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Frase de Álvaro de Azevedo

Laranjeira Havia, abaixo do largo monte, acima de uma videira, Numa relva de cores vibrantes, As calhas de uma laranjeira. Plantada em solo distante, Longe das terras alcoviteiras. Perto dos mares triunfantes, Ao lado de tumbas traiçoeiras. Sublime, porém errante, Moldada em raízes rasteiras. Contada em romances Cervantes, Como raspa de brisa em bandeira. Por hora o desencanto a saboreia, Tomando-na em risos deflagrantes. Zombando o término de sua candeia Mas inesquecível será, o tal acre sabor, dessa laranjeira...

Álvaro de Azevedo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Pobre burro… não conseguia mais mover-se, estava exausto! Quanta carga já havia trazido e levado? Seu montador, dono do chicote, desceu então da montaria! Olhou para o pobre burro, e perguntou-lhe: -Porque parou? Ainda não chegamos! Temos muito pela frente, seu trabalho é andar!…
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Pobre burro… não conseguia mais mover-se, estava exausto! Quanta carga já havia trazido e levado? Seu montador, dono do chicote, desceu então da montaria! Olhou para o pobre burro, e perguntou-lhe: -Porque parou? Ainda não chegamos! Temos muito pela frente, seu trabalho é andar! E fazer da carga sua vontade! Mas o burro não obedecia… como poderia? Cansado e faminto a dias… Seu montador então desistiu! -Se não tens capacidade para completar a caminhada, não tens então porque continuar vivo! De longe ouviu-se o som do sacrifício. O chicote e a carga, agora eram somente lembranças da insistência do animal! Mas assim foi, e melhor foi...