Frase de Misael Natã
Não cresceu com amor. Fome, sede e privação. Como teria amor pra dar?
No pensador.ai desde
Não cresceu com amor. Fome, sede e privação. Como teria amor pra dar?
No pensador.ai desde
Luz Penumbra Escuridão
Luz Penumbra Escuridão Sincronia turbulenta Anacronismo perverso Desejo artístico Pensamentos tocam a alma Ilusão rasga a carne Raíz penetra nas vísceras Vida Morte Liberdade
Um grito perfurantemente transpassante desaparece em ecos Ocos de rostos loucos de esperança transfigurada em choros. Berros de solidão em vastas florestas inabitadas
Um grito perfurantemente transpassante desaparece em ecos Ocos de rostos loucos de esperança transfigurada em choros. Berros de solidão em vastas florestas inabitadas Abaladas por um fardo pesado de agonia silenciada.
Tenho pavor quando penso te que atribuí mais que poderias segurar. Tenho ardências e palpitações incontroláveis quando sinto tua presença.
Tenho pavor quando penso te que atribuí mais que poderias segurar. Tenho ardências e palpitações incontroláveis quando sinto tua presença. Medo mudo de morrer em meu mundo mágico contigo. Perdoe-me se te assusta a minha ansiosa pressa. Não poderia me contentar com a ociosidade terrena. Espero que estejas aqui de corpo e átomos. Senão migrarei a quem não procure entender realmente a superfície disto, mas que queira compreender o movimento da alma falante.
Medo impenetravelmente translúcido. Não me controlo. Não sou confiável.
Medo impenetravelmente translúcido. Não me controlo. Não sou confiável. A minha palavras não servem para nada se não para esconder-me de mim. Não entendo quando preciso agradecer, Tampouco quando é necessário parar de desculpar-se. Culpo-me por não me calar. Culpo-me por não falar cousa alguma. Só me calo quando não compreendo o que foi dito. E quando é dito em voz branda não me sinto calmo. De repente, o sentido da palavra foge assustado. Entender o indizível rasga o véu da alma. Uma alma já translúcida de perdas de sentido. Olho por olho, E me perco por medo.