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Frase de Maria da Penha Boina

Criticidade Aos tolos e iletrados Falsos leitores de poesias Julgam-se interpretes inatos Na sua horrenda analogia. As artes nascem de esforços hercúleos Da solidão à perseverança Engaiolada num verão de janeiro Desabrocha a criação. Muitas vezes vivo o que escrevo Momentos que trago à clausura Outras vezes do nada sai o pensamento São palavras que se amoldam com formosura. Os asnáticos nunca saberão O que escrevo é somente à minha interpretação O que eles leem... Não é mais a minha poesia.

Maria da Penha Boina

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Nirvana Sou meio abestada às artes manuais Engenho melhor as máquinas
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Nirvana Sou meio abestada às artes manuais Engenho melhor as máquinas Introspectiva fico diante delas, fico imbecil e o silêncio enche o meu mundo, meio estúpido Vivo sossegada, descompromissada Diante de mim, uma parede acinzentada um varal com peças de roupas penduradas alguns sons que veem de fora, inidentificáveis Desenredo o meu silêncio em palavras turvas, mudas, inexatas Desprezo os clichês e as suas cópias desordenadas que quebram o fascínio poético daqueles que bem escrevem os seus nadas Assim, passo as minhas horas, encantada entre turbilhões de ideias vou afugentando as ditas realidades dessa sociedade cheia de crendices Desculpai. Mas não nasci para os afazeres banais para costurar as roupas rotas e almoçar ao meio dia e meia a minha didática de vida é outra Sei, desiludo, não sou de bom trato boa companhia Vou, conforme vai o vento lamento por causar desapontamento sou obtusa diante do compreensível.