacionamento interno tomam tal proporção, que chegam a ameaçar o bom andamento da empresa, gerando mal estar e a formação de 'grupelhos' antagonistas, que se digladiam em busca de um melhor reconhecimento pelos dirigentes. Já vimos empresários desesperados com a piora do relacionamento entre seus funcionários e chegamos a ver algumas úlceras e enfartes do miocár-dio por isto. Chegamos a ver um empresário tornar-se alcoólatra, por não saber como tratar da demissão de seu primeiro gerente, a esta altura superado, mas seu amigo pessoal. É comum, executivos serem contratados, sem que se tratasse um perfil pré-vio do ocupante ao cargo, gerando desconforto bilateral na nova contrata-ção, que quase nunca é acompanhada de um plano de ambientação do contratado à cultura da empresa. Vimos promoções sendo feitas, pelo simples fato de que se trata de "um funcionário antigo", tornando-o um chefe incapaz e completamente perdido em suas novas funções. Ou ainda, percebemos pessoal competente sendo preterido, pelo simples fato de se preferir renovar, sem uma razão lógica. Vimos executivos sendo promovidos, sem um plano lógico de preparação para o novo cargo, muitas vezes, sem ser sequer apresentado a seus pares e subalternos -"entregues às feras", como costumo dizer. Notamos que a imensa maioria das empresas não têm uma noção sequer dos seus objetivos e muito menos de como é a formação de sua cultura. Ig-noram por exemplo, que seus caminhos podem levar a uma catástrofe futu-ra, se seus dados culturais não forem corrigidos a tempo. Cena comum: pais envolvidos em guerras homéricas entre os filhos, ao prenúncio da sucessão empresarial, por não terem um plano estabelecido, conforme a cultura da empresa, que os preparasse para esta sucessão. Vimos empresários se retirando da vida ativa, "dependurando as chuteiras" definitivamente, para caírem num processo demencial, arteriosclerótico, por crerem que "aposentar ‚ é morrer", sem nenhum plano de ocupação que lhes desse prazer. Vimos muito trabalho insano sendo feito, sem que o empresário sentisse o mínimo prazer em realizá-lo, ou sem sentir a razão do porquê fazê-lo, com a sensação de que a empresa não sobrevive sem ele. Vimos empresário "saindo pelos fundos, para não lhe trazerem mais pro-blemas por hoje", tal a sua insegurança em delegar e em conseqüência, a sua sobrecarga ao absorver. Vemos todos os dias gente desmotivada, liderando sem condições, se an-gustiando a cada turno de jornada, por não ter sido preparada para liderar. Este quadro sombrio é a nosso ver, a realidade estampada da maioria das empresas sobreviventes, deste nosso viável pais. Entretanto, muitos dirigentes voltam as costas à esta realidade e preferem continuar ignorando estes problemas, que se repetem indefinidamente, exi-gindo sempre um enorme desgaste emocional para sua solução, quando não se tornam insuportáveis. A conseqüência de tal desgaste é a aversão que se cria diante de tais situa-ções, sem se aproveitar do conhecimento adquirido para solucioná-las. As-sim, ao tornarem a acontecer, geram nova tempestade e assim por diante. Acreditamos que todas estas situações têm soluções e precisam ser apren-didas. Acreditamos que o empresariado ao ter que enfrentar seus embates diários, perdeu parte de sua capacidade de comunicar-se e de enfrentar situações de relacionamento humano, que é a parte crucial e portanto, mais difícil de ser encarada na empresa. Neste contexto surge o inevitável problema da época atual: "RELAÇÕES HUMANAS, O GRANDE TABU DAS EMPRESAS" (o grifo tem a intenção de citar um livro, que estamos editando, sobre este assunto). Um bom plano de trabalho para resolver estes problemas, precisa transmitir aos empresários e seus executivos, um aprendizado na solução das situa-ções acima relatadas, de tal modo a ensinar-lhes um raciocínio lógico racio-nal, para que não sintam constrangimento ao terem que enfrentar tais situa-ções. Um método de atuação seguro, precisa ser baseado na aplicação do pro-cesso de diagnóstico dos conflitos existentes, apresentando propostas de soluções, levando em conta a cultura da empresa, sem tumultuá-la, ouvindo e trabalhando com as lideranças e seus liderados. Há 19 anos praticamos este método, com excelentes resultados, pois a oti-mização é paulatina, sem impor sacrifícios ou reviravoltas, como acontecem com certos métodos idealizados à luz do modismo ou da importação de técnicas estranhas. Os resultados? É ver, para crer, se quiser crescer! __________________________________ pergunteaodoutor@drmarcioconsigo.com

Marcio Funghi de Salles Barbosa

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Pensador.com

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A CBF DIZ: "CALA A BOCA DUNGA"; EU NÃO CALARIA. Aclamado na chegada, Ele disse que ficava.
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A CBF DIZ: "CALA A BOCA DUNGA"; EU NÃO CALARIA. Aclamado na chegada, Ele disse que ficava. Não pensou que a cachorrada, A espada lhe fincava. Precisavam de um bode Pra derrota espiar, Assim o bobo se _ode, E seguem a indicar, Gente com bom patrocínio, Para as burras entupir. Pois, burro sem raciocínio, Com dinheiro vai fingir, Ser o dono deste mundo, Com sete palmos pro fundo. ________________________ Pastéis, não diferenciam O que apenas só viam, Não sendo racionais, Sem julgar, gestos errados, Pois creem ser maiorais. Ao se tornarem malvados. Corrompem tudo e todos, Que querem ter muito mais. Costumam criar uns modos, Que os fazem tais e quais, Às bestas despudoradas, Pouco importando quem torce. Esquecem que nas 'peladas', O fome ronca em morse. __________________________ Daí vem o futebol, Minorando o sofrer, De quem olha o arrebol, Pensando em renascer. Talvez perdendo a Copa, Consiga no voto vencer, A política que dopa, Com mentiras todo o ser, Criando em farsa time, Ao qual se deve torcer. Não mais deitando no vime, Mas lutando e vencer. Do nosso berço beleza, CRIEMOS NOSSA GRANDEZA! _________________________ pinfo@drmarcioconsigo.com

JOGO È JOGO! Quando estudante de Medicina, costumávamos jogar pôquer nos intervalos de estudos aos sábados. As apostas eram feitas em centavos e um grande perdedor chegava a perder numa tarde, cerca de cinco cruzeiros. Certa feita, depois de uma jornada de ‘sorte’ eu já ganhara…
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JOGO È JOGO! Quando estudante de Medicina, costumávamos jogar pôquer nos intervalos de estudos aos sábados. As apostas eram feitas em centavos e um grande perdedor chegava a perder numa tarde, cerca de cinco cruzeiros. Certa feita, depois de uma jornada de ‘sorte’ eu já ganhara algumas partidas e acumulava a ‘riqueza’ de vinte cruzeiros, quando saio com jogada pronta de um street-flush até rei ( 9, 10, valete, dama e rei - de paus). Disfarcei, fingi ter dúvidas se trocava uma carta e uma alegria imensa, muito bem contida, se apossou de mim. Ao iniciar as apostas, lancei vinte centavos na mesa, dois jogadores pagaram e o terceiro dobrou minha aposta, fazendo fugir os dois ‘blefadores’. Fomos dobrando as apostas, até que eu paguei uma aposta de dez cruzeiros, que me sobravam. Ao abrir o jogo, meu oponente viu meu street e completou: “Ganhei!”, exibindo um Royal-street-flush de ouros (até ás). Desde este dia passei a ter mais firmeza numa crença que já professava: “Não existe sorte em jogo, existe habilidade ou coincidências”. Hoje, 02/07/2010, fomos desclassificados da Copa. Ainda bem que a nossa copa não foi inundada por uma enchente! Mas, senão vejamos: Tomamos um gol por mera casualidade: homens escolhidos, defendendo a área, no lugar errado e um mergulho bem intencionado produz um erro, que não queríamos que acontecesse, pois a partida fica empatada. Desesperados, com raiva, ‘ultrajados’ pela Holanda, o nosso time se descontrola e numa série de atitudes impróprias, perde a habilidade e voltamos para casa. Já ouvi uma série de justificativas e acusações, que de nada valem, pois perdemos a chance de vitória nesta Copa. Creio que o erro nos destrona por algum tempo, mas começamos a amadurecer a seguir: - Dunga protegeu a seleção de exposições que a prejudicassem, fazendo com que o ‘já ganhou’ atrapalhasse a concentração; - As escalações das equipes, sempre favorecem a alguns patrocinadores e patrocinoraptores, - A imprensa tem idéias díspares, favorecendo aos que as acertam e calando aos que as erram; - As ‘bumbunzelas’ não foram bem o que eu esperava: sem um pingo de ‘sex-apeal’, só emitiam sons horríveis, que devem ter perturbado vários jogadores de muitas seleções; - As Jabulanis pulavam mais que periquitos no cio, muitas vezes atingindo o terceiro andar do gol, ou as laterais de escanteio, ao contrário de serem encaminhadas para o gol, levando os torcedores ao ‘clímax’, como estavam acostumados a proporcionar os periquitos, digo, os jogadores. Fica aqui uma pergunta? Quem se beneficiou com a contratação desta ‘pelota’? Garanto que não fui eu nem a população da África, nossos ancestrais; - Nossa seleção e a da Holanda deram um show em civilidade, demonstrando pejo ao racismo; - Talvez o Dunga consiga ter como prêmio a melhora de seu pai doente; - Talvez na próxima Copa, no Brasil, tenhamos um técnico com o apelido de Dengoso, que não irrite a imprensa, mesmo se não levarmos o título. Aliás, o apelido do nosso técnico é impróprio pois o Dunga era mudo. Acho que poderíamos dispensar algum Zangado, para evitar prejuízos à Seleção Canarinho, que intentava tomar ‘laranjada’ e acabou chorando, como todo ser humano de caráter é capaz de fazer, ao perceber suas falhas; - Por último, mas muito importante, é preciso ressaltar que a única seleção candidata ao hexa-campeonato e capaz de sambar com desenvoltura é a nossa. Viva o Brasil! Viva a Seleção! Vamos escolher com consciência nossos próximos dirigentes, pois a ‘LISTA SUJA’, parece que está sendo burlada! E viva Zambi! _________________________ pinfo@drmarcioconsigo.com

JABULANIS? PRO FUTEBOL AMERICANO! Julio Cesar ataca bola da Copa: ‘Parece com as compradas em mercado’’.
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JABULANIS? PRO FUTEBOL AMERICANO! Julio Cesar ataca bola da Copa: ‘Parece com as compradas em mercado’’. Mal sabe ele, que de fato topa, Com um grande acordo negociado: A FIFA envolveu todos ‘mafifosos’, Onde correu solta uma dinheirama, Para se vingarem destes ‘ardorosos’, “Que querem seu time com bastante fama”! Por isto usaram só as JABULANIs Que chutadas acertam os torcedores, Fazendo galos nas cucas dos romanis Que com VUVUZELAS querem escores. Moral: Se até na distração há safo, Só nos resta torcer, como desabafo! _________________________ pinfo@drmarcioconsigo.com

QUEM SABE, QUEM SABE É DEUS! (Paródia) Paródia brasileira de Quizás, quizás, quizás De O Ferres (prá valer!)
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QUEM SABE, QUEM SABE É DEUS! (Paródia) Paródia brasileira de Quizás, quizás, quizás De O Ferres (prá valer!) Tom Cm (pelo menos isto!) Ritmo Bolero Sempre que te pergunto: “O quando comes e onde?” Tu sempre me respondes: “Quem sabe, quem sabe é Deus!” E assim passando fome E eu bem revoltado E tu abobalhado: “Quem sabe, quem sabe é Deus!” Estás perdendo o voto, Esperando, votando, Por mais que tu o queiras Estão se lixando, até quando? Não passe assim os dias, Estou te informando Pra ir se rebelando, Agrade a ti e a Deus! Não vote nos filisteus! _________________________ pinfo@drmarcioconsigo.com