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Frase de Álvaro de Azevedo

Canto do sábia Meras palavras conjugadas, erradas! Trazidas e levadas… perpetuadas! Palavras arremessadas, amordaçadas! Sintaxe amedrontada! Fonte sem fim! Enclausurada... Desenfreadas sentenças… breves desavenças… Martírio da doença, palavras destroçadas! Por fim reescritas, retomadas! Mais um leque! Mais uma alvorada! Ditas então, como métricas sábias! As novas sentenças emolduradas… Que se venha então o encanto! Canto dos sabiás...

Álvaro de Azevedo

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Fonte e informações de autoria

Pensador.com

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Pobre burro… não conseguia mais mover-se, estava exausto! Quanta carga já havia trazido e levado? Seu montador, dono do chicote, desceu então da montaria! Olhou para o pobre burro, e perguntou-lhe: -Porque parou? Ainda não chegamos! Temos muito pela frente, seu trabalho é andar!…
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Pobre burro… não conseguia mais mover-se, estava exausto! Quanta carga já havia trazido e levado? Seu montador, dono do chicote, desceu então da montaria! Olhou para o pobre burro, e perguntou-lhe: -Porque parou? Ainda não chegamos! Temos muito pela frente, seu trabalho é andar! E fazer da carga sua vontade! Mas o burro não obedecia… como poderia? Cansado e faminto a dias… Seu montador então desistiu! -Se não tens capacidade para completar a caminhada, não tens então porque continuar vivo! De longe ouviu-se o som do sacrifício. O chicote e a carga, agora eram somente lembranças da insistência do animal! Mas assim foi, e melhor foi...