Frase de Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado
Ausência Hoje eu permitirei que a saudade morra em mim Os teus olhos, agridoce, me engulam de solidão Porque nada te poderei dar, senão, está dor sem fim Exausto me vejo na janela, e o quarto na escuridão Ao fundo, uma melodia ao som de bandolim Assim, me sinto na tua lembrança e tu na minha emoção Não te quero ter por apenas te ter, quero ir além Porém, cada gesto, palavras, suspiros, a alma em convulsão Então, não diz nada porque o teu silêncio me convém Os teus abraços em outros braços enlaçaram Sinto que estas distante e sem uma tal essência Eu deixarei... tu irás, e as madrugadas companhias serão E assim, eu serei e você será... ausência! © Luciano Spagnol poeta do cerrado Junho de 2018 Cerrado goiano
Luciano Spagnol - Poeta mineiro do cerrado
No pensador.ai desde