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Frase de Missias

E Nosso Dever Carregar a alma pura de criança, Cultivar o otimismo em cada olhar, Trabalhar por um mundo de esperança, É nosso compromisso e nosso lar. Deixar acontecer o espetáculo da vida, Onde a graça e o riso têm lugar, Na alegria real e comovida, Que a todos possa logo contagiar. Que a brisa toque a alma levemente, Que a planta beba o orvalho na calada, Que a luz solar revele ao solo quente A nova chance a cada madrugada. O mundo ainda tem jeito e conserto, Apesar de todo erro cometido, O amanhã precisa estar aberto, Para que o futuro seja garantido. Pois nossa grande e urgente missão É manter viva a alma de criança, Trazer o otimismo no coração E consertar a Terra com esperança.

Missias

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Pensador.com

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⁠Minha Bandeira e Verde e Amarela Não apague a sua luz!
Até o final Um destino certo e sombrio Medo do desconhecido
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Até o final Um destino certo e sombrio Medo do desconhecido Corroído pelo ciclo esquecido A alma e o coração vazio Os olhos que pouco acompanha Menos impulsivo estou Se a idade me preocupa Feliz pelo que passou Se devagar ainda Caminho Mais ou menos Merecido Quem ira dizer o que farei Viajo pelo abstraido Tento fugir do transpasso Ainda o que me resta não sei..

A mata, que era o meu reino Hoje é cinza e solidão Onde eu rugia com brio
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A mata, que era o meu reino Hoje é cinza e solidão Onde eu rugia com brio Resta o som do caminhão As cercas vão me prendendo Onde antes era o meu chão E o homem vai esquecendo Que somos parte do mesmo quinhão. Peço que o olhar se transforme Que o respeito possa voltar Pois se a selva adormece A vida vai se apagar Não quero ser só gravura Ou um bicho de museu Quero ser força da natureza No lugar que Deus me deu. Ainda há tempo de cura De plantar o que se perdeu Para que a onça futura Não diga o adeus que eu disse ao meu.

Fios de silício tecem o novo amanhã. Onde o cálculo frio se prende no afã Do xeque-mate ao verbo da criação,
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Fios de silício tecem o novo amanhã. Onde o cálculo frio se prende no afã Do xeque-mate ao verbo da criação, A Mente Digital busca sua própria pulsação. Na tela, a IA generativa desenha o rosto, De um futuro que traz esperança e desgosto Na sala de aula, o saber se transforma, Enquanto o trabalho desafia a norma. Máquinas que pensam, robôs que interagem, Em uma coexistência de longa viagem Mas entre códigos e luzes, o alerta ecoa: O viés que segrega, a privacidade que voa. Pode a superinteligência, em seu salto final, Preservar o que é essencialmente humano e vital? Namoros com telas, dilemas de ética e cor, Será o algoritmo capaz de sentir a dor? O amanhã não é apenas bit ou processamento, É a nossa habilidade e o discernimento. Que a inteligência digital seja nossa aliada, Para que a humanidade não se sinta apagada. Pois mesmo na era da mente mais potente, O coração humano ainda é o sol do presente.