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Frase de Adailson Pereira Sales

Poema- Ela é um segredo Quando Deus quis mostrar o que é amor, ele não escreveu um livro, não pintou um céu, nem acendeu uma estrela. Ele pegou uma lágrima e uma centelha da própria alma e moldou a mulher. Ela não veio do pó da estrada. Veio do lado da costela. Porque Deus não queria que ela fosse menor, nem maior, mas feita para andar com o homem, lado a lado, na vida, na dor, na aquarela. O homem foi feito para o campo, para a lida, para a força. Mas a mulher. Ah, a mulher foi feita para o céu. Para gerar esperança, curar feridas, multiplicar o que é bom e calar o que é cruel. Ela escuta com o coração. Chora com os olhos da alma. Ela sangra em silêncio, mas ainda assim canta. Ainda assim ora. Ainda assim acalma. Ela tem o dom que só Deus tinha: criar vidas dentro de si. E enquanto o mundo gira sem rumo, ela planta o futuro mesmo quando está por um fio. Ela é a que educa, sustenta e resiste. É a mãe sozinha na periferia, a mulher do campo com mãos calejadas, a preta guerreira ignorada, a menina que sonha em ser livre, mesmo sendo silenciada. O segredo que Deus escondeu do mundo está ali, na simplicidade dela. Os homens olham, mas não veem. Porque o segredo não está na forma mas no que ela contém. Ela não é só carne. Ela é poesia em movimento. Ela é oração sem palavras. Ela é o amor no seu estado mais puro. Ela é o céu no chão. E é por isso que, quando Deus quis explicar tudo que faz sentido, Ele simplesmente criou a mulher.

Adailson Pereira Sales

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Pensador.com

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No jardim da minha alma, floresce uma paixão, Teus olhos são estrelas na imensidão, Teu sorriso, melodia, doce canção,
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No jardim da minha alma, floresce uma paixão, Teus olhos são estrelas na imensidão, Teu sorriso, melodia, doce canção, És o sol que aquece meu coração. Teu toque é brisa leve, suave e calma, És a chama que incendeia minha alma, Nos teus braços encontro minha palma, Teu amor é o porto que me acalma. Nos versos do destino, escrevemos a dança, Cada palavra, um passo em nossa esperança, Teus lábios são o vinho, doce lembrança, És o sonho vivido, eterna criança. Teu amor é o mar, profundo e sem fim, Navego em tuas águas, me perco assim, És o tempo e o espaço, começo e fim, Contigo, amor, meu mundo é um jardim. Se sou a lua, és meu céu estrelado, Um amor que é poema, eterno legado, Nosso laço é forte, jamais quebrado, És meu tudo, meu tudo amado. ⁠

poema - O céu dos noivos Quando te vi pela primeira vez, meu coração ficou espraiado em claridade;
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poema - O céu dos noivos Quando te vi pela primeira vez, meu coração ficou espraiado em claridade; havia em tua presença uma aura dulcífera que adoçava até o silêncio ao redor. Tua garridice aureolada reluzia com tão rara graça que intuí, sem resistência, que meu espírito se pendoaria ao teu encanto — pois algumas belezas não se explicam: apenas se sentem. Em teu ser fulgura uma agalma celeste, uma formosura tão sutil que o horizonte reconhece; teus gestos derramam suavência e magnopulcritude, como se o próprio tempo inclinasse sua serenidade para contemplar-te. És minha auriflâmula, meu farol de celsitude, a límpida presença que exala benquerença e virtuluz; teu olhar possui o dom da inefância, e tua voz carrega a doçura da mais pura dulcídia. No toque que me ofertaste, sinto a eternância florescer, broto de luz que nenhuma noite consegue desvanecer. Em tua alma habita uma miraluz infinda, claridade que repousa em mim com brandura antiga e inesgotável. És magnolímpida, és pleniáurea, és serenídea; cada passo teu deixa um rastro de auridez, e cada palavra tua reacende o lume da minha humanidade mais profunda. Se o amor possui um templo, teu nome é o seu altar. Pois em ti encontro altiplácida candura, delicadeza que enleva, acalma, eleva. E assim declaro, diante da vida e do firmamento: que meu coração te escolhe em perpetuidade, que cada aurora será tua, que cada suspiro será de lealdade ardente. Que este poema seja nosso hino, ecoando em votos, enlaces e promessas: pois amar-te é minha glória sereníssima, e caminhar contigo é minha mais alta e eterna beleza.

Ela foi embora — e o Estio, melancólico, partiu com ela. O beijo que me deixou é cândido, e ela, uma verdadeira beldade. É como Aldebarã: morena dulcífera, radiante, com o coração espraiado em ternura.
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Ela foi embora — e o Estio, melancólico, partiu com ela. O beijo que me deixou é cândido, e ela, uma verdadeira beldade. É como Aldebarã: morena dulcífera, radiante, com o coração espraiado em ternura. Faz meiguices que adoçam a alma, mas partiu para um lugar onde a aragem canta sobre os campos silenciosos.