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Frase de alexandre morais

Tenho Meus Motivos para Dormir Tarde Sentir a paz das pessoas, não ouvir nenhuma voz, só pesadelo, em cima do prédio bem grande e subir no terraço descalço, guiado pelo vento, refletir em sintonia com o escuro derradeiro desenhar debaixo da cama monstros com papos enormes, esmiuçados pelos pijamas de ursinho da criança curiosa que o puxa pra dançar, com os cabelos tocados ao chão, só por desejo e tentação da proibição de dormir tarde dos pais "Ele te pega filhão" tomar antidepressivos com vodka muita vodka, o máximo de embriaguez possível com doses de procura, vontade de dormir depois que o sol nascer, lembrar do zelo geado nas árvores sobre a pessoa que me deu bom-dia enquanto eu comia pão-francês na padaria da esquina, ao lado do boteco de cerveja barata. Acordar alguém de propósito, receber ofensas junto com os uivos dos lobos ou cães de estimação, medo de bala perdida, há muito ladrão, assassino de inocente. Sou um vigia do ócio, não por peregrinação sem contrato ou negócio, movido por castigo da solidão. Estou livre, tenho nove anos e nenhum pai ou mãe pra xingar, faço traquinagem olhando a janela da vizinha com insônia. Escuto apitos da polícia contra os baderneiros bêbados encerrando assim a sinfonia da madrugada com meu bocejar cansado do dia penado, Depois de revirar e me achar, procurar companhia na fantasia, sentir-me completo, ouvir o primeiro sino da igreja a chamar o morador que gosta de café quentinho, condiz com sua tradição de interior. Escutar o galo, mesmo na cidade, cacarejar bem forte pra bola de fogo raiar. A maior raridade da terra e, o mais precioso cantar. Nada é concreto, Tudo dá pra poetizar.

alexandre morais

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Meus olhos viraram os melhores amigos da noite graças a sua compreensão pelo desabafo das lamurias do dia por eles vividos. Em homenagem a sua paciência de ouvir atentamente a água cair em silêncio, eles vestiram o seu traje e tornaram-se negros.
E aos trancos e barrancos continuo a carregar a minha vida nas costas. Por ter caído várias vezes não desisti de levá-la junto a vida que sempre vivenciei. Desafiou o certo e que fez orgulhar-me por ser minha essência, o meu cheiro. Encontrada no caminho perdido com vigor e simpl…
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E aos trancos e barrancos continuo a carregar a minha vida nas costas. Por ter caído várias vezes não desisti de levá-la junto a vida que sempre vivenciei. Desafiou o certo e que fez orgulhar-me por ser minha essência, o meu cheiro. Encontrada no caminho perdido com vigor e simplicidade. Apenas uma vida não afortunada, mas uma vida que deita-se no travesseiro e escorre no lençol o suor da minha verdade, nutrindo-me de paz.