Frase de Carminha Barreto Campello
Do livro MIRADOURO (1982) Miradouro A terra me foi aprisco ao coração inquieto. Nada sei de longes e vagos. Sei apenas que meu nome É e estou (árvore) plantada em teu coração adormecido. do meu miradouro olho-me, olhando a vida. Tenho olhos de calendário uma voz e um canto. Nas minhas mãos afloram raízes de Mim - estou no talo do imponderável. Agora não é mais que ontem amadurecido: caio como um fruto exato e vertical. Estas talvez sempre sejam minhas últimas palvras: É preciso ter fome para sentir-se Sede para saber-se úmida e subterrânea..."
No pensador.ai desde