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Frase de Ádamo Carramilo

Aqui é cafofo Bob!!! É ne$$e cafofo quente que ele$ vêm $e contaminar Bob Tudo acontece e ele$ acham que vai $er assim Bob Deixar na$ costa$ da gente Porque não pa$$am de indecente$ $em saber que o povo $ente $ente arrepio de$$e tipo de gente Pode $er do Cunha ao Pre$idente Ma$ a verdade é que eu can$ei Can$ei de ser incomodado Ma$ também de $er acomodado $e Deus qui$er não vou votar mai$ ne$$e tipo de gente Preci$am da gente para depoi$ cobrar o excedente Uma pátria sofrida e humilhada con$tantemente Poi$ é Bob, ela também $e confunde frequentemente Que é preciso agir como gente e largar do egoí$mo Que con$ome e$$a gente E$$a! do Cunha ao Presidente Ma$ a hora de você$ vai chegar Mero$ poderoso$ incompetente$ $em falar que você$ não vão con$eguir ga$tar dignamente E$$a dinheirama que levaram da gente O povo $ofre e de repente Acorda e percebe que i$$o Não pode $er para sempre Que cla$$e é e$$a que não passa de talento$ Talento$ sem pudor Que levam o pão de muita gente Preci$am $epultar o caixão de muita gente E$$a gente! do Cunha ao Presidente Talento$ adquirido$ de pai para filho De Prefeito$ a outro$ tanto$ talento$ Que aparecem aqui con$tatemente Sempre precisando de um PRE$ENTE

Ádamo Carramilo

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Pensador.com

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Soneto dos Raros Olhos Olhos predestinados daquela morena Me desperta os olhos da morena
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Soneto dos Raros Olhos Olhos predestinados daquela morena Me desperta os olhos da morena Olhos negros daquela morena Cor de amêndoas são os olhos da pequena São os olhos raros daquela morena Penetram à minha alma como um poema Distantes, ao longe vejo os olhos da morena Pertos, ofuscam o meu dilema Lembrança dos olhos da morena Vívidos, se ajustam ao meu esquema Companheiros, olhos meus até morrer Sublimes como minha amada Seus olhos, meu caminho para valer No infinito dos seus olhos, minha morena, minha toada

Moleca José Maria, que cantinho de olhar é esse que faz eu pirar Pirar na nossa vontade de experimentar
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Moleca José Maria, que cantinho de olhar é esse que faz eu pirar Pirar na nossa vontade de experimentar Experimentar e contemplar as belezas da vida refletidas no seu olhar Olhar e lembrar da ingenuidade no seu caminhar Caminhar esse que um dia a malícia irá brotar Brotar no seu coração o discernimento quando necessitar Necessitar de tudo que aquilo que fui capaz de te mostrar Mostrar que a vida é da cor que a sua imaginação quiser pintar Pintar ou rabiscar, dessa vez prefiro só admirar

A verdade da metade Por uma metade a essência do homem torna-se completa e satisfeita Dessa metade que é a banda do homem chama-se mulher, a primeira metade do destrambelhado, a outra metade é o próprio desmantelo
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A verdade da metade Por uma metade a essência do homem torna-se completa e satisfeita Dessa metade que é a banda do homem chama-se mulher, a primeira metade do destrambelhado, a outra metade é o próprio desmantelo Destes dias, a expectativa da metade era a ponderação da razão, ou simplesmente a leveza da tarde de verão que emplacaria o exagero do emocional Certa metade era sua essência, tal como a dama da noite, exalando seu perfume ao anoitecer, discreta ao não se ver Essa metade exalava intensidade, olhos negros e cheiro que entranhava até a alma Espírito ingênuo trocou sua pequena distração pela malícia da metade, quando se viu a metade já era o seu trilhar A pequena metade contemplava à incessante busca da verdade da outra metade A outra metade queria adivinhar o que faria sem sua metade, afinal duas metades era a sua verdade De um modo ou de outro, as metades são essências da mesma revolução Uma metade é libertação, a outra é amor