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Frase de José Alberto Hernández Morais

⁠Existe uma particularidade em Deus que muitas vezes não conseguimos compreender. Por que ele sendo tão poderoso em tudo e conhecedor das nossas fragilidades ; aos nossos olhos se mantém em completo silêncio e aparente inexistência ? Creio que a resposta esteja firmada em duas questões de honra para Deus. A primeira questão está relacionada com a liberdade. Trazemos em nós uma semente adormecida, que é a nossa imagem e semelhança com o criador. Esta semente precisa ser despertada ! É necessário que esta dormência seja quebrada para que a semente germine. As tribulações, nossos conflitos existenciais, as terríveis forças imprevisíveis da natureza , a percepção do tempo, as dúvidas quanto ao futuro , e principalmente o nosso conhecimento da constante presença da morte que nos ronda desde o nascimento e que inevitavelmente nos consumirá. Estas ferramentas naturais são mecanismos que nos fazem refletir sobre a vida. São poderosos impactos que de alguma forma tentam despertar a semente de Deus em nós. Esta reflexão nos conduz à segunda honra do Senhor: o poder da palavra! Tudo foi gerado por este poder extraordinário que é o Verbo. Após a quebra da dormência , e a conclusão de que somos apenas um pedacinho de nada, a semente começa a germinar Para que cumpra o seu propósito , a casca que a envolve será retirada. Esta experiência é completamente individual. A palavra que sair da sua boca será capaz de realizar o milagre. Deus apenas perguntará : O que queres que eu te faça? “

José Alberto Hernández Morais

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Outras frases de José Alberto Hernández Morais

Agora é pra valer Adeus . O beijo. O instante preciso da despedida . A última vez de todas as coisas.O último abraço. O último olhar. Os pés descalços, nossos corpos nus.O último momento de tudo que nos representa. O amor na sua forma mais pura , sem amarras e conceitos. O amor…
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Agora é pra valer Adeus . O beijo. O instante preciso da despedida . A última vez de todas as coisas.O último abraço. O último olhar. Os pés descalços, nossos corpos nus.O último momento de tudo que nos representa. O amor na sua forma mais pura , sem amarras e conceitos. O amor ,amor, amor . Amar, amar , amar e amar. Sem corpos e fluídos. Sem tempo ,sem culpa.O amor, verbo , criador . Sem pele , sem carne , sem ossos que definham . Eterno. A mais pura forma. Livre de toda matéria que aprisiona, e carece de cuidados . No amor eterno , a distância de uma vida inteira, é como cada manhã que se aproxima . 10 anos 20 anos 30 anos .. .40 ,50,... talvez ... Os mesmos raios de luz, não despertem na mesma manhã . Em algum momento as almas se entrelaçam novamente , e as memórias se apagam . Não há mais passado, não há mais presente e o futuro é para sempre. Não há como separar a mesma essência. O verdadeiro amor não é par. Somos um. E por este caminho solitário, inutilmente tentou-se dividir: o amor.

Às vezes a caridade é apenas um instrumento ilusório de remissão.Um escambo.Cessam as serventias, perdem-se os valores! No "Crime do Professor de Matemática" Clarice Lispector resume com perfeição: "Como alguém dá uma esmola para enfim poder comer o bolo por causa do qual o outr…
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Às vezes a caridade é apenas um instrumento ilusório de remissão.Um escambo.Cessam as serventias, perdem-se os valores! No "Crime do Professor de Matemática" Clarice Lispector resume com perfeição: "Como alguém dá uma esmola para enfim poder comer o bolo por causa do qual o outro não comeu o pão."