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Frase de Celso de Freitas

Essas aguas silentes Caindo deliciosamente Impregnando minha noite Com chuvisco vertical Na vidraça abstrata Escondendo a rua mística De terra molhada Com cheiro noturno Na quietude deslumbrante Que paralisa a presa E arrebata a alma São borbulhas passageiras São nuvens que não se veem São aguas que não voltam

Celso de Freitas

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Pensar poema É extrair o sumo Da beleza da fruta Cuja essência Esconde o misterioso aroma Suave e doce Lido pelos os olhos do coração Pensar poema É viajar fora de si mesmo Alçar as velas Em aguas desconhecidas E festejar a chegada Em território estrangeiro

Escrever coisas que a gente gosta É dar asas à liberdade É pairar sobre o ninho
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Escrever coisas que a gente gosta É dar asas à liberdade É pairar sobre o ninho Liberando os ovos incubados Da imaginação na grafia É soltar das rédeas a ânsia Que ópta pelo sofrer A dor incessante da reflexão Fazer acrobacia com o pensamento Fustigando a fera enjaulada Não domesticada do potencial Desatar águas dormidas Do subconsciente represado Vomitando larvas vulcânicas Numa cratera de idéias Numa busca de paixão