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Frase de Maria Lu T S Nishimura

Agora é a sua vez Vou por aí, ver se te encontro num bar, ou num canto qualquer! Vou por aí... sem saber se tenho motivo para amar, se seu coração é uma pedra... insensível feito gelo... mais eu quero, te espero aqui e em qualquer lugar! Não se engane de mim, pois, amanhã vou te esquecer e não vai adiantar se ao acaso descobrir um jeito... de me amar! Não vai adiantar... nem quero saber de seu jeito egoísta de ser! Vá! Que já fui pra você! Não adianta mais... já encontrei a minha paz! Vá por aí, chorar como eu chorei vá esperar um sorriso de mim, vá procurar meu amor e não vai mais encontrar! Me cansei! Já basta de ti! sobrevivo e sobrevivi rasgando o meu coração... agora é a sua vez! Vá! Que já fui pra você! Não adianta mais... já encontrei a minha paz!

Maria Lu T S Nishimura

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Pensador.com

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Carinho da água Ôooooh! Água, que corre, escorre em mim!
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Carinho da água Ôooooh! Água, que corre, escorre em mim! Me molha, me toca e faz um carinho assim! Água de espuma feito cerveja refresca a goela de quem tem calor! Sem água na fonte seca o horizonte, seca a goela, seca também o amor! Ôoooh! O que interessa é que não há pressa pra que quem já se refrescou, Mas, pra quem tá penúria há muita angústia, há muito suor! Então... desloca do canto onde esconde seu pranto e corre pra água lavar! Olha... que a vida é curta, curta bastante o que for! Se for suor, que seja de amor!

Hoje eu quero um balanço legal Hoje eu quero um balanço legal Vem cá, vem cá, vem cá!
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Hoje eu quero um balanço legal Hoje eu quero um balanço legal Vem cá, vem cá, vem cá! Dá um passo pra frente, um passo pro lado e volta pra traz! Gira seu corpo, levanta seus braços me dê um abraço e volta pra lá! Hoje eu quero um balanço legal rebola direito ou do seu jeito não importa, não vou reclamar... eu só quero que se divirta afinal! Gira seu corpo, levanta seus braços deste jeito é fácil nem é preciso saber dançar mas, não se esqueça de me abraçar! O abraço gostoso tem cheiro de amor tem o poder inconfundível de dispersar a dor! Gira seu corpo, levanta seus braços deste jeito é fácil nem é preciso saber dançar mas, não se esqueça de me abraçar! E no enlaço, não ligo... se me beijar! Gira seu corpo, levanta seus braços deste jeito é fácil nem é preciso saber dançar mas, não se esqueça de me abraçar! E no enlaço, não ligo... se me beijar!

Liberdade da razão A minha alma é leve feito a pluma, meu vôo a suavidade da liberdade...
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Liberdade da razão A minha alma é leve feito a pluma, meu vôo a suavidade da liberdade... porque deixo - me enveredar nela como Deus fez - me de verdade... assim deixa - me fluir pelos ares, desvencilhada de seus 'ah' inúteis! Deveras tens tuas razões vulgares a mim, são elas parcas e fúteis... Se sou teu alvo, me acerta logo porque assim vôo pra longe de ti e nele esquecerei - te sem rogo! O universo é minha imensidão, é meu palco e meu íntimo aqui transmuto no rasante da razão!

Aves sem rua Pássaros que voaram em meu pensamento por um instante os comparei com a família
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Aves sem rua Pássaros que voaram em meu pensamento por um instante os comparei com a família talvez a minha, talvez a sua ou uma homilia de minha filosofia exasperada de vil talento! Se cada pássaro representasse um membro: - Qual deles seria você e por que seria você? Então se bem que cada um de ti me lembro... poderia ser fidedigna ao dizer o que pode sê? O pai, a mãe, o irmão e a irmã neste vôo... Será que seria condizente a comparação se aborreço, se amo, se condeno ou predôo? O que tenho de cada um feito na liberdade? Seria o espelho reflexo das gotas que caem, ou a torrente força da cachoeira de verdade? II Qual seria a verdade de cada um neste vago? E se a extensão das asas fosse o mundo todo... Qual seria a importância de sua vida neste algo? Que papel representa no universo e no mundo? Você já parou para pensar se leva ou é levado? Se é palco ou se é platéia, se aplaude ou vaia; Se és o que voa alto ou voa baixo, se de lado... porque no desvio não se molha e não há a raia, o ferir com a possibilidade de uma montanha! Há quem diga que quem olha o céu, se aranha; Por certo que sim! Mas como não ver a lua? Como negar a existência das constelações? Como negar a vibração das nossas emoções, se neste âmbito, somos as aves do ar sem rua?