Frase de José Alberto Hernández Morais
Não precisamos de muito para sermos felizes. A verdadeira alegria é interior. Nasce de um coração cheio de paz!
No pensador.ai desde
Não precisamos de muito para sermos felizes. A verdadeira alegria é interior. Nasce de um coração cheio de paz!
No pensador.ai desde
Agora é pra valer Adeus . O beijo. O instante preciso da despedida . A última vez de todas as coisas.O último abraço. O último olhar. Os pés descalços, nossos corpos nus.O último momento de tudo que nos representa. O amor na sua forma mais pura , sem amarras e conceitos. O amor…
Agora é pra valer Adeus . O beijo. O instante preciso da despedida . A última vez de todas as coisas.O último abraço. O último olhar. Os pés descalços, nossos corpos nus.O último momento de tudo que nos representa. O amor na sua forma mais pura , sem amarras e conceitos. O amor ,amor, amor . Amar, amar , amar e amar. Sem corpos e fluídos. Sem tempo ,sem culpa.O amor, verbo , criador . Sem pele , sem carne , sem ossos que definham . Eterno. A mais pura forma. Livre de toda matéria que aprisiona, e carece de cuidados . No amor eterno , a distância de uma vida inteira, é como cada manhã que se aproxima . 10 anos 20 anos 30 anos .. .40 ,50,... talvez ... Os mesmos raios de luz, não despertem na mesma manhã . Em algum momento as almas se entrelaçam novamente , e as memórias se apagam . Não há mais passado, não há mais presente e o futuro é para sempre. Não há como separar a mesma essência. O verdadeiro amor não é par. Somos um. E por este caminho solitário, inutilmente tentou-se dividir: o amor.
Às vezes a caridade é apenas um instrumento ilusório de remissão.Um escambo.Cessam as serventias, perdem-se os valores! No "Crime do Professor de Matemática" Clarice Lispector resume com perfeição: "Como alguém dá uma esmola para enfim poder comer o bolo por causa do qual o outr…
Às vezes a caridade é apenas um instrumento ilusório de remissão.Um escambo.Cessam as serventias, perdem-se os valores! No "Crime do Professor de Matemática" Clarice Lispector resume com perfeição: "Como alguém dá uma esmola para enfim poder comer o bolo por causa do qual o outro não comeu o pão."
O futuro , este ladrão sagaz, sorrateiramente rouba nossos momentos mais especiais. Inútil a tentativa do passado de aprisionar nesta cela sem porta o que chamamos de presente.
O amor pelo outro sem medida é proporcional a incapacidade de amar a si mesmo.