Frase de Celso de Freitas
Essas aguas silentes Caindo deliciosamente Impregnando minha noite Com chuvisco vertical Na vidraça abstrata Escondendo a rua mística De terra molhada Com cheiro noturno Na quietude deslumbrante Que paralisa a presa E arrebata a alma São borbulhas passageiras São nuvens que não se veem São aguas que não voltam
No pensador.ai desde