Frase de Ricardo Maria Louro
Punho dos Poetas - Nascem do meu punho versos tristes e chorosos, sem arte nem beleza, cheios de dor e solidão, úrdidos pelas culpas de assassinos desejosos de matar em cada um a liberdade e o coração. Crescem do meu punho relicários de veneno, excesso do cansaço de um Poeta já cansado, balsamo que mata mas não temo porque ambos convivemos lado a lado. Vivem no meu punho mil Poetas rejeitados num mudo esquecimento em triste sepultura, Eles, que os eruditos leram sem ternura mas que leem com alento os desgraçados!
No pensador.ai desde