Frase de Adriana Vieira
Passagem Não quero lembrar o meu Leito de morte, das dores Perdida no tempo da escravidão que se encontrava o meu ser. Do mundo parado na solidão Profunda do mar envenenado onde as lágrimas que rolavam dos meus olhos descarregava toda a dor do meu ser. não quero lembrar o sofrimento agudo de quando apago as luzes do meu quarto, E chorando às vezes da lembrança Que motivou essa eterna solidão, Quebrada apenas pela passagem Sublime da ternura do ser da fotografia. Passagem de uma vida que busca Na esperança, em que o tempo Passa-se na embreagem do viver. A solidão busca espaço contradizendo O coração que esta querendo esquecer o ser da fotografia, que insiste em permanecer, No caminho do meu viver. Mais tão contrario é o caminho Dos que buscam acalentar o vazio Do coração... E assim, querendo apagar Da memória a inspiração que me fez Sonhar, desenhar, pintar, O conto de fada que não se Realizou... E o amor... Ainda existe, Apesar da dor... Dor... Do desconhecido... Há coração Que conheces a dor... Dor da rejeição... Da luta, por Um pouquinho desse amor que vive na passagem do tempo de um coração sonhador. Passagem talvez comprada no sonho Naquela rodoviária onde os corações Esperançosos fazem parada. Um lugar do passado onde Encontram-se belos motivos Para não parar de sonhar. E a lembrança do ser inspirador Retratado com zelo e esplendor, Surge por entre as estrelas na noite Invernada nas montanhas desertas Do coração que apela por um Pouco do seu amor.
No pensador.ai desde