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Frase de Maria Lu T S Nishimura

A castração do verbo A evolução humana ocorreu devido ao espantamento do homem em relação ao seu universo exterior, deste aspecto o questionamento buscou a experimentação e dela a firme convicção para se provar e defender teorias científicas referendados em enciclopédias, manuais indecifráveis e inacessíveis à muitos de nós, entretanto, quando hodiernamente nos defrontamos com está evolução, descobrimos o quanto o universo imaginário brasileiro foi duramente castrado por séculos de dominação. Quando Maria Lu T S Nishimura, se coloca como personagem da própria escrita é para extrapolar e quebrar barreiras contra a hegemonia da criatividade! Ao ser questionada quais são as minhas referências a despeito do que escrevo, afirmo que minha escrita possui a referência da consciência para a liberdade. A minha consciência é libertária e objetiva desafiar o ser humano a se autocompor - se, buscando o desenvolvimento interno dos talentos inerentes à cada um. Se somos todos filhos de Deus, a capacidade que Ele nos dotou é para o polir contínuo de si por bem e para o bem. Este é o real crescimento que Deus espera de todos os seres humanos, independentemente de raças e credos. Portanto, condenar, martirizar, críticas destrutivas, boicote social e moral contra as personalidades como forma de cessamento da criatividade é castração social e humano. Culturalmente a imposição do limite se fez pelo medo, pela punição, pela difamação, pela humilhação, pela condenação. O limite deve existir para o mal e não para o bem. A minha escrita é um bem, portanto, o limite cultural que a sociedade por ventura, venha aplicar sob injúria manipuladora de regras, costumes, posturas, atuações, personalidades e humores, constituem no intento o cálice da castração do verbo!

Maria Lu T S Nishimura

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Pensador.com

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Carinho da água Ôooooh! Água, que corre, escorre em mim!
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Carinho da água Ôooooh! Água, que corre, escorre em mim! Me molha, me toca e faz um carinho assim! Água de espuma feito cerveja refresca a goela de quem tem calor! Sem água na fonte seca o horizonte, seca a goela, seca também o amor! Ôoooh! O que interessa é que não há pressa pra que quem já se refrescou, Mas, pra quem tá penúria há muita angústia, há muito suor! Então... desloca do canto onde esconde seu pranto e corre pra água lavar! Olha... que a vida é curta, curta bastante o que for! Se for suor, que seja de amor!

Agora é a sua vez Vou por aí, ver se te encontro num bar, ou num canto qualquer!
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Agora é a sua vez Vou por aí, ver se te encontro num bar, ou num canto qualquer! Vou por aí... sem saber se tenho motivo para amar, se seu coração é uma pedra... insensível feito gelo... mais eu quero, te espero aqui e em qualquer lugar! Não se engane de mim, pois, amanhã vou te esquecer e não vai adiantar se ao acaso descobrir um jeito... de me amar! Não vai adiantar... nem quero saber de seu jeito egoísta de ser! Vá! Que já fui pra você! Não adianta mais... já encontrei a minha paz! Vá por aí, chorar como eu chorei vá esperar um sorriso de mim, vá procurar meu amor e não vai mais encontrar! Me cansei! Já basta de ti! sobrevivo e sobrevivi rasgando o meu coração... agora é a sua vez! Vá! Que já fui pra você! Não adianta mais... já encontrei a minha paz!

Hoje eu quero um balanço legal Hoje eu quero um balanço legal Vem cá, vem cá, vem cá!
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Hoje eu quero um balanço legal Hoje eu quero um balanço legal Vem cá, vem cá, vem cá! Dá um passo pra frente, um passo pro lado e volta pra traz! Gira seu corpo, levanta seus braços me dê um abraço e volta pra lá! Hoje eu quero um balanço legal rebola direito ou do seu jeito não importa, não vou reclamar... eu só quero que se divirta afinal! Gira seu corpo, levanta seus braços deste jeito é fácil nem é preciso saber dançar mas, não se esqueça de me abraçar! O abraço gostoso tem cheiro de amor tem o poder inconfundível de dispersar a dor! Gira seu corpo, levanta seus braços deste jeito é fácil nem é preciso saber dançar mas, não se esqueça de me abraçar! E no enlaço, não ligo... se me beijar! Gira seu corpo, levanta seus braços deste jeito é fácil nem é preciso saber dançar mas, não se esqueça de me abraçar! E no enlaço, não ligo... se me beijar!

Liberdade da razão A minha alma é leve feito a pluma, meu vôo a suavidade da liberdade...
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Liberdade da razão A minha alma é leve feito a pluma, meu vôo a suavidade da liberdade... porque deixo - me enveredar nela como Deus fez - me de verdade... assim deixa - me fluir pelos ares, desvencilhada de seus 'ah' inúteis! Deveras tens tuas razões vulgares a mim, são elas parcas e fúteis... Se sou teu alvo, me acerta logo porque assim vôo pra longe de ti e nele esquecerei - te sem rogo! O universo é minha imensidão, é meu palco e meu íntimo aqui transmuto no rasante da razão!