Frase de Misael Natã
Medo impenetravelmente translúcido. Não me controlo. Não sou confiável. A minha palavras não servem para nada se não para esconder-me de mim. Não entendo quando preciso agradecer, Tampouco quando é necessário parar de desculpar-se. Culpo-me por não me calar. Culpo-me por não falar cousa alguma. Só me calo quando não compreendo o que foi dito. E quando é dito em voz branda não me sinto calmo. De repente, o sentido da palavra foge assustado. Entender o indizível rasga o véu da alma. Uma alma já translúcida de perdas de sentido. Olho por olho, E me perco por medo.
No pensador.ai desde